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sábado, 2 de janeiro de 2016

Retrospectiva incrível de um ano notável

sábado, janeiro 02, 2016 8
#2015bestnine

Ainda dá tempo de falar sobre 2015?
Espero que sim.

Doze meses. Quem diria que um período tão curto mudaria tanto a minha vida? Há quem não queira nem falar sobre 2015. Guerras, fome, terrorismo, crises hídrica, econômica e política. Realmente, pensando no coletivo, não foi um ano fácil. Por outro lado, pessoalmente falando, posso dizer que 2015 foi um dos melhores anos da minha vida! Simples assim. :) E, se for pensar nas conquistas pessoais, só espero minimamente o mesmo para 2016!

Janeiro

Comecei o ano cheia das esperanças. Fiz muitos planos, corri para ver o que terminaria da minha primeira lista de 101 coisas em 1001 dias. Resolvi que faria diferente. Este foi um mês de planejamentos intensos e de dedicação aqui no blog. Pela primeira vez virei o ano usando amarelo. Ainda que eu nunca fosse ligada a isso de cores, acho que deu sorte. Das 15 coisas para fazer em 2015, consegui cumprir mais da metade (7 metas), então, estou feliz!

Fevereiro

Acho que este foi o pior mês do meu ano. Teve até post de "sai daqui, mês chato!", porque eu estava realmente triste e estressada com ele. De bom teve o almoço com os amigos do #aophotoaday (era para ser um piquinique, mas choveu). E, quando eu estava desistindo de ter uma esperançazinha, o anúncio do - até então, um show - dos Backstreet Boys aqui em São Paulo.

Março

Março foi loucura. Logo de cara, os cinco shows dos Backstreet Boys aqui no Brasil se transformaram em oito. Três deles, aqui em São Paulo. Comprar soundchecks, meet & greets e ingressos para os shows foi uma maratona e tanto. Nunca pensei que algo no mundo backstreetrítico pudesse se esgotar em um único minuto! E assim foi. Haja coração e paciência para lidar com a adrenalina e com a alta do dólar.

Também foi em março que eu entrevistei um amigo meu, o Renato, para a coluna Achados Fotográficos. Foi muito legal poder compartilhar o talento dele por aqui! :)

De ruim, teve o cancelamento da pós-graduação em que havia me inscrito. Nunca a gíria "deu ruim" fez tanto sentido! Isso foi um baque e tanto na época, mas agora vejo que tudo tem uma razão nesta vida. Se eu estivesse pagando a pós, não teria realizado metade dos meus sonhos. Então, Deus sabe. De lindo teve o início do planejamento da viagem de férias a Buenos Aires, com a Moni. ♥

Abril

Este foi um mês de reflexão, em que algumas certezas chegaram e - pelo menos até agora - não mudaram. Saber a nossa própria essência ajuda muito para nos levar aos nossos objetivos. 
Também fiquei doente, desanimei e respondi à Tag Liebster Awards.

A parte mais empolgante de abril, foi o meu trabalho aqui no blog. Foi em abril que eu fiz o 10 days to a better blog, em que pude focar as minhas energias em dar mais a minha minha cara para este espaço. Não que ele não tivesse a minha cara, mas andei amadurecendo muito nos últimos tempos e o blog precisava acompanhar todas essas transformações.

Maio

Foi quando um grupo de blogueiras e eu começamos o projeto Escrita Criativa. De lá para cá, foram muitos textos lindos escritos por todas nós e muitas dicas trocadas! Por causa do projeto, acabei escrevendo um dos textos mais sinceros de todos, chamado O que não é o amor

Junho

Meet & Greet #1

Meu Deus! Como descrever o que foi junho? O fato é que eu esperei 19 anos para conhecer os Backstreet Boys e os três dias em que pude estar com eles foram surreais! ♥ Amor, amizade e felicidade infinitas!!!! :)

É claro que estes três dias me ensinaram muito. Aprendi que temos que ter paciência, porque um sonho pode demorar 19 anos, mas ele se realiza. Aprendi a não ter expectativa nas pessoas, porque há aquelas que se dizem amigas, mas que te deixam sozinha quando você mais gostaria de tê-las ao seu lado. E - acho que isso foi o mais lindo! - aprendi que há pessoas incríveis neste mundo, que não te deixam, mesmo sem ter a menor obrigação disso (isso sim é amizade!). ♥ Estas pessoas estarão sempre torcendo por você, seja te dando uma força e te abraçando quando você não se cabe em tanto choro, seja estando a quilômetros de distância e te acalmando via internet. ♥

Meet & Greet #2

Desses dias também levo os encontros com gente que realmente me quer bem e a ajuda na realização do sonho de uma amiga. Poder participar disso foi incrível! ♥

O restante de junho se resumiu aos últimos detalhes do planejamento da viagem a Buenos Aires. Mais gostoso do que planejar, só a viagem em si!

Julho


Sem dúvida alguma este foi o mês das melhores férias da minha vida! Minha primeira viagem internacional, a um lugar que eu já amava antes de conhecer! Foi o mês em que eu finalmente pude abraçar minha amiga de mais de dez anos e que nunca tinha visto antes. E foi o mês em que o chatmail saiu do virtual e se tornou real! Julho foi um mês de sorrisos, de aventuras, de amizade verdadeira, de carinho, de novos amigos, de amor! ♥
Buenos Aires, Tigre e a própria São Paulo. Já posso voltar para Julho?


Agosto

Uma foto publicada por Fernanda Rodrigues (@fe_notavel) em

Mano, agosto foi longo! Parecia que nunca iria acabar, então, para passar o tédio, comecei a planejar a minha próxima viagem: um bate e volta ao Rio de Janeiro em setembro. Também foi o mês em que tive mais uma entrevista para a Achados Fotográficos, desta vez, com a Andrea Paes, e em que escrevi minhas mensagens dos biscoitinhos da sorte.

Mas também teve encontrinho com as amigas da extensão da PUC, que foi muito amor! ♥ E o aniversário do Elton, que é querido de mais na minha vida!



Setembro


Foi o mês em que eu vivi uma crise existencial por causa do trabalho e em que comecei a estudar Disciplina Positiva com mais afinco. Como todo fechamento de bimestre, foi uma loucura, mas consegui viajar para o Rio. Não deu praia, nem Corcovado e Cristo, porque o tempo estava nublado e chuvoso, mas consegui realizar dois sonhos (conhecer a Biblioteca Nacional e a estátua do Carlos Drummond de Andrade), além de passar um tempo com a querida da Gisela - que é amiga de muitos carnavais! -, rever a Moni e de conhecer a fofa da Lívia Brazil.

Talvez eu tivesse aproveitado mais a viagem se não estivesse em meio à esta crise existencial toda, mas foi ótimo passar três dias longe de casa (Girls, obrigada por tudo! Gi, obrigada pela hospitalidade! ♥).

Setembro também foi o mês em que terminei a minha primeira lista de 101 coisas em 1001 dias. Gente, que sentimento doido foi isso! Valeu a pena cada momento vivido por causa do projeto!

Outubro


*aquele momento em que você está ouvindo um show do U2, eles começam a tocar October, e você pensa: Eeeeeeeeeita!*

Depois de toda a crise existencial de setembro, em outubro eu tive um dia dos professores simplesmente incrível! O amor que os meus alunos demonstraram por mim foi surreal. É claro que eu eu tentei - ao longo do ano todo - retribuir todo esse carinho (e é claro que eu fiquei com a sensação de que o fiz não era o suficiente!). Também foi o mês em que teve show de talento na escola, e meus alunos quiseram que eu cantasse e dançasse com eles #mico! uahahaha

Outro fato legal foi a decisão corajosa que eu realmente tomei quanto a minha carreira. É a área literária e pronto (com ou sem a pós que a PUC cancelou). Isso, de uma forma ou de outra, me reaproximou da Vandressa e da Carol - amigas da graduação em Letras. Nós três temos nos apoiado quanto a isso, temos visitado nossos antigos professores, temos nos incentivado. Esta experiência tem sido realmente fabulosa! Mundinho literário que nos aguarde! ♥

Aliás, foi um mês de reencontros, porque também vi as minhas sisters queridas, Mila e Carol Vayda, depois de muito tempo tentando. Também reencontrei o querido do Felipe - acho que foi a primeira vez desde que nós dois saímos do CDI.

Outubro também teve um "it's a match!" que me fez feliz pelo restinho do ano. *aguardemos cenas dos próximos capítulos! uahahaha*


Novembro


Foi o mês em que eu tentei o NaNoWriMo, mais uma vez sem sucesso. Trabalhei loucamente e me estressei com isso, porque a pressão de organizar um evento todo sozinha me deixou doida. No fim, tudo deu certo e tanto as crianças como eu nos divertimos com o Dia do Inglês - brincar de ser atriz foi engraçadíssimo!

Também foi o mês em que retomei à minha origem de escritora e escrevi muitas poesias aqui no blog. Isso, de alguma forma, me fez muito bem. E também foi o mês em que a Jujuba me convidou para ser a madrinha do casamento dela! ♥

E quando eu achava que já tinha visto de tudo, me vem Billy e Michael e me soltam uma bomba dessas na minha life:

Billy: Alguém no Brasil está pronto para um show do Gavin DeGraw em 2016? É hora de ver o mundo!
Michael: Eu diria que o Brasil está pronto para uma performance do Gavin DeGraw lá... O que vocês diriam, amigos?

SÉRIO, eu não tenho estrutura! É muito para o meu pequeno coração teeny! ♥ Pode chegar, Gavin, porque eu estou pronta! :D (Nem preciso dizer que eu passei horas da minha madrugada chorando e surtando neste dia, preciso?)

Dezembro


O mês em que eu saí de férias e pensei "quero mais desta vibe positiva de 2015!". Pude descansar, colocar as minhas leituras em dia e brincar fazer nada! Também foi o mês em que eu escrevi um livro de poemas em uma sentada, revisei e comecei a publicá-lo no Wattpad (uma das minhas metas cumpridas, aeeeeeee!).

Por fim, tive o meu dia com a Mari! Tinha forma melhor de fechar o ano? (Para quem não sabe, a Mari é uma amiga que mora no Espírito Santo. Há quatro anos a gente não se via, mas ela está comigo sempre, me apoiando mesmo que à distância). ♥

Se no fim de 2014 alguém tivesse me dito que 2015 seria tão incrível assim, eu não acreditaria. O fato é que eu aprendi a ter mais gentileza com os outros e comigo, por isso aproveitei tanto! Menos negativismos e mais mão na massa, este foi o caminho!

Espero, de todo o coração, que vocês tenham um 2016 dos seus sonhos! ♥
Eu irei correr atrás do meu! ;)
Beijos e queijos :*
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Sobre a tal vulnerabilidade, sobre a vida

segunda-feira, dezembro 21, 2015 2
Por quais caminhos a vida te leva?
(Foto feita no Jardim Botânico do Rio de Janeiro)
Fiquei olhando a folha do computador em branco, pensando o que poderia escrever aqui. Então, resolvi ser realista e contar o que anda acontecendo. Minha vida anda meio de cabeça para baixo. Muita coisa boa anda acontecendo, mas muita coisa que me deixa confusa também. Talvez seja porque eu mudei de setênio (para quem não conhece a teoria dos setênios, vale a pena ler aqui, aqui e aqui), talvez seja porque eu esteja correndo atrás do meu chamado (finalmente!), talvez porque eu tenha me aproximado dos novos amigos, retomado às velhas amizades e porque um outro fato importante anda rolando (torçam para dar certo, porque se der, conto aqui depois).

É claro que tudo isso me deixa com muito medo e vulnerável. Ter que se abrir para o mundo é ter que refletir e, principalmente, se expor. Explico. Amizades são vias de mão duplas, não há como manter uma amizade por mais de 10 anos - como acontece com a maioria das minhas - sem dizer o que se passa dentro do peito. É confiando que se é confiado. É se abrindo que o outro vai se abrir também. Tudo uma questão de conexão, que a cada dia se torna mais forte e profunda. 

O mesmo acontece com o meu chamado. É engraçado como tudo acontece. É possível você querer ser duas pessoas na vida? Espero que seja. Porque eu sempre - desde os 6 anos - me vi professora. Achei que nunca saberia fazer outra coisa na vida, justamente porque ensinar é algo que me completa. E aqui nós temos a tal da vulnerabilidade de novo. É impossível ensinar sem estar disposto a aprender, sem estar disposto a conhecer quem aprende. É impossível aprender quando se está pensando nos problemas (na briga com o amigo, nos pais se separando, na falta de comida/carinho/brinquedo/saúde). O que mais tenho aprendido e ensinado aos meus alunos diz respeito ao quanto é normal a gente sentir tristeza, da mesma forma que sentimos alegria. É normal sentir raiva, da mesma forma que sentimos o amor. O que pesa, entretanto, é o que fazemos com os sentimentos ruins, porque as pessoas só nos ensinam o que fazer com os sentimentos bons, mas engolir os maus goela abaixo ou partir para a violência não é o caminho. Como transformar algo ruim em um aprendizado é o desafio da vida - seja você adulto ou criança, professor ou aluno. Ensinar e aprender é - ou deveria ser - uma tarefa humana, dessas em que você abre o coração sem medo, sem receio, dessas em que, mais uma vez, você se torna vulnerável. Muitos, quando me ouvem falando dos meus pimpolhos, tecem elogio à maneira como eu costumo lidar com as diversas adversidades escolares. O que estas pessoas talvez não saibam é que aquelas crianças entre 4 e 11 anos sabem ler a minha alma quase que de cor, porque eu dou a oportunidade de elas conhecerem os meus sentimentos e saber que se abrir não é algo ruim (não é à toa que alguma delas me procuram para conversar sobre sentimentos, não sobre o inglês).

Mas vejam eu desviando parcialmente o assunto. O fato é que além de ser educadora, eu venho refletido sobre o meu chamado interior, aquele me que faz manter um blog por quase 10 anos e que me rendeu altas notas quando o assunto é a redação. Acho que, de uma maneira ou de outra, nasci para ser escritora e - de alguma forma - só entrei neste processo de reconhecer isso agora. É claro que minhas professoras sempre elogiaram a minha redação. É claro que meus amigos e amigas enchem a minha bola. Também acontece de alguns de vocês, leitores queridos, deixarem comentários que preenchem o meu coração, quando dizem "você deveria publicar um livro!". Pois é, tanta gente me incentivando e eu demorei os quase dez anos da história deste blog - e mais uma vida toda, porque não dizer! - enrolando para me assumir escritora. O por que desta demora? Quem escreve sobre si, quem usa a escrita como forma de esvaziar a mente de sentimentos ruins, como forma de organizar as ideias, como eu faço, se torna o quê? Acertou quem disse a palavra vulnerável. É difícil expôr os sentimentos em formato de post, de livro, e esperar o feedback das pessoas. O medo da rejeição é sempre muito forte. 

A questão é que eu parei para raciocinar. Desde que escrevi as postagens da série #10daystoabetterblog tudo começou a rodar na minha cabeça. Acabei chegando às seguintes conclusões: 1. eu sempre amei escrever e me expressei melhor pela escrita; 2. Eu sempre me destaquei nas matérias que tinham que escrever; 3. Eu quero fazer o meu mestrado na área de Literatura, não de línguas ou de educação; 4. Não quero passar a vida toda ensinando inglês, quero migrar para o ensino de redação/literatura um dia; 5. Eu quero publicar um livro, seja lá como for. 
Foi partindo disso tudo que eu comecei a revisar o primeiro livro que escrevi na vida - antes de entrar na faculdade! - e que escrevi um livro de poemas (em uma sentada só!). Sumi do blog, para produzir...
Mais uma vez, as poucas pessoas que leram os meus escritos, gostaram. Por isso, estou pensando seriamente em publicar os dois no wattpad (já me siga lá, para ficar por dentro quando eu publicar) e partir para a revisão do meu texto (livro) preferido. Além disso, estou criando coragem (porque é muito longe mesmo!) para me inscrever na pós-graduação de Formação de Escritores do Vera Cruz. Ainda não sei se o meu texto é maduro o suficiente para uma pós como esta, mas também tenho consciência de que só saberei tentando.

Conversando com a minha sis(ter), Carol Vayda, ouvi um "o não você já tem". Ela tem razão. Às vezes o medo do desconhecido, da reação do outro, nos paralisa... Acredito que não pelas consequências em si - e foi o que argumentei a ela - mas pelo medo da resposta, pelo medo de chegar ao próprio não. E ela tem razão no que diz, porque normalmente - pelo menos comigo - é o sim que vai mudar a minha vida, o não mantém tudo como está. Eu sei, a gente sempre quer que a nossa vida dê aquele salto para melhor e ser rejeitado, negado, anulado, não é a melhor forma de isso acontecer... ou é?

Retomando aquilo que disse sobre a minha convivência com os meus alunos, é engraçado como, em tempos modernos, há uma imposição de ter que ser forte o tempo todo, inteligente o tempo todo, bonito o tempo todo, perfeito o tempo todo. Honestamente, ando cansada disso. Ando cansada de ter que viver em um mundo em que tudo tem que ser prático e rápido (e descartável, muitas vezes). As relações humanas não são assim. Não há como colocar cada um numa caixa e dizer que o outro tem que responder em determinado tempo, com determinado padrão de comportamento. Acho que é justamente uma tentativa de lutar contra esta desentimentalização que me levou a ser professora e que me guia nos caminhos da escrita. Se ser vulnerável e ter a coragem - no sentido original da palavra, de falar sobre algo que venha do coração - for necessário para viver uma trajetória mais humana e em paz, pois bem, assim será.

Para terminar, deixo abaixo duas palestras do TED a que assisti ontem. As duas são da mesma pessoa, Brené Brown, e estão com legendas habilitadas para o português. Ela traz dados sobre a importância da vulnerabilidade para a felicidade. Achei interessante como este link apareceu no meu twitter bem no momento em que andava fazendo todas estas reflexões. Nada acontece por acaso, não é mesmo?





Beijos e queijos! :*
(E, se eu não voltar antes, Feliz Natal!)
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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Todo o fim é um novo começo

quarta-feira, abril 22, 2015 2

Here I am! 
Dá para acreditar que cheguei ao último dia deste desafio intenso que foi blogar por dias consecutivos, pensando na minha escrita e no blog como um todo? Sendo muito honesta, nem eu acredito. 

Fiquei sabendo do workshop porque comecei a conversar com o Kinect Bear no twitter sobre o que estava lendo no livro em que ele escreveu, uma vez que quero desenvolver a minha escrita. Foi ele que, gentilmente, me sugeriu que participasse do 10 days to a better blog. Aceitei o desafio sem espiar o que viria nas tarefas seguintes e, apesar de ter sido um intenso período de reflexão, aproveitei cada minuto. 

Vamos recapitular o que foi a proposta/tema de cada dia e o que escrevi:

Dia 3: Ambiente - Ambiente, o como escrevo
Dia 6: Página sobre - Atualização da página "Autora"
Dia 8: Metas - E no futuro eu quero... 
Dia 10: Reflexão - este post que você lê agora! Eeeeeeeee! :D

Foi bacana perceber que algumas postagens precisavam ser escritas. Há tempos vinha pensando em alguns temas e não sabia por onde começar a escrever. O fato é que a primeira lição que o workshop me ensinou é justamente esta: a gente só aprende por onde começar, começando. Não tem outro jeito. Assim como não há como fugir de temas mais técnicos quando se pensa em um blog melhor - por mais que eu tente escapar do assunto... devo confessar que nem foi tão ruim assim pensar sobre as análises todas.

É claro que alguns posts nasceram muito rapidamente e que outros foram muito além dos 40 minutos previstos pelo desafio. De qualquer maneira, valeu a pena, porque sem dúvida alguma foi ao longo deste dez dias que escrevi alguns dos meus melhores posts até agora (saibam que o segundo dia foi o meu preferido!).

Acredito que esta experiência me ajudou a olhar para o Algumas Observações de uma maneira diferente., muito mais madura, muito mais consciente do que é o blog e, sobretudo, de quem sou eu como escritora. Espero que vocês consigam perceber isso também ao longo do tempo. :)

Fora tudo isso, foi muito, muito bacana mesmo poder conhecer a comunidade do Desk App. Blogueiros muito queridos que estão sempre dispostos a colaborar e que têm blogs extremamente inspiradores. Se você sabe inglês, vale muito a pena conhecer.

Por fim, se você é blogueiro, fica o convite para mergulhar neste exercício de reflexão e publicação por 10 dias seguidos. Tenho certeza que você não se arrependerá! :) Afinal, são 10 days to a better blog, right?! ;)

Beijos e queijos!
:*
Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 10). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).
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terça-feira, 21 de abril de 2015

Sobre uma vida sem internet: 15 coisas para fazer quando estiver desconectado

terça-feira, abril 21, 2015 4
Créditos da imagem: nerd do gueto.

Enfim voltei. Que saudade que estava daqui.

Estava super empolgada com o workshop do 10 days to a better blog, quando me vi sem conexão com a internet – e com um serviço que demora a vida para arrumar o problema... Coisas da vida com as quais não contamos. Como a culpa pelo hiato não foi minha, vou retomar os dois dias que faltam. Espero que vocês não se importem.

O nono dia de desafio era de tema livre. Pensei sobre o que escrever já que em um mundo tão tecnológico é complicado ficar sem conexão. Durante esses dias obtive um pouco de contato com o mundo com a péssima conexão 4G da Tim – que esgotava a minha cota diária em cinco minutos ou menos e só me deixava acessar o facebook e o whatsapp, sem poder ver link algum.

Acabei elaborando uma lista de sugestões para quando você estiver sem conexão também e aproveitei para comentar um pouco do que fiz:

1. Ler um livro – durante a minha ausência, continuei lendo The Elements of Blogging, do Kinetic Bear (clique aqui para baixá-lo gratuitamente);

2. Escrever – trabalhei em alguns rascunhos de possíveis posts para o blog;

3. Revisar rascunhos – trabalhei um pouco na revisão do meu primeiro livro;

4. Criar uma lista de objetivos e/ou riscar algum item dela – eu aproveitei para cortar o cabelo – item 15 da minha lista de 101 coisas em 1001 dias);

5. Fotografar – aproveitei para usar a câmera junto com o seu manual de instruções e testar alguns efeitos;

6. Fazer arte – fiz algumas páginas do 1 Página de Cada Vez, do Adam J.Kurtz, e comecei a colorir o meu Jardim Secreto, da Johanna Basford;

7. Assistir séries – voltei para mais um pouco de Friends;

8. Ir ao cinema – isso já estava programado desde fevereiro (vi o Show ‘em what you’re made of, com as meninas do Team Maybe. Também teremos post sobre em breve);

9. Praticar algum idioma – aproveitei para estudar alemão;

10. Fazer faxina – meu quarto estava realmente precisando;

11. Ouvir música – aproveitei para ouvir muitas músicas em alemão e backstreet boys (porque 2015 é 1998 disfarçado e mesmo que não fosse, I keep the backstreet pride alive);

12. Separar fotos para impressão – criei uma pasta com tudo o quero mandar imprimir;

13. Organizar algo para o trabalho – planejei algumas aulas, para não ter que fazer tudo em cima da hora;

14. Fazer exercícios – em alguns dias estive na academia, nos outros fiz pequenas caminhadas e muito alongamento. Amo a sensação que alongar me traz;

15. Dormir – tem coisa mais gostosa do que acordar tarde, fazer a siesta e só sair da cama quando a fome bate?

Bem, estas atividades fizeram parte dos meus dias sem internet. E você, o que costuma fazer quando a falta de conexão está presente? Deixe a resposta aí nos comentários!
Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 9). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).
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domingo, 12 de abril de 2015

E no futuro eu quero...

domingo, abril 12, 2015 12
Não encontrei o autor da imagem (alguém sabe?!), mas achei genial! uahahah

Eis que chegamos ao quarto mês do ano, e o tempo passou em um piscar de olhos! Muitas tarefas para colocar em prática, muito trabalho para dar conta, muitos sonhos para realizar. E um blog, no olho do furação.

Quando comecei o workshop sobre os 10 dias para se ter um blog melhor (10 days to a better blog), não pensei que ele seria tão intenso como está sendo e que me traria tantos insights positivos. Ele tem me ajudado em um processo de reflexão profunda e dado inputs para a realização de vários desejos e a tarefa de hoje relaciona-se a isso.

O que eu quero para o Algumas Observações?

Pergunta extremamente difícil. Um blog com a idade do meu é como um filho... Só posso querer o melhor. SEMPRE!! Se parar para pensar friamente, com base em tudo o que escrevi sobre o por que eu blog, faz sentido desejar que tudo saia bem - o blog é um reflexo de mim, e eu quero é ser feliz (quem não quer?)!

Voltei no meu post de sobre as 15 coisas para fazer em 2015, que fiz em janeiro, para checar se havia algo relacionado ao blog. De certa forma trabalhar as minhas fraquezas e celebrar quem eu sou faz parte da minha meta pessoal - que nasceu nos últimos meses - que levar a escrita a sério. Eu sei que escrevo bem, sei que tenho talento, mas também sei que a falta de uma rotina, a preguiça e a procrastinação me atrapalham muito.

Para começar a arregaçar as mangas, estou lendo muito sobre como ser um bom autor, como captar e registrar as ideias, como me organizar, como vencer a preguiça e desenvolver uma rotina de escrita. Neste ponto, trabalhar no blog por 10 dias seguidos tem sido um desafio e uma ajuda para atingir este objetivo.

Então, o que quero para o blog e para a minha carreira de escritora é atingir os seguintes objetivos:
  • Desenvolver uma rotina de escrita diária: escrever ao menos um texto por dia, não importando o tamanho ou o formato.
  • Desenvolver uma rotina de postagens semanais: postar ao menos três vezes por semana.
  • Revisar os dois livros que escrevi até setembro.
  • Publicar ao menos um dos livros que escrevi no wattpad até dezembro.
  • Começar um livro novo e terminá-lo até o fim de dezembro.
Agora é só por a mão na massa. Desejem-me sorte! :)
Beijos e queijos! :*

(PS: Se você tiver alguma meta de escrita, compartilhe nos comentários! Além de gostar de saber que não estou sozinha nessa, posso aprender com a sua rotina de escrita.)

Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 8). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).

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Postagens mais lidas de 2014 e o feedback disso

domingo, abril 12, 2015 4


A tarefa de ontem do 10 days to a better blog era a atualização da páginas "sobre". Confesso que escrevi, mas que preciso amadurecer mais as ideias, por isso, o texto que escrevi está nos meus rascunhos, para que eu possa deixá-lo mais redondo e possa publicá-lo com mais certeza sobre o que estou fazendo (assim que for ao ar, aviso no twitter e no facebook).

Focando na tarefa de hoje, vamos falar de Google Analytics?! Para quem não sabe, esta ferramenta do google permite que o blogueiro analise tudo o que acontece em seu site (para saber como instalar, leia este tutorial). 

Como contei anteriormente, eu instalei o Analytics há muito tempo, mas raramente acesso para pensar nisso. Hoje o fiz e colhi alguns dados interessantes. Contudo, antes de falar sobre eles, vamos ver quais são os posts mais lidos de 2014.

Os 10 mais lidos de 2014

1. [Resenha] Caravaggio, o filme
2. [Resenha] Ostra feliz não faz pérola, de Rubem Alves
3. Desculpe se eu não sou perfeita
4. Você conhece o postcrossing?
5. [Projeto] 101 coisas em 1001 dias
6. [101 coisas em 1001 dias] Memory Jar
7. O que eu aprendi frequentando a academia
8. Milagres
9. Um feriado para chamar de meu!
10. Achados fotográficos #5: Cole Rise

Feedback disso

A primeira coisa que me passou pela cabeça foi: como somos parecidos, não? Gostamos de nerdices, sentimentalismo e desafio. Quando resenhei o filme sobre o Caravaggio e o livro do Rubem Alves, realmente achei que ninguém leria. Mas aconteceu justamente o contrário: eles estão no topo da lista! Eu raramente encontro pessoalmente pessoas que gostam desses assuntos, então fico muito feliz mesmo por saber que eu não sou a única apaixonada pelo Barroco e por reflexões sobre o cotidiano.

Os posts 3, 7, 8 e 9 foram totalmente pessoais. Desculpe se eu não sou perfeita foi escrito em um momento de plena angústia e desespero, em que tudo estava dando tão errado que eu estava até brigando com as pessoas que mais amava. Sabia que ou escreveria ou entraria em colapso total... Acredito que este seja o motivo de ser tão lido, ele é verdadeiro. Extremamente verdadeiro. Tanto ele, quanto os outros três falam sobre as observações e os sentimentos do meu cotidiano, o que me deixou bem feliz por vê-los na lista (tinha um pouco de dúvida se vocês gostavam de ler posts assim ou não).

Postcrossing, 101 coisas são projetos e também fazem parte da minha vida pessoal. Acho que desafios inspiram as pessoas, porque vocês realmente gostam disso (pelo o que o google analytics mostrou, outras postagens dos projetos também são muito bem aceitas).

Por fim, temos os Achados fotográficos. Esta é uma coluna que eu realmente curto fazer, porque gosto de conhecer as histórias dos artistas por trás das imagens. Acredito que elas sejam tão inspiradoras quanto as próprias fotos.

No fim das contas, fiquei feliz porque percebi que os meus objetivos de escrita são os mesmos dos seus objetivos quanto leitores. :) Sehr gut! :D

Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 7). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).

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sexta-feira, 10 de abril de 2015

Padrões e análise de dados... Será que eu consigo?

sexta-feira, abril 10, 2015 4
Arte de Mike Licht.

Como contei para vocês há alguns dias, amo escrever e blogar. Segundo as pessoas que leem aqui, sou boa nisso (modéstia à parte, eu também acho que sou!). Mas acredito que meu blog não é tão conhecido assim pelo fato de que eu não me dedico tanto ao lado administrativo da coisa. Blogar sempre foi algo relacionado ao meu humor e não a uma planilha ou calendário.

O fato é que desde o ano passado eu venho sentindo uma necessidade profunda de me organizar - e, consequentemente, organizar o blog. Acho que tornar este ambiente agradável faz parte do respeito que sinto por todos que me leem. Então, foi assim que desenvolvi o meu blog planner impresso e que resolvi testar o eletrônico da Sernaiotto. Também desta necessidade, comecei este workshop/desafio dos 10 days to a better blog. Tenho obtido resultados interessantes, que me levam a querer continuar neste caminho.

O tema do quinto dia do workshop é "Padrão". Logo eu, que sempre furo os padrões a que me proponho, tendo que pensar nisto... Foi difícil escolher sobre o que escrever, portanto, resolvi compartilhar o que pensei em termos de conteúdo, uso do blog planner, comunicação e análise de dados. Vamos lá?

Conteúdo

1. Páginas do blog
Quando pensei nas páginas do menu acima, tive como objetivo fazer com que as pessoas encontrassem as principais informações de maneira prática. Quem é blogueiro já sabe (e se você não for, mas quiser começar, mantenha isso em mente) que as páginas sobre o blog, quem escreve e contato são essenciais. Elas são um verdadeiro resumo, uma espécie de biografia/cartão de visita para os novos leitores. Confesso que quero (ou seria preciso?) atualizar as minhas, contudo ainda não tive muita inspiração para fazer algo melhor do que o que está no ar... (acho que teremos algo neste sentido ainda dentro dos 10 dias)

Além destas três páginas, na guia principal vocês encontrarão uma duas para os dois projetos principais de que participo (101 coisas em 1001 dias e o #aophotoaday) e a minha lista de leitura. Todos eles estão, de uma forma ou de outra relacionados ao compromisso público que assumi e, justamente por esta razão, ficam disponíveis de forma que todos tenham fácil acesso. 

Principal vantagem / resultado: não me esqueço das promessas que fiz e de compartilhar as conquistas com vocês.

2. Categorias, colunas e tags
Em janeiro de 2015, eu tive um longo momento de mapeamento dos principais assuntos observados por aqui. Queria fazer colunas efetivamente, mas acabei dividindo tudo por categorias. Acho que assim facilitaria para quem quisesse procurar o conteúdo.

Algumas pessoas dizem que o ideal é ter entre 5 e 8 categorias por site (todavia, já li artigos que falavam em, no máximo, 10), porque um número superior pode confundir o leitor. Eu fechei em 7:
  • Aleatoriedades (que é tudo o que não cabe nas outras 6);
  • Fotografia (em que geralmente são postadas a coluna Achados Fotográficos e o que é relacionado ao #aophotoaday);
  • Pessoais (tudo relacionado à blogueira que vos escreve);
  • Projetos (como o próprio nome diz, são os posts dos projetos que faço parte);
  • Receitas;
  • Resenhas (de livros e filmes - estas são raras, mas existem!)
  • Textos literários (contos, crônicas, diálogos, poesia, prosa poética, etc).
É claro que este é apenas um guia. Digo isso porque às vezes há textos que são híbridos e que acabam pertencendo a dois gêneros... 

Além das categorias, o leitor pode se guiar pela nuvem de tags. Ela ajuda muito a encontrar o conteúdo (lá há tags com os nomes das colunas e nomes dos mais assuntos recorrentes).

Tanto as categorias quanto as tags estão localizadas na coluna à direita do blog.

Principal vantagem / resultado: não consigo ter 100% da percepção de um leitor. Na prática, acho que não surtiu muita diferença para quem lê - pelo menos, ninguém me deu um feedback sobre o assunto. Por outro lado, pensar nas categorias me ajudou a traçar sobre o que eu gostaria de falar, sem me engessar (as aleatoriedades estão aí para isso!). Com as categorias eu consigo me controlar para não ficar sempre presa a um único assunto (eu sei que tenho tendência a fazer isso quando me sinto atada a uma situação ou a um fato da minha vida).

Blog planner

Juro para vocês que eu já tentei ser como essas blogueiras que têm uma escala de conteúdos e postar um poema no domingo, uma resenha na segunda, uma receita na terça e assim por diante. Todavia, não dá. Não consigo ainda (quem sabe um dia eu atinja este grau de determinação...). Já planejei postagens a ponto de deixá-las todas programadas, para abrir o blogger e mudar tudo de última hora só porque o texto daquele dia não estava conforme o meu humor. Portanto, o que tenho feito é deixar o máximo o possível de textos prontos no rascunho e acessado para publicar o que tem mais relação com o meu momento.

Principal vantagem / resultado: de qualquer forma, tenho usado o blog planner. Ainda que eu não tenha seguido o calendário de postagem à risca, ele serve como registro e me ajuda a equilibrar o conteúdo das postagens, as formas de divulgação e a quantidade de fluxo das redes sociais. 

Comunicação

Como parte dos 10 days to a better blog, resolvi começar a usar o sistema de newsletter muito amor! do MailChimp. 

Principal vantagem / resultado: embora dê mais trabalho, acredito que a possibilidade de eu mesma escrever as neswletters dará um ar mais bacana à minha comunicação com todos que passam por aqui.
Então, fica o convite: inscrevam-se para receber o blog por e-mail! ;)

Análise de dados

Uma coisa que me incomoda um pouco é o que se relaciona à análise dos dados. Eu realmente preciso aprender a fazer isso. Há muito tempo que não abria o meu google analytics e obtive algumas surpresas. A maior delas diz respeito ao seguinte dado: 79,9% do público que lê o blog é novo! (Sejam mais que bem-vindos!) Ao saber disso, além de ficar espantada, passei a me questionar como fazer com que estas pessoas voltem... Ainda não sei! :P

Aliás, este é o meu problema real com o analytics: são tantos dados que eu acabo me perdendo neles. Sou de humanas, meu negócio é arte, então a lógica administrativa me assusta. De qualquer maneira, quero me esforçar mais para aprender a lidar com a parte burocrática, porque sei que isso vai me ajudar em outros aspectos além da minha vida de blogueira (aliás, se vocês souberem uma forma fácil de aprender, deixe a sugestão nos comentários, por favor!).

Bem, acredito que estes são os padrões e o desafio do Algumas Observações. :)
Beijos e queijos! :*

Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 5). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).

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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Amor e gratidão... My speech goes to...

quarta-feira, abril 08, 2015 13
Imagem por woodleywonderworks.



Os últimos dias foram de reflexões intensas. Além de tudo o que vocês estão acompanhando no workshop/desafio dos 10 days of a better blogging há muitos gestos, muitos inboxes e muitas mensagens no whatsapp, de pessoas queridas que me fazem pensar no amor e na gratidão. Logo, esta postagem é para falar no amor e na gratidão que sinto.

Quem me conhece sabe o quanto eu gosto do agradecimento em espanhol: gracias. Esta palavra tão pequena, que indica o quanto estamos agradecido por aquilo que aconteceu, resume bem os últimos dias. Então, vamos fingir que eu ganhei um prêmio e.... 

[discurso on]

Deus, sei que o Senhor tudo sabe e tudo vê, mas quero registrar mesmo assim. Obrigada por me dar uma vida plena, cercada de pessoas que eu amo e que me amam. Obrigada pela saúde ao longo destes quase 29 anos. Agradeço também pelas oportunidades de aprendizado - mesmo as que vieram em um momento de dor. Todas elas me deram - e ainda dão - forças para lutar por um mundo mais bonito. Espero que eu possa Lhe orgulhar um dia (Ah! E obrigada pela natureza. Árvores lindas e passarinhos cantando para mim todos os dias me deixam extremamente feliz!).

Mommy, papys e sister - vocês formam a melhor família que uma pessoa pode ter! :D Espero que possamos viver juntos por muitos anos. Sem vocês eu não seria alguém. Amo cada um mais do que a mim mesma.

Cah e Sue - que a nossa amizade dure muito mais que estes 10 anos. Porque não importa qual é a época, o projeto, o fuso horário, a cidade ou qualquer outra coisa... Nós três somos chatas e é por isso que a gente se aguenta. Além da amizade, obrigada por serem as melhores beta readers ever! Amo vocês! 

Team Maybe - vocês são incríveis por serem vocês! Sem palavras pelas risadas, pelos anos amizade e por não desistirem dos meus sonhos quando eu estava quase fazendo isso. Se eu vou realizar mais uma etapa, boa parte da "culpa" é de cada uma de vocês.
(Karine, obrigada pela paciência com as aulas de alemão à distância. Mari, obrigada por ser a irmã mais velha que eu não tive!) Amo, amo e amo. É nóis, alright!

Girls do Aloka - vocês são as companheiras de crise, de riso, de desabafos. Cada uma do seu jeito, fazendo da minha vida mais leve quando ela está mais densa. Nem preciso dizer que os meus dias seriam muito mais cinza sem as trocentas mensagens e todo o apoio, preciso?! Somos super mulheres e eu me orgulho de fazer parte da nossa panela! :) Amor infinito por vocês.

Moni e Vivi - amoras, quem diria que o e-mail viraria chatmail e que o chatmail se tornaria esta amizade tão bonita? Vivi, obrigada por nos apoiar sempre nas nossas loucuras. Moni, obrigada por querer embarcar na realização dos meus sonhos. Amo vocês!

Karlinha - obrigada por dividir comigo um pouco da sua história. Obrigada - de novo! - por ter me ajudado a compor a minha coleção do DeGraw (nunca vou me esquecer disso!). Obrigada por ser tão awesome! Sei o quanto você é maravilhosa e tenho certeza que tudo de mais lindo vai acontecer na sua vida. Estou aqui para o que der e vier! E adoro abraços quentinhos! uahahaha Te amo!

Carol Vayda - obrigada pela inspiração e parceria. Você é um presente na minha vida, por ser esta pessoa de energia que me puxa para o caminho da luz. Que a gente ainda toque muitos projetos juntas, standing in the hall of fame, 'cuz the world is gonna know our names! ;) I ♥ you!

Anie - você é linda e eu agradeço todos os momentos de otimismo e todas as musiquinhas sitting under the tree. Por mais que isso seja uma viagem muito doida - porque a gente sabe que as probabilidades reais são nulas - você sempre consegue me arrancar uma gargalhada. Para uma pessoa otimista como você, deve ser meio boring ter uma amiga tão realista como eu, então, agradeço a paciência. Amor sherlockiano para você, minha diva do direito! ;)

CNE - todos os meus colegas de trabalho e alunos do CNE, que se tornaram meus amigos lindos que moram no meu coração. Sinto falta de vocês todos os dias. E amo vocês cada vez mais, porque me bate um orgulho gigante de ver o caminho que cada um está seguindo. Sinto um profundo amor e gratidão por tudo o que vivemos juntos!

Grupo do #aophotoaday no facebook - amigos queridos, obrigada por alimentarem esta ideia e me inspirarem tanto. Vocês são incríveis! É ótimo poder conhecer cada um ainda mais e ver o quanto a vida é bela por meio das imagens que vocês fazem!

Meus professores - cada um dos meus professores não faz ideia do tamanho da contribuição que eles deixaram na minha vida. Mas o fato é que eu não seria uma pessoa tão sábia se eles não tivessem contribuído na minha formação. Até hoje as palavras de cada um reverberaram dento de mim. Agradeço a paciência e o apoio em todos os meus momentos de crise. Agradeço a vibração e felicidade em todos os momentos de conquistas. Amo cada um de vocês"

Meninas do Ressu - obrigada pela acolhida e por serem tão queridas comigo. Se tem algo que eu amo no meu trabalho é estar com vocês! A "tia teacher professora de inglês" ama dividir tantas alegrias - e alguns dramas - com pessoas de corações tão nobres! Love y'all! 

Amigos lindos - a lista é grande e, se o seu nome não apareceu acima, não fique triste. Não te esqueci. Você continua sendo lindo e divo na minha vida. Mais presente ou mais distante, vocês moram no meu coração! :D

Leitores daqui do blog - algumas carinhas eu não conheço pessoalmente, mas isso não diminui o amor e a torcida para que tudo continue dando certo nas suas vidas. Há alguns de vocês que eu faço questão de abraçar um dia (, você é uma delas!). Há outros que moram longe e que me fazem esperar em um milagre de nos vermos em São Paulo ou em qualquer outro lugar do planeta. Espero que dê certo!
Enfim, obrigada por gastarem um pouco do tempo de vocês lendo as minhas palavras. Amo vocês e sempre fico feliz por recebê-los aqui! :)

A todos que já passaram pela minha vida - se você veio, me fez sofrer e foi embora, muito obrigada. Obrigada por vir e me fazer aprender algo... E obrigada por ter ido embora! ;)

[/discurso off]

Post amor, porque é com amor que a gente vence as lutas do mundo!
E é melhor terminar por aqui, porque caiu um cisco no meu olho!
Beijos e queijos :*

Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 4). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).
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terça-feira, 7 de abril de 2015

Ambiente, o como escrevo

terça-feira, abril 07, 2015 6
Imagem por Jeremy Levine.

Se no post de ontem escrevi sobre por que escrevo, hoje a reflexão será sobre o como eu faço isso. Confesso que é a primeira vez que efetivamente penso sobre este assunto e... Meu Deus, que difícil! É claro que, como educadora, a primeira ideia que me veio à mente foi a teoria behaviorista - também chamada de comportamental - que (falando de forma muito resumida) defende a influência do meio ambiente no processo de ensino e aprendizagem. 

O site da revista Nova Escola traz uma frase muito boa sobre o Skinner (teórico que trouxe à tona a teoria behaviorista). Diz a página:

Para o psicólogo behaviorista norteamericano, a educação deve ser planejada passo a passo, de modo a obter os resultados desejados na "modelagem" do aluno

(Clique aqui para ler o artigo completo e saber mais sobre o Skinner e a sua teoria)

Eu sei, você está aí se perguntando "o que isso tem em relação ao blog?!". A relação está no meu ambiente de produção de conteúdo e no resultado relevante ou não dos meus posts - o quanto o ambiente me molda? Skinner diria que é possível modelar o blogueiro a partir do seu local de trabalho, mas só agora - depois de alguns anos conhecendo a teoria - olhei para ela fora do meu contexto "professora-aluno-escola".

A minha forma de escrever

Percebi que mantenho hábitos diferentes de acordo com o objetivo que tenho. É engraçado como construí isso ao longo dos anos sem perceber. Todavia, é interessante fazer esta reflexão para notar o que posso mudar ou aperfeiçoar.

1. Sou uma pessoa noturna
Isso é algo que me intriga e que já me incomodou um pouco. Eu sou dorminhoca desde que me entendo por gente e trocaria a noite pelo dia fácil, sem sofrimento. O problema maior é que a sociedade é diurna e cobra que você seja também.

Em casa, todas as pessoas que convivem comigo são diurnas. Nos livros que li até hoje sobre dicas/hábitos de escrita, as pessoas pregam que se levante cedo para que a escrita seja a primeira atividade do dia... Contudo, para mim o melhor é escrever (e executar outras tarefas também) à noite, enquanto todos dormem. É quando tenho as melhores ideias e sou mais produtiva. Não tem jeito.

2. Quarto, cozinha, sala
Não tenho um local de trabalho para chamar de meu (sonho de consumo: uma biblioteca dessas com mesas grandes e prateleiras gigantes!). Geralmente escrevo no quarto quando faço uso do caderno. As anotações que surgem de manhã e de madrugada. Normalmente, em formato de poemas. Gosto de fazer versos à mão (embora escreva direto no computador também, as melhores poesias são feitas à mão... mas não me pergunte o motivo disso).

Quando estou sozinha ou quando tenho que fazer algum conteúdo de cunho mais jornalístico para o Minhas Literariedades - que exigem um "o quê? Por quê? Onde? Quando? Quem? Quanto?" - acabo sentando-me à mesa da cozinha. Lá é o momento moça séria! uahahaha Na verdade, ainda não encontrei uma explicação para isso. Só sei que é assim.

Entretanto, é no sofá da sala é onde 90% dos meus posts são feitos. Gosto de me sentar em frente ao aquário, relaxar e deixar as ideias fluírem. Quando é dia, gosto de observar o céu pela janela (o sofá fica ao lado de uma grande janela). Também fico perto dos meus CDs, o que ajuda na busca de inspiração.

3. Music is my life, my life is music
Sempre que escrevo no computador, escrevo com música. SEMPRE. E sou extremamente metódica com isso. Um exemplo clássico é: odeio o modo aleatório com todas as forças do meu ser. Nunca o meu rádio, meu celular e meu media player estarão neste modo. NUNCA! Por outro lado, o "repetir todas" estará sempre ativo. Sinto agonia quando o CD acaba e fica aquele silêncio... Melhor repetir tudo de uma vez.

Também sou dessas que organiza os álbuns em pasta e coloca um de cada vez para tocar (acho que isso tem relação com a agonia pelo modo aleatório) e que, quando cisma com algum cantor/banda/álbum, ouve aquilo por eras, não importa se é novo ou não. 

(A bola da vez - de novo, porque às vezes eu ouço muito, paro por um longo tempo e passo a ouvir novamente - é o Momentum, do Jamie Cullum - ouça aqui.)

Como parte do método, uso headphone, porque o fone pequeno, desses que vêm no celular, me atrapalha para escrever - sim, fico incomodada com isso. Usar o fone de ouvido é sinal de "não me interrompam", que funciona bem aqui em casa.

4. Caderno x Editor de texto x Blogger
De novo, vai depender do que eu estiver escrevendo. Normalmente, poemas vão no caderno; resenhas, no Word e os demais posts são escritos diretamente no blogger. Estou achando muito engraçado constar isso, mas é incrível como eu sou a rainha em criar hábitos bizarros! uahahahah

5. Acompanhamento 
Chá ou café com leite são sempre bem-vindos. Comidas normalmente me deixam agoniada, porque ou eu quero comer rápido para não deixar a ideia escapar, ou acabo demorando na escrita e, consequentemente, perdendo a fome.

6. Distrações
Sou dessas que trabalha com várias abas do Google Chrome abertas (agora, por exemplo, são cinco). Contudo, já observei, e cortei uma delas da minha vida: o facebook me atrapalha muito quando estou escrevendo. Como escrevo à noite - horário que todo mundo fica online -, acabo recebendo muitas notificações que são motivos de interrupções desnecessárias ou não tão urgentes. Agora já é regra: escrevo com o site fechado e só abro depois de clicar em "publicar".

E você, como escreve? Eu gostei de fazer este exercício de me observar. Dentre outras coisas, percebi que adoro escrever perto de uma janela e que tenho que pensar em um lugar assim quando for montar um local de escrita mais decente. Espero que isso seja em breve! Não preciso de muito para ser feliz! hehehe

Beijos e queijos :*

Nota: Post escrito como parte do #10daysbetterblog (Day 3). Para saber mais, clique aqui (link em inglês).
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