domingo, 29 de março de 2015

[#aophotoaday] Abril e eu

Hello, my friends! :)
Espero que tudo esteja bem com cada um de vocês. A postagem de hoje é para divulgar a lista do #aophotoaday de abril. A proposta para este mês é que a gente se conheça melhor e massageie o nosso ego também uahahah, por isso que o titulo da postagem é Abril e Eu. Bora lá?! ;)

Para quem for novo no projeto, basta acompanhar a lista, fazer uma foto com o tema - cabe a sua interpretação para o assunto - e compartilhar nas redes sociais com a tag #aophotoaday. 


Para interagir com outros membros que também participam do projeto, basta procurar pela tag nas redes sociais ou entrar no nosso grupo do facebook. ;) Você será muito bem-vindo!

Se ficar mais fácil para você se organizar, pode imprimir aquele calendário esperto para carregar para cima e para baixo! Aeeee :D



Gostou, curtiu? Junte-se a nós e fotografe muuuuuuuuuuuuuito! ♥

PS: Para quem quiser dicas de fotografia, este link é incrível!
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domingo, 22 de março de 2015

(Re)Descoberta do amor

Imagem por L'imaGiraphe (en travaux)
Se você fosse real nos moldes que todos fazem questão de exibir, talvez eu acreditasse neste mundo cor de rosa de comercial de margarina. De fato, a única vez que te vi, foi quando - naquela manhã chuvosa - me encarei nua em frente ao espelho. Reciprocidade matinal. Isso sim é amor.

Vi minhas curvas suaves que destacavam o meu corpo na penumbra do quarto. Um pouco de celulite fruto de uma dieta feliz que conta com sorvete e fast food vez ou sempre. O cabelo bagunçado de quem acabou de tomar banho. Água que escorre enquanto a toalha percorre seus caminhos em busca de uma pele seca... Estava ali, despida do mundo, despida de mim mesma.

E enquanto o hidratante se espalhava por entre as coxas, enquanto o mundo parecia paralisado ao meu redor, senti o quanto o momento era especial. Não era comercial, muito menos de margarina. Não estava acompanhada em um dia ensolarado. Não estava maquiada, de unhas feitas. Era a negação do mundo. Era o meu próprio mundo. Apenas eu. Ser pensante, que não tem necessidade do amor vendido, mas que a cada dia descobre o amor mais belo de todos, o que sente por si mesma.

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domingo, 15 de março de 2015

Achados Fotográficos #7: Entrevista com o fotógrafo Renato Rodrigues

Olá!
Hoje a coluna Achados Fotográficos será em formato de entrevista. O motivo? Tenho vários amigos que são fotógrafos e quero mostrar o trabalho deles por aqui também! :) Afinal, este espaço é para isso também.

O primeiro entrevistado é um amigo talentosíssimo, chamado Renato Rodrigues. Rê, obrigada por ter respondido à entrevista! Tenho certeza que todo mundo adorará te conhecer! Agora vamos às perguntas?

Foto de e por Renato Rodrigues.



1. Como foi que você começou a fotografar? O que te levou a isso?
Eu sempre li sobre o assunto até eu pegar emprestado, em meados de 2004, com minha prima a sua maquina de filme. Eu tirava muitas fotos em festivais e de alguns passeios com um filme - com uns dois rolos de 36 poses era o máximo. Era mágico eu ficava muito ansioso para ver na revelação o que sairia. Depois de um tempo resolvi não pedir mais emprestado e ter a minha própria maquina ai foi quando uma amiga comprou a sua, e eu não queria ficar para trás. Eu comprei a primeira Polaroid digital modelo PDC 3070 em uma loja de departamento que vendia de tudo e paguei em 3x. E o que me levou de fato à fotografia foi a primeira vez que fui com esta máquina no parque do Ibirapuera e tirei fotos de tudo que me chamava atenção. De lá para cá, não conseguir mais parar, evoluindo com outros equipamentos melhores.

2. Você prefere a fotografia como profissão ou como arte? Como une as duas coisas?
Particularmente eu prefiro como arte, pois foi de lá que comecei a tirar as minhas primeiras ideias fotográficas. Mas é possível fazer de muitos trabalhos verdadeiras artes. Consolidar a arte com profissão exige mais de um fotógrafo, por exemplo, quando tiramos fotos para nós mesmos você pode ter uma ideia de momento e dar certo sem muito estudo e fica somente para você. Já como profissão é preciso estudar muitos casos para fazer sempre diferente e ser um diferencial no mercado.

Foto por Renato Rodrigues.

3. Qual é o tema que você mais gosta de fotografar e por quê?
Sou um fotografo de cenas urbanas este é o meu estilo é o meu sentimento pela fotografia atualmente, gosto de descobrir em nossa cidade situações diferentes e comuns aos olhos das pessoas que ali vivem, Muitos fotógrafos fazem isso lá fora e quando a gente vê uma foto estrangeira acha espetacular não é verdade? Foi por isso que há 4 anos comecei este projeto CENAS URBANAS.

4. O que você acha mais desafiador no universo da fotografia? Como você costuma lidar com este desafio?
É uma boa pergunta Fernanda, acho que o desafio maior é descobrir um contexto dentro de si próprio e retratar ele na vida real e deixar isso registrado para várias gerações. Eu tenho muitos desafios que eu gostaria concluir, mas por muitas vezes faltam recursos e não consigo concluir estes projetos fotográficos. Então eu lido com isso todos os dias. Mas até o momento estou conseguindo por meio dá fotografia passar algo positivo para as pessoas com o pouco que eu tenho e desafiando elas fazerem a mesma coisa.

Foto por Renato Rodrigues.


5. Você vê o uso dos celulares e de redes sociais como instagram como algo positivo ou você acha que isso banaliza de certa forma o universo fotográfico?
Antigamente tirávamos fotos e só ficava para a nossa família ou amigos ver em casa mesmo.Então, eu vejo como algo positivo, porque muitas pessoas expressam de formas diferentes. O meio eletrônico expandiu a vontade da fotografia e uniu muitas pessoas que nem sabiam por onde começar assim como eu. Não acho que banaliza estamos no futuro e vamos usar todas as tecnologias possíveis.

6. Qual conselho você daria a alguém que tem muita vontade de fotografar, mas não tem o equipamento de um profissional?
Hoje você não precisa ter um equipamento profissional top de linha, apenas um equipamento com as funções básicas para controlar a luz por meio do obturador, fotometria, velocidade e Iso. Mas se você tem vontade de começar o melhor caminho que recomendo é iniciar com uma maquina semi profissional de entrada com uma lente 18-55 e uma lente 50 mm que é uma lente bem clara e fazer um curso básico. Ai se gostar passa para os módulos seguintes.

Foto por Renato Rodrigues


7. Como você vê o mercado para quem quer começar a trabalhar na área?
Apesar da quantidade de fotógrafos ser muito grande hoje, como qualquer profissão, não falta trabalhos de diversos tipos. Depois que você sentir segurança e quiser entrar neste mercado só vai ter um problema que é o investimento em equipamentos, que hoje está muito caro no Brasil. Mas nada impede que a cada trabalho que você faça, possa usar o dinheiro que ganhar para investir em novos equipamentos. E ressalto a importância de ler muito e fazer cursos para ser competitivo e fazer o seu diferencial no mercado atual.


Clique aqui para acessar o grupo.

8. Você modera o grupo do Facebook Fotografia SP. Conte-nos sobre ele.
O grupo Fotografia SP surgiu em 24 de maio de 2012 entre dois amigos com pouco conhecimento, digo pouco conhecimento porque até hoje aprendemos coisas novas, e é uma extensão de um do grupo do Rio de Janeiro, o Fotografia RJ. Um dia fizemos uma reunião na Starbucks, vi uma mesa grande e disse para o meu amigo Fábio lima que poderíamos encher aquele lugar de fotógrafos para discutir sobre profissão, equipamentos, técnicas, tipos de fotografia, saídas fotográficas entre tantos outros assuntos sem restringir amadores, iniciantes e profissionais do ramo. Nosso projeto então saiu um pouco do virtual e ganhou o nome de Café & Fotografia para não ficar somente na internet. Então, desde 24 maio temos os nossos encontros a cada 15 dias. Para quem quiser participar do projeto o link é https://www.facebook.com/groups/grupofotografiasp/. O nosso grupo é composto por 5 administradores e hoje chegamos há 3.722 pessoas participantes com um banco de fotos 4.186 fotos postadas. Nosso encontro quinzenal já passou da edição nº 60. Além de conversamos sobre fotografia criamos novas amizades.

Café e Fotografia nº 61

9. Você já passou por algum momento engraçado, difícil e/ou constrangedor por causa de alguma foto que quis tirar? Como foi isso?
Sim algumas (risos)... Alguns dias atrás mesmo eu estava fotografando uma modelo em cima de onde escapa o vento do metro em plena Av. Paulista, minha namorada ajudando a coordenar a situação e batemos umas 5 ou 7 fotos, e eu falava faz assim e agora abaixa e fica em pé e de lado, quando paramos e olhamos para trás tinha umas 10 pessoas olhando para a gente, fiquei vermelho de vergonha.
Situações difíceis têm muitas: aquelas em que alguns lugares são restritos, em que não pode fotografar sem autorização e você só vai descobrir depois que o segurança diz para recolher o equipamento e sair do local... já passeio muito por isso.

Foto por Renato Rodrigues.

Gostaram do trabalho do Renato? Então acompanhe:
site | flickr | Fotografia SP no Tumblr | Fotografia SP no Facebook

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terça-feira, 10 de março de 2015

[Resenha] Superação, de Nick Vujicic


Superação é o terceiro livro escrito por Nick Vujicic e teve como inspiração o material das suas duas obras anteriores, Uma vida sem limites e Indomável. O que o torna diferente dos livros que o precederam é a sua estrutura. Se antes Vujicic narrava acontecimentos de sua vida – marcada pelo aprendizado da aceitação de sua falta de braços e pernas – aqui, temos um compilado de seus pensamentos mais inspiradores, que servem como concelhos aos leitores para que todos tenham “uma vida absurdamente boa”.

Segundo o autor, o título da obra refere-se “ao amor e ao poder sem limites de Deus”. Nota-se que ele foi fiel a este propósito, uma vez que cada capítulo traz um pensamento que começa justamente com um trecho bíblico que o embase. Aqui, percebe-se a sabedoria do autor ao interpretar o enxerto, de forma que a linguagem seja acessível tanto a quem tem familiaridade com a linguagem bíblica, quanto para quem não tem.

Por ser bem-humorado e ter uma linguagem acessível, a leitura flui de maneira extremamente prazerosa. Vujicic é prático ao levar seus leitores a refletirem, sem causar um mal-estar ou transformar este momento de desenvolvimento pessoal em algo tenso e doloroso. Além disso, ele narra diversos exemplos de como ele mesmo deu a volta por cima, colocando a sua fé em prática e depositando as suas esperanças em Deus.

Vale ressaltar que o autor é extremamente consciente – e faz questão de deixar claro em diversos momentos de sua narrativa – que compreende os poderes e a força divina, mas que todos nós temos que fazer a nossa parte. Ele também não despreza a ajuda de parentes, amigos e profissionais nos momentos difíceis, já que sabe da importância de cada um na busca por uma vida saudável e motivada.

Cada um dos cinquenta capítulos termina uma mensagem de fé e confiança, a que o autor denomina “Palavras de superação”. É como se Nick Vujicic virasse para cada um de seus leitores – com aquele sorrisão que sempre é visível em seu rosto – e dissesse: “Ei, você consegue! Tudo o que tem que fazer é confiar em Deus e se mexer!”. E o que é mais bacana: ele o faz de uma forma que foge do discurso de livro de autoajuda que estamos acostumados a ver por aí. Vujicic é sincero e honesto, porque ele sabe o que é viver o preconceito na pele, o que é sentir vontade de acabar com a própria vida, o que é viver na solidão e ter medo de não encontrar um grande amor que seja recíproco, o que é viver uma crise financeira em seu trabalho, o que é pensar que – de alguma forma – Deus desistiu de nós.

Mas será que o Senhor desiste mesmo de alguém? O sorriso e as palavras de Nick Vujicic nos provam que não!

Livro: Superação
Título original: Limitless
Autor: Nick Vujicic
Tradução: Paulo Polzonoff Junior
Páginas: 160
Editora: Novo Conceito
Sinopse: Em 50 reflexões inspiradoras, Nick Vujicic, o palestrante admirado em todo o mundo, compartilha desta vez com os leitores uma sabedoria eloquente, adquirida da maneira mais penosa, para ajudar você a encarar os obstáculos com serenidade e coragem. Encontre a motivação que buscava para vencer as dificuldades em qualquer área da sua vida: dúvidas sobre a sua fé, problemas de relacionamento, dificuldades no campo profissional, questões ligadas à saúde ou à autoestima.



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terça-feira, 3 de março de 2015

Ai não!

Escolhi a cor errada. ¬¬

Sabe quando tudo começa a desabar na frente dos seus olhos e você se sente na Matrix. Pois é. Acho que tomei o comprimido errado... 

Lembram-se do lance da pós que eu comentei com vocês aqui? Estava tudo certo até hoje, às 3 da tarde. Então, a PUC me mandou o e-mail balde-de-água-congelada-vinda-direto-do-Frozen dizendo que o curso foi cancelado por falta de participantes (fui a quinta a me inscrever, então sei que cinco pessoas havia).

A po**a do e-mail.

Agora, sendo muito honesta, não sei o que fazer. Porque não tenho o tempo que o mestrado precisa e não encontro um curso lato sensu que seja a minha cara. O que fazer com a minha carreira me incomoda mais hoje do que quando havia feito a inscrição para o curso de Literatura.

Aí vocês me perguntam: mas não tem outro lugar? Não dá pra fazer na USP? Não tem outro parecido? Infelizmente, a resposta para tudo isso é não. As outras universidades ou tem língua e literatura juntas (o que torna o curso superficial) ou desmembra a teoria e a crítica literária em zilhões de outros cursos. Resultado: pelo menos por enquanto, dancei. :/

E por tabela, os meus planos de ser voluntária também foram para o ralo, porque precisaria comprovar que estou estudando... 

(...)

Sempre costumo dizer que quando algo realmente dá errado é porque Deus quer nos ensinar algo. O problema é que depois deste fevereiro trash que tive, começar março assim não foi nada animador. Nada mesmo. Nadica. E nem preciso dizer que eu ainda não entendi o que Ele quer dizer com tudo isso, preciso? Não sei o que fazer, mas vou esperar clarear os próximos dias para ver se alguma ideia brilhante aparece. 

Voltemos à estaca zero (leia-se: entrar em todos os sites e ver se ainda dá tempo de encontrar e me matricular em algum curso). 
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