domingo, 23 de novembro de 2014

Um feriado para chamar de meu!

Sabe quando você está louco por férias e então surge um feriado no seu calendário para te dar um suspiro? Pois bem, foi assim por aqui. Em muitas cidades do Brasil, dia 20 de novembro é dia da consciência negra, e assim foi aqui em Sampa, para a minha alegria.

Há tempos precisava de tirar um tempo para mim, então foi isso o que fiz nestes quatro dias. Na quinta, tudo o que fiz foi assistir Friends. Quem lê o blog há tempos sabe que esta é a minha série preferida de todos os tempos (quem não sabia, soube agora), e eu estou fazendo a maratona de assistir a todas as temporadas na ordem. Zerei a quinta e o primeiro disco da sexta (disco 21) e já estou sofrendo quando penso que logo, logo estarei na décima e última. #mimimi O fato é que eu continuo in love with Chandler Bing! ♥

Um dos momentos mais fofos da 5ª temporada! Chandler, te quiero!

Sexta foi dia de faxina e de visitar alguns blogs queridos. Lá no Aumente o Volume, conheci a música da Mapei e simplesmente achei um máximo! Ouvindo aqui sem parar! (Baixei o álbum todo e recomendo!)

Recomendo também a versão acústica de Don't wait. ;)

Sábado foi dia de leitura de dia. Estou quase terminando o livro do Vinícius Márquez, chamado Segundos Depois. Estou adorando! O livro é muito bem feito e eu não vejo a hora de resenha-lo. É sempre muito bom poder descobrir talentos nacionais como o deste autor.

Citação do livro Segundos Depois.

Leituras à parte, à noite foi dia de sair com a Susi, uma das minhas amigas de infância. Fomos jantar ela, o namorado dela e eu. Pela primeira vez eu me senti verdadeiramente adaptada a esse lance de ser a última das solteiras entre as minhas amigas. O passeio foi tão bom, tão incrível, que eu espero ter a chance de repeti-lo em breve. Sabe aquela coisa de comilança e risadas despreocupadas?! Pois bem, foi assim! :) Sem contar, que a cidade já começa a ganhar as luzes de Natal, então tudo fica meio mágico.

Rubens, Susi e eu. :)

Domingão foi dia de estudar. Sexta-feira é o dia em que entrego o meu trabalho final no curso de extensão, então precisava dar um gás nele. Aliás, adivinhem quem está com o coração na mão porque o curso está acabando?! Pois é, pois é. Dá um aperto gigantesco no coração saber que eu não vou ver mais os meus amigos todas as sextas-feiras. Por que tudo que é bom tem que durar tão pouco mesmo!?

Café, estudo e amor! 

Fim de feriado. Hora de blogar e de ver vídeos no youtube. Finalmente consegui parar para assistir aos dois vídeos que o Gavin fez para explicar cada uma das tracks do Finest Hour (o Greatest Hits que ele acabou de lançar). Morri de rir com os motivos que o levou a escrever Follow Through e com a imitação do Paul McCartney! uahahaha




Bem, é isso. Feriado gostoso como deve ser! Agora é hora de planejar as férias, mas isto é assunto para outro post!
Beijos e queijos! :*

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terça-feira, 18 de novembro de 2014

[Resenha] Apegados, de Amir Levine e Rachel S. F. Heller

Se você gosta de psicologia, quer entender o motivo de os seus relacionamentos sempre darem errado ou ainda quer fortalecer a sua relação amorosa, Apegados - Um guia prático e agradável para estabelecer relacionamentos românticos e recompensadores é leitura obrigatória. Escrito por Rachel S. F. Heller (mestre em psicologia sócio-organizacional pela Universidade de Columbia) e pelo Dr. Amir Levine (psiquiatra e neurocientista), Apegados nos mostra como a ciência pode ajudar no campo das relações sentimentais.

Na obra somos apresentados aos estudos que os autores fizeram da teoria do apego, de John Bowlby. A tal teoria divide todos os seres humanos em três diferentes estilos de apego distintos: ansioso, evitante ou seguro. Da combinação dos diferentes tipos de apego depende o sucesso ou o fracasso dos relacionamentos amorosos.

O livro tem uma linguagem simples, livre do academicismo, e é pautado em exemplos da vida real (fruto de pesquisas dos autores). Por ser dividido em partes, torna a leitura mais prática e esclarecedora. Na introdução há uma explicação sobre o que é a teoria do apego, fazendo analogias para demonstrar que as brigas, sumiços ou casos de relacionamentos bem-sucedidos têm por trás dos fatos a forma com que as pessoas reagem aos acontecimentos e que as reações são padronizadas pelo tipo de apego (ansioso, evitante ou seguro) que as pessoas envolvidas têm.

Chegada à parte 1 do livro, a leitura começa a fazer ainda mais sentido porque este é o trecho destinado à duas reflexões: qual é o estilo de apego do leitor e qual é o estilo de apego de seu parceiro. Para que a definição não seja feita à base do "achismo", há dois testes que atestam os estilos de apego do casal. Já na parte 2 do livro, deparamo-nos com uma divisão em três capítulos (também recheados de depoimentos da vida real) em que somos apresentados às características/dilemas dos três estilos de apego. Esta parte é fundamental porque ajuda a compreender como a nossa cabeça (e a do nosso par) pensa(m), como reagirá em determinadas situações e as razões - cientificamente comprovadas - de se dar tanta importância ou não às coisas como: ligar para o parceiro no meio do expediente ou demorar para assumir que está em um novo relacionamento. Na parte 3, temos também três capítulos. Todos eles destinados à combinação mais problemática de todas: a ansioso-evitante. Por fim, a parte 4 dedica-se à chamada "via segura".

E como usar todas estas informações ao seu favor? Há ainda mais dois capítulos extras que nos levam a refletir sobre como nos comunicamos em nossos relacionamentos e sobre como podemos lidar com os conflitos que surgem no cotidiano.

Pode-se dizer, portanto, que conhecer a teoria do apego adulto é também uma viagem de autoconhecimento e de conhecimento do nosso parceiro. Ao ler Apegados, esta viagem se torna divertida, prazerosa e extremamente compensadora.

Livro: Apegados - Um guia prático e agradável para estabelecer relacionamentos românticos e recompensadores
Título original: Attached
Autor: Amir Levine e Rachel S. F. Heller
Tradução: Marcos Maffei
Páginas: 304
Editora: Novo Conceito
Sinopse: Cada vez mais fazemos uso da pesquisa científica para conquistar melhor qualidade de vida. Sabemos o que devemos ou não comer, conhecemos o tipo de exercício que devemos praticar e por quanto tempo devemos fazê-lo, aprendemos alternativas viáveis para conquistar o sono revigorante... No entanto, nossos relacionamentos amorosos, parte importante de nossa vida, não parecem tão avaliados e estudados. Geralmente temos a sensação de que essa coisa de amor é um assunto da sorte.

Mas será possível que a ciência explique por que algumas relações são produtivas e enriquecedoras, enquanto outras nos deixam perturbados e alienados? Pode a ciência explicar como muitos criam vínculos amáveis sem esforço algum, enquanto outros têm que lutar tanto pelo amor? Para o psiquiatra Amir Levine e a psicóloga Rachel Heller, a resposta é um evidente “sim”.

Em "Apegados" — livro baseado nas pesquisas da Teoria do Apego, de John Bowlby —, os autores revelam como compreender os mecanismos de afeição que se criam entre os adultos, o que certamente nos ajudará a encontrar e a manter o amor.

Seja você do tipo “ansioso”, “seguro” ou “evitante”, Levine e Heller se encarregam de oferecer instrumentos suficientes para que você possa construir relações mais fortes e reparadoras com as pessoas que ama.

Clique aqui para ver o livro no Skoob. | Clique aqui para ler trecho disponibilizado pela editora.

Assista ao booktrailer:




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domingo, 16 de novembro de 2014

O que eu aprendi frequentando a academia

Foto por Matt Hobbs.

Quem me conhece há um bom tempo levou um grande susto - que, em 90% dos casos, foi seguido de um "mas vocêêêê?" - quando disse que eu comecei a frequentar a academia. O fato é que desde 2013 eu venho tentando ser um pouco menos sedentária e que "a coisa apertou" no meio do ano, quando comecei a sofrer para subir alguns lances de escadas. Sem fôlego antes dos 30? Tenso.

Resolvi procurar uma academia perto, dessas que ficam estrategicamente entre a minha casa e o trabalho, de forma que não pudesse fugir da raia. De agosto para cá, além de umas medidas perdidas (confesso que só me pesei na avaliação física, depois nunca mais), aprendi muita coisa! E este post é justamente para compartilhar este aprendizado. Vamos lá?

Determinação é o primeiro passo

No começo frequentei a academia todos os dias. Sabia que isso era importante para que eu não me sabotasse e arrumasse todas as desculpas possíveis e imagináveis para furar. No fim acabei pegando gosto. Atualmente vou pelo menos três vezes por semana. Determinação e foco ajudam e muito no começo.

Ter um objetivo claro é o segundo passo

Sempre que eu digo para alguém que entrei nessa vida, todo mundo pergunta algo sobre o meu peso. Definitivamente, não comecei na academia com o objetivo de me tornar uma dessas mulheres malhadas, saradas e secas. Só quero ser mais saudável (embora eu precise melhorar muito no quesito alimentação). Então, sinto muito, mas não estou preocupada com o meu peso não. :P 

Malhar não é tão entediante quanto parece

Eu sempre tive a impressão de que malhar era um tédio total, afinal, correr parada numa esteira não faz muito sentido se pensarmos friamente. Isso sempre me fez ter uma resistência total a frequentar a academia. De qualquer forma, durante as semanas de adaptação, notei que não é tão ruim assim. Enquanto suava como doida, percebi que ir para a academia depois de um dia estressante de trabalho ajuda a desligar dos problemas e a pensar fora da caixa. Entre as contagens de uma série e outra de exercícios, acabo pensando em outras coisas muito mais saudáveis.

Há cansaço que é gostoso

Depois que a gente sai da academia e toma aquele banho, sentimos um cansaço que é diferente do comum. É um cansaço gostoso, de quem teve uma tarefa cumprida. Aliás, acho que a cada dia em que nos exercitamos temos justamente este sentimento: o de dever cumprido. Para quem já está acostumado e gosta de exercício isso pode parecer bobo, mas para quem sempre teve uma vida sedentária, como eu, isso é sim um grande passo! :)

Rir é sempre o melhor remédio

Além da malhação tradicional, resolvi aproveitar todas as aulas que os meus horários permitem (stiletto, samba-rock, zumba, circuito, abs, alongamento, step e o que mais estiver rolando). E é claro que eu acabei fazendo movimentos que nunca havia feito - ou que havia feito há mais de 15 anos em alguma aula de educação física. Quando não consigo ou me sinto desengonçada (quase sempre isso acontece!), acabo rindo. Também comemoro quando consigo fazer algo que considero difícil. Rir de mim mesma é o melhor remédio e contagia quem está comigo na aula. 

Importante é se divertir no seu ritmo

Habilidades não se desenvolvem da noite para o dia, mas o importante é se divertir. Transformar malhação em diversão foi o que funcionou para mim. Música, riso, novos amigos e - o mais importante - respeitar o meu ritmo. Nem sempre eu consigo fazer como todos. Nem sempre eu tenho a coordenação motora mais linda do universo. Mas no meu ritmo, eu me divirto e me torno menos sedentária.

Ao ar livre também é incrível

Praticar atividades físicas na academia me deixa com vontade de praticar meus exercícios fora dela. Andar de patins e fazer caminhadas em parques estão super na moda por aqui.

Agora o que está pegando é planejar 2015 com todas as minhas atividades estudantis com a atividade física. Porque sem ela eu não fico mais! ;)

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Achados fotográficos #5: Cole Rise

Olá!
Hoje a coluna Achados Fotográficos traz o trabalho de um americano de 29 anos, que atualmente mora em São Francisco, California. Cole Rise passa boa parte de sua vida atrás das câmeras registrando a beleza de pessoas e lugares. 

O fotógrafo já realizou trabalhos para diversas publicações relacionadas ao turismo, além de ter suas fotografias na National Geographic, em capas de CDs e nos layouts de alguns blogs. Suas imagens nos remete à profundidade tão intrínseca à simplicidade. Natureza e pessoas que refletem o verdadeiro sentido da vida.

Foto por Cole Rise.
Mt. Tam. Foto por Cole Rise.

Foto por Cole Rise.
Skåla Hike, Norway. Foto por Cole Rise.

Foto por Cole Rise
found in the streets. Foto por Cole Rise.

Iceland. Foto por Cole Rise.
Foto por Cole Rise.
Henri. Foto por Cole Rise.

Quer conhecer mais o trabalho do Cole Rise?
Então entre em contato com ele por meio das seguintes opções: site | facebook | twitter | flickr
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domingo, 9 de novembro de 2014

Você conhece o Postcrossing?

"envie um cartão-postal e receba outro de volta
de uma pessoa aleatória ao redor do mundo".

Oi, pessoal!
Hoje eu vim aqui contar um pouco da minha experiência com o Postcrossing - muita gente que viu os cartões que recebi lá no instagram, me perguntou como funciona o projeto, por isto este post.

A ideia do Postcrossing é que os usuários cadastrados no site troquem cartões-postais com usuários ao redor do mundo. 

Para participar é muito simples: você acessa a página do projeto e se cadastra preenchendo um perfil com nome, endereço, foto, línguas que fala e um parágrafo sobre si mesmo. Depois, clica em "send a postcard" (envie um cartão postal) e voilà! O site te dará um endereço de alguém ao redor do mundo para que você escreva. Junto com o endereço virá um código que você deve escrever no postal. Quando ele chegar ao destinatário, quem o receber acessará o site e registrará o código para dizer que recebeu a sua correspondência.

O cadastro no projeto é gratuito, mas você terá que comprar os cartões-postais (no site dos correios custa 1 real) e postá-los.

Cartões recebidos. O do café veio da Inglaterra. A paisagem é russa.

Eu já recebi dois cartões. O primeiro chegou da Inglaterra e teve como remetente o Leo, um menino de 9 anos com sérias dificuldades de aprendizado. Os pais deles contam que entraram no projeto porque ao ver as imagens que recebem nos postais, o Leo reage. Pensem como fiquei emocionada ao ler este cartão depois de um dia caótico. :) O segundo veio da Rússia. Nele há uma paisagem do subúrbio russo - que, definitivamente, é totalmente diferente do nosso.

Postais viajantes que enviarei nesta semana.
Agora vou postar alguns cartões para os EUA, para a Russia, para a Espanha, para a China, para a Alemanha e para a Inglaterra (pedi o endereço do Leo para poder respondê-lo!). 

Acho que o mais bacana de fazer parte do Postcrossing é poder compartilhar a minha cultura e aprender com tantas outras diferentes. Além disso, poder escrever em inglês e em espanhol para mim é um máximo. Adoro a parte linguística da coisa! heheheh

Para acompanhar o Postcrossing, você pode acessar o site, o twitter e o facebook. ;)

E aí, curtiu? Conhece alguém que participa? Vai participar também?! 
Conte-me tudo nos comentários!
Beijos e queijos! 

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