sábado, 13 de setembro de 2014

[Resenha] Indomável, de Nick Vujicic

Quem vê o sorriso de Nick Vujicic (pronuncia-se vu-ii-chich) não consegue imaginar que um dia ele se sentiu tão frustrado ao ponto de querer morrer afogado em uma banheira. Depois de passar anos de sua vida pedindo a Deus que fizesse o milagre de lhe dar braços e pernas e de questiona-Lo: “Por que eu? Por que comigo?”, Nick virou o jogo, passou a ver a sua deficiência como uma oportunidade de levar esperança a outras pessoas. A pergunta, então, se transformou em: “Por que não comigo?”.

Indomável pode ser resumido em um encorajamento ao leitor a colocar a sua fé em prática. Este estímulo se dá por relatos da vida do próprio autor, por depoimentos que ele recebe em seu site, por histórias que ouviu ao longo das suas missões ao redor do mundo. Tudo isso embasados por trechos bíblicos e reflexões próprias.



Nas orelhas e nas últimas páginas do livro há algumas fotos
 que registram parte do que é relatado. Esta é uma delas.
Nela, vemos o autor e um menino que ele conheceu em uma de suas palestras.
Daniel, assim como Vujicic, nasceu sem pernas e braços.

Pode parecer pretensioso escrever um livro para dizer às pessoas para praticarem a sua fé. Mas a postura de Vujicic é sempre humilde, de quem está com o coração aberto para aprender com os outros e de quem quer ver os sinais de Deus nos pequenos gestos ao seu redor. Embora protestante, ele não se limita apenas ao seu ministério ou a sua denominação, absorvendo os bons exemplos de todos aqueles que se dispõem a seguir os ensinamentos deixados por Jesus, como na passagem em que ele menciona a Madre Teresa (missionária que ficou famosa ao ajudar os pobres de Calcutá).

A obra é uma espécie de compilação entre as dúvidas e assuntos mais frequentes que chegam até Nick Vujicic e divide-se em dez capítulos que abordam tópicos como crises pessoais, relacionamentos, desafios de carreira e emprego, preocupações com saúde e deficiências, pensamentos autodestrutivos, as diversas emoções, vícios, bullying, intolerâncias, violências, como lidar com questões que estão fora do nosso controle, como ajudar os outros e como encontrar o equilíbrio.

O lado gostoso de ler Indomável é a maneira como tudo é descrito: com respeito aos leitores e suas crenças – mesmo que elas não sejam idênticas às do autor – e muito bom humor. Isso só faz com que passemos a admirar ainda mais a história de superação daquele moço que nasceu sem pernas e braços, mas que adora dar abraços por onde passa.

Como ele mesmo brinca, se ele, que não tem braços e mãos, conseguiu escrever dois livros (além de Indomável, Vujicic é autor do best-seller Uma vida sem limites), por que você, leitor, não conseguiria ser indomável?! Com o amor de Deus, tudo é possível... Até mesmo se perguntar: Por que não eu?!


Livro: Indomável
Título Original: Unstoppable
Autor: Nick Vujicic
Tradução: Paulo Polzonoff Jr.
Páginas: 248
Editora: Novo Conceito
Sinopse: Milhares de pessoas já conhecem o rosto sorridente e a mensagem revigorante de Nick Vujicic, o coach motivacional que é, ele mesmo, uma motivação para todo o mundo. Apesar de ter nascido sem braços nem pernas, Vujicic não deixou de desfrutar de grandes aventuras, desenvolver uma carreira excepcionalmente compensadora e viver significativos relacionamentos amorosos.
Nick Vujicic consegue superar as provações e dificuldades de sua vida ao concentrar-se na certeza de que nasceu com um propósito único e relevante. E não importa o quanto tudo pareça, às vezes, desesperador e difícil, Nick continua a acreditar, porque ele sabe: seu poder é desencadeado quando a fé entra em ação.
E essa experiência de fé, essa certeza de que a dificuldade está aí para ser superada, pode ser conquistada por qualquer pessoa que realmente queira ter uma vida inacreditavelmente maravilhosa.
As adversidades do mundo moderno como: problemas de relacionamento; desafios da carreira e do trabalho; preocupações com a saúde; pensamentos autodestrutivos e vícios; bullying e intolerância são infortúnios que podem ser descartados. É realmente possível conquistar o desejado equilíbrio entre corpo e mente; coração e espírito. Mas essa é uma conquista que demanda know-how; um conhecimento que Nick Vujicic tem de sobra — e está disposto a compartilhar.

Trecho disponibilizado pela editora. | Livro no skoob. | Nick Vujicic no facebook.

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sábado, 6 de setembro de 2014

O que o Stop the Beauty Madness tem a ver comigo e com você

Na semana passada peguei o meu celular e vi que havia uma notificação do facebook, de uma conhecida minha. O post em que fui marcada era uma foto dela sem maquiagem e sem filtro, em que várias de suas amigas que eram desafiadas a fazerem o mesmo. Chamou-me a atenção, no entanto, que não havia na legenda quaisquer explicações sobre o motivo de se fazer uma foto assim. O primeiro comentário - de uma menina que não conheço - dizia: "Que desafio é esse? Como é a brincadeira?". E a resposta da que o propôs foi: "postar uma foto sem maquiagem e desafiar as amigas a fazerem o mesmo".

Dias depois, algo parecido aconteceu com outra amiga que me marcava em uma foto dela, também desafiando-me, desta vez, com as tags "#CaraLimpa #LindaComoSempre #AutoEstimaA1000", que recebeu comentários como "me inclua fora dessa".

"O que eu quero ser quando eu crescer?
Linda."

Pode parecer exagero, mas fiquei em choque. Como que as pessoas transformam algo importante em simples banalidades?! Como que alguém pode aderir à uma campanha cegamente, sem saber do que se trata?! Antes de ser marcada pelas meninas, já havia visto no instagram fotos de mulheres sem maquiagem e já havia pesquisado no google a expressão "Stop the beauty madness" (em português: "pare com a loucura da beleza"), por isso sabia a magnitude do projeto criado por Robin Rice e Lisa Meade. Com o objetivo de valorizar a verdadeira beleza feminina, a ideia é nos fazer refletir sobre o que é ser bonita, não importando como seja esta beleza. Esta valorização, é claro, começa como nós, mulheres, nos enxergamos. e passa pela forma (muitas vezes deturbada) de como o mundo nos vê.

É claro que tanto a Robin, quanto a Lisa não são contra a maquiagem. Elas apenas acreditam que nós não precisamos ser escravas de tantos produtos de beleza; porque, sim, podemos ser lindas sem eles.

Como professora, que convive diariamente com crianças, vejo como esta idealização da beleza começa desde cedo e como isto pode ser verdadeiramente cruel. Durante esta semana pedi para que os alunos fizessem desenhos de atividades que eles fazem ao longo do ano (porque estudávamos as quatro estações). Todas as cores e traços eram iguais: meninos e meninas loiras, de olhos claros e cabelos lisos. O problema disso?! Boa parte dos alunos não têm as características retratadas nos respectivos desenhos (alguns são descendentes de oriental!), mas não se eu pergunto: "você está loira?" a resposta vem na lata: "Ah, teacher! Deixa eu ser assim só desta vez?".

Se parasse só em um desenho, minhas preocupações seriam pequenas, mas a crueldade da ditadura da beleza vai muito além. Se você não é magro, te xingam de gordo. Se você não tem o cabelo liso, tem que alisar porque tem que ser como as meninas que aparecem na TV (Chiquititas, Rebelde, Malhação...). Se você não se maquia, os meninos não vão te olhar. O mesmo acontecerá se você for alta demais ou extremamente baixinha. E você é obrigada a atrair os meninos a todo custo. Eles só se atraem pelo padrão barbie girl, você sabe disso. Logo, não, não se pode pedir um doce na cantina. Não, também não se pode descer para o lanche sem batom. E sim, esta é a rotina que eu vejo começar entre as meninas de 7 ou 8 anos. E sim, isto tudo é incentivado desde casa, porque elas andam com as unhas mais bem feitas do que as minhas. O que me leva perguntar: elas não deveriam brincar ao invés de passar horas no salão de cabeleireiro?! 

"Então, se eu alisar o meu cabelo poderei seguir na vida?
Ok, mas quão livre é isso?"

Quanto a mim, fazer uma foto sem maquiagem não é um desafio. Quem me conhece sabe o quanto eu sou desencanada com essas coisas. Uso maquiagem quando tenho vontade e vou para o trabalho, shopping, festas, curso e qualquer outro lugar de cara limpa sem problemas. Quando era mais nova, achava engraçado como as minhas amigas não davam um passo para fora da cama sem maquiagem completa, mas isso nunca foi um fator determinante da minha existência. Pelo o contrário, se eu passei desapercebida no Ensino Médio, foi justamente porque sempre achei um absurdo ter que ser quem não sou para ser aceita. 

O mesmo é válido para o aparelho ortodôntico, para os óculos e para o cabelo. Sobre o aparelho, tenho amigas que sofreram horrores só para tirá-lo mais rapidamente. Eu, sempre preferi fazer as coisas com calma e não tenho a menor vergonha dele (ao contrário, ainda acho divertido trocar as cores dos elásticos). Sobre os óculos, é sempre a velha pergunta vinda de médicos, amigos, parentes e até desconhecidos: "por que você não usa lentes?" e o espanto ao ouvir a resposta: "porque eu gosto de usar óculos". O que diz respeito ao cabelo, quem lê este blog há tempos sabe que já me disseram que não arrumo um namorado, porque não aliso o cabelo. Eu só digo: não aliso mesmo. Eu tenho que estar com alguém que me ame como eu sou. E esta sou eu: a que ama o seu cabelo cacheado e os seus óculos. Não vou mudar porque há um padrão que impõe o cabelo liso e as lentes de contato.

Está aí: sem maquiagem, sem filtro, de pijama,
elástico no aparelho e com cabelo de quem
acabou de sair da cama (e que muitas vezes
vai para a rua assim mesmo). Com ou sem óculos,
esta sou eu. Sorridente, porque me acho linda.

Contudo, ouvir constantemente que o seu cabelo é ruim, que você é gordo, que sua pele é um lixo, que você é narigudo, que tem os pés/braços/mãos grandes, que deveria pintar o cabelo, que é magra demais, que deveria vestir a roupa X, não a Y e que deveria frequentar tais e tais lugares, que não deveria fazer tatuagem, dói. Dói muito. Ninguém gosta de ser colocado para baixo e, com o passar do tempo, isso faz com que nos tornemos pessoas minimamente mais descrente de que este planeta possa ser um bom lugar um dia

Esta competitividade do ser mais (magra, bonita, bem vestida, loira, lisa) leva as pessoas a serem menos (educadas, compreensivas, gentis). Com a tecnologia, o mundo passou a se esquecer o que é empatia. As pessoas não se colocam mais nos lugares das outras e se esquecem que atrás da tela do computador/tablet/celular há um ser humano de carne e osso. Por que eu estou falando isto?! Porque vejo muita abobrinha por aí, nos comentários de todas as timelines (minhas e dos blogs) nas redes sociais. Fico pensando se diriam no cara a cara que "fulano é feio" ou que "beltrano engordou horrores" ou que a tal moça "fica parecendo um E.T. sem maquiagem", como fazem via web. A tag #stopthebeautymadness trouxe esta reflexão à tona mais uma vez, porque o discernimento entre o que é a tal da "minha opinião" e o que é ofensa foi perdido. Acredito que o mesmo filtro (bom senso) que é usado na vida real deve aparecer na vida virtual (afinal, a mesma pessoa que vive uma vida offline é a que posta nas redes), todavia, não é o que vemos por aí.

"O que eu aprendi na escola hoje?
Gorda. Porca. Leitoa. Sub-humana. Nojenta.
Por que não basta se matar?"

Se cada um pensasse: "Eu gostaria de ouvir o que estou falando?!", não precisaríamos de mobilizar a internet para chamar a atenção para todas estas questões. Viveríamos em um mundo em que as pessoas teriam a consciência de que cada um tem um corpo e uma personalidade que não diz respeito a mim ou a você e que sim, isto pode ser diferente, mas não deixa de ser lindo.

Então, afinal, o que o Stop the Beauty Madness tem a ver comigo?! Para mim, tem total relação com a liberdade de ser linda com ou sem maquiagem, de poder se preocupar em ser saudável (ao invés de se preocupar em ser gorda ou magra), em poder envelhecer sem precisar sofrer com botox e plásticas, em ser aceita mesmo tendo peitos e/ou bundas pequenos, olhos escuros e cabelos crespos. O Stop the Beauty Madness é só uma forma de nos encorajar a sermos nós mesmos na vida real e na virtual - que no fundo é uma coisa só; mas que para muita gente é cheia de pose e photoshop. É uma forma de fugirmos do "é mais bonito, mais prático, mais adequado, mais aceito" (que muitas vezes são usados como desculpas para disfarçarem preconceitos) e nos mostrar como a realidade é. É uma prova de que o natural é belo e que podemos ter surpresas positivas quando nadamos contra a maré (a galeria de selfies do site é uma prova disso!). 

E para você, o que você me diz?!

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Notas:

1. Onde encontrar o Stop The Beauty Madness: site | facebook | twitter | instagram.
2. Este post é um dos temas de setembro do Rotaroots e veio muito de encontro a uma vontade que surgiu de escrever sobre o assunto quando fui marcada nas fotos das amigas no facebook.

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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

[#aophotoaday] Finalmente a lista de setembro!

Ma oê! 
Pensem numa blogueira que está correndo alucinadamente. Pensaram?! Agora multipliquem a correria por 10 zilhões e vocês terão uma pequena noção de como eu estou.

Minha ideia era que este post tivesse ido ao ar hoje cedinho, mas adivinhem?! Acabou a energia elétrica ontem e ela só voltou hoje quando eu já estava trabalhando. Enfim, sem mais delongas, segue a lista de Setembro meu mês divo!


E, como já é de costume, segue abaixo o calendário para quem quiser imprimir.



Ufa!
Agora eu vou correr, porque ainda tenho que preparar um especial para o Nosso Clube do Livro. Juro que tento voltar ainda durante esta semana, para falar de como foi a Bienal!

Beijos e queijos ;*

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domingo, 31 de agosto de 2014

[Blog day!] 16 blogs para celebrar o Dia Internacional do Blog!

Oi meu povo lindo!
Tudo bem?!

Hoje é um dia muito especial! Como vocês podem ter reparado no título da postagem, vim comemorar o Dia Internacional do Blog! Dia em que celebramos o nosso baby e indicamos para os nossos leitores os "sobrinhos" preferidos (porque se o nosso blog é o nosso bebê, os blogs que amamos são como sobrinhos adotivos). 

Quando eu escrevi o meu blog planning lá no começo do ano, eu já havia incluído esta postagem na lista de tarefas que eu deveria cumprir aqui no blog. Fiz isso por um motivo muito importante: eu sempre fico frustrada, visto que eu sempre me lembro do blog day aos 45 do segundo tempo. #fail 

O legal foi que, de janeiro para cá, eu entrei no rotaroots e, como bons blogueiros de raiz, uma das propostas também era a de comemorar o Dia Internacional do Blog. Portanto, unindo o útil ao agradável, seguem as indicações dos meus blogs preferidos! :)

Blogs que não saem do meu feed:

Loucuras de Caroline


Esta fofura é escrito pela minha amiga Ana Caroline (ênfase no "ne" do Caroline, por favor), que vocês conhecem por aqui como Cah. A Cah é de Aracaju (sem acento no "u"), Sergipe, e é linda (por dentro e por fora). Nós nos conhecemos em uma galáxia muito, muito distante (também conhecida como Orkut), quando éramos duas pirralhas e agora compartilhamos as nossas vidas, as nossas dores e os nossos sonhos (somos amigas há uns 10 anos, pelo menos. E a nossa felicidade foi poder dar um abraço pela primeira vez, há 2 anos atrás). 

Já li muito do que a Cah escreveu - tanto para o blog, quanto para fora dele - e eu aposto (às vezes até mais do que ela mesma) que um dia ela terá um livro publicado. Por que eu acho que você deve ler o Loucuras de Caroline? Porque a tal da Caroline escreve com uma simplicidade tão singela que, mesmo se você não a conhecer, sentirá que você está lendo o texto de alguém que é seu amigo. 

Colorida Vida


Mais um blog de uma Ana. O Colorida Vida é escrito pela Ana Paula, uma brasileira que trocou o Rio de Janeiro pelo Canadá e que tem bom gosto para perceber as belezas do cotidiano. Estava tentando me lembrar como/quando eu visitei o Colorida pela primeira vez, mas já o visito há tanto tempo que nem sei. Gosto da forma consciente como a Ana escreve. Sempre me sinto como se estivesse conversando com ela ao ler os seus posts. Outro ponto que eu admiro é que, na maior parte das vezes, aprendo algo novo lendo os seus textos - mesmo que ensinar não seja necessariamente o objetivo dela ao escrever.

(Lembrei! Acho que cheguei lá pela primeira vez por causa do projeto 101 coisas em 1001 dias, do qual ela também faz parte - há muito mais tempo do que eu. A minha lista você lê aqui e a da Ana aqui)

A beleza também se traduz por meio das imagens que a autora usa em seus posts. Boa parte das fotos são tiradas por ela mesma - quando não é, ela sinaliza a fonte na postagem. Sempre achei que a gente consegue saber a visão de mundo de uma pessoa por meio das imagens que ela capta, e as da Ana são as mais lindas possíveis. 

E se você gostar de podcasts, então estará no lugar certo, porque os da Ana são incríveis! Os assuntos vão desde Parques de Diversão à gravidez e pré-natal em um país estrangeiro - ou seja, vocês encontrarão temas diversos por lá! ;) 

O Colorida Vida é um blog que me inspira muito. Então, não poderia deixar de colocá-lo aqui para que vocês possam conhecê-lo.

(Procurando) Amigos Virtuais


Adivinhem como chama a blogueira? Acertou quem disse Ana! uahahah O Amigos Virtuais é um dos poucos blogs que sobrevivem desde a época em que eu comecei a blogar. Tanto a Ana Paula - mais conhecida como Nana -, quanto eu, começamos nossos blogs lá no zip.net (isso denuncia o nosso tempo de blogsfera, não?!), fizemos a nossa migração, mas continuamos com os mesmos nomes/propósitos ao longo dos anos. Lembro que o que me fez visitar o blog da Nana pela primeira vez foi a sua url: procurandoamigosvirtuais. Eu fiquei curiosa para saber quem queria um amigo e voilà, não é que a amizade nasceu mesmo?!

Este blog é bem raiz no sentido mais literal que vocês possam imaginar, uma vez que ele é em formato de diário. É nele que a Nana compartilha o que acontece em sua vida. Como eu sou leitora antiga, consigo perceber toda a reviravolta que a vida dela teve em vários aspectos (quando eu comecei a ler, ela nem conhecia o Garoto ainda, agora eles já estão organizando o casório!). Por isso, se você gosta do diário pura e propriamente dito, tem que visitar. Ele é simples, mas feito com muito amor!

Em busca do meu coelho branco


Não, o nome da blogueira não é Ana! Gente, se você visitar o Em busca do meu coelho branco e conhecer melhor a tal da Vivian, não vai querer sair de lá. Simples assim! Foi lá que entendi melhor como funcionava o 101 coisas em 1001 dias. Entrei para ler sobre o projeto e não parei mais de voltar.

Ele é lindo, é bem feito, é bem humorado e é um misto de diário, blog literário e blog fotográfico (porque a Vi é outra que tem uma sensibilidade incrível para fotografias e as imagens dela são linda!). Também não tem como não amar cada texto que ela faz. Se você é alguém que também busca o seu coelho branco, passe por lá e seja feliz.

Meu Meio Devaneio


Eu conheci o Meu Meio Devaneio, da Soraya Abuchaim (a Sô), lá no Coelho Branco da Vi, e foi amor a primeira lida. Resenhas muito bem escritas - daquelas que nos faz desejar o livro "pra ontem" - textos literários de primeira qualidade, indicações de postagens e blogs queridos! O bom gosto é visto com por lá, assim como o carinho com os leitores. Sabe aquele post que você sabe que a pessoa fez com o maior carinho do mundo, porque você sente isso ao lê-lo? Pois bem, é esse tipo de postagem que você encontrará no Meu Meio Devaneio

Blogs que eu conheci no Rotaroots:

Ô dificuldade de escolher apenas 5 blogs que escolhi lá. Tantos blogs lindos! (Entrem no grupo e vejam todos da lista, fazendo o favor!)

Babee.com.br


Gente, o que dizer do blog da Babee?! É lindo, é organizado e tem um conteúdo incrível! Se você quer ler dicas sobre tutoriais, games, fotografia, música, e zilhões de outros assuntos relacionados ao universo abelhístico, você DEVE (assim mesmo, em letras garrafais) passar no Babee.com.br.


Unicorn Lolita


Falar de blogs de raiz e não falar de unicórnios, não tem a menor graça! Então, só pelo nome, o Unicorn Lolita tinha que aparecer nesta lista! hahaha
Falando sério, o fato é que quem me conhece sabe: não tenho muita paciência para blogs de moda/beleza, mas como não amar as postagens sobre isso que a Sunny faz?! Ela tem um diferencial para escrever sobre esse assunto que me prende! uahahaha Mas a Sunny não escreve só sobre isso. Lá no Unicorn, você encontrará postagens sobre música, outros blogs, doramas, fotografia, cinema... Já deu para perceber o unicórnio da Sunny é multicolorido, não?! Então, passe lá para ver esta fofura de perto!

Toxicide


O Toxicide entrou na minha lista de "blogs simples que eu amo". Desde que me entendo por gente adoro ler crônicas e a Luize transcreve o dia a dia dela (de uma forma literária) como ninguém! :) É demais ler a maneira como ela transforma algo simples em um texto encantador. Se você gosta de crônicas, esta é uma parada obrigatória.

Salateando, Mulher Vitrola e Borboletando

De uns tempos para cá eu tenho interagido mais lá no rotaroots e, consequentemente, tenho falado mais com os outros blogueiros. Por isso, ao fazer esta parte da lista, acabei considerando a galera que me acolheu tão bem por lá. Já conhecia os três blogs que seguem abaixo (o Mulher Vitrola até já estava no blogroll), mas as meninas foram tão legais comigo que passei a ler sempre que tenho uns minutinhos entre uma aula e outra (quase nunca sobra tempo para comentar, porque o sinal sempre bate antes, mas vou dar um jeito nisso!)



O Salateando, da Stephanie Salateo, é uma fofura que fala sobre um pouco de tudo. Acho bacana os posts sobre maternidade (Alice, sua linda!) - ainda que eu esteja longe de ser mãe - e a maneira como ela aborda os assuntos diversos (tanto no blog, quanto no grupo). Esta miscelânea de assuntos faz com que cada visita seja uma verdadeira - e gostosa! - novidade para o leitor do blog.


Como disse, o Mulher Vitrola já estava no meu blogroll há algum tempo. Por que gosto tanto dele? Porque tem de tudo um pouco. A Renata () escreve sobre todos os assuntos de uma maneira irreverente, sincera e que - assim como disse das meninas acima - me faz sentir próxima como leitora (E eu tenho o meu lado vitrola também, então rola uma identificação! uahaha).


Eu conheci o Borboletando há mil anos atrás, quando houve aquele boom das blogueiras teens (como a Bruna Vieira) e depois nunca mais voltei (sim, na época faltava paciência com esse tipo de blog adolescente e eu acabei - não sei por quê - incluindo o Borboletando na lista. Hoje eu consigo reconhecer pontos positivos neste tipo de blogs, mas isso é assunto para outro post). Até que eu entrei no Rotaroots e passei a conhecer melhor a Vic e resolvi revisitar o blog dela. Simplesmente adorei o conteúdo. 
Aí vocês me dizem: Fê, o blog está em hiato, e você está recomendando mesmo assim?! Sim, eu estou recomendando mesmo assim. Vale a pena ver as postagens antigas - principalmente a de como fazer nutella em casa! - e se deliciar com o arquivo!

Blogs para sair da rotina:

Two Bee


Amo o Two Bee desde a primeira vez em que estive lá! Ele é lindo, organizado, simples e sincero. Eu adoro blogs assim! A Bianca é uma fofura de blogueira, sempre solícita e muito, muito criativa mesmo! Adoro os D.I.Y. (tutoriais de faça você mesmo) e as receitas que ela posta no blog. Sobre os D.I.Y., ela sempre compartilha no blog as técnicas que sabe e mantém um grupo no facebook para o Desafio D.I.Y. 2014, em que ela se aventura junto com as suas leitoras. Para quem gosta de imaginar e criar, o Two Bee é um prato cheio.

Vida organizada


O Vida Organizada é uma inspiração para quem vive um caos em meio a tantos materiais (livros, roupas, sapatos, arquivos etc) e precisa se organizar. Sei que ainda estou muito, muito, muito longe mesmo do padrão organizacional da Thais Godino, mas sigo o blog justamente para tentar encontrar um caminho. Dicas neste sentido são sempre bem-vindas.

Morando Sozinha


A Fran Guarnieri foi morar sozinha e resolveu compartilhar toda a experiência conosco. Adoro o Morando Sozinha porque nele eu encontro desde como fazer arroz soltinho até a informações de séries e muitos D.I.Y. fofos! (Os tutoriais de "faça você mesmo" sempre ajudam a sair da rotina!) 
Com a Fran dá para perceber que morar sozinha não é esse bicho de sete cabeças todo! ;)

Faah Bastos


Faah Bastos é uma amiga de longa data que resolveu mostrar o seu talento ao mundo quando começou a blogar e que o teve reconhecido com as publicações de suas obras. Quando eu preciso de um acalento ao coração (e de uma boa dose de literatura singular) é para o site dela que eu corro.
Sempre saio de lá com o espírito renovado. O sentimento descritos nos textos da Faah é infinito e contundente, o que me leva a pensar no quanto a minha vida é cercada desta percepção da realidade (uma percepção pautada na profundidade do amor). Vale muito a pena conhecer a sua obra!

Le Love


Este blog é dá série: vamos acreditar no amor estrangeiro e funciona assim: pessoas enviam cartas de amor para o e-mail leloveimage@gmail.com, e as cartas são publicadas no blog. Então, se você gosta de cartas apaixonadas e sabe ler em inglês, passe lá e veja quanta beleza!


Bem, acho que é isso!
Feliz dia do blog para vocês e obrigada por me lerem ao longo de todos estes anos!

Beijos e queijos! :*

PS: Recadinho para os participantes do #aophotoaday: por conta do blog day, a lista de setembro irá ao ar aqui no blog amanhã! :) Fiquem ligados!

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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Segunda-feira


Acordei feliz porque notei que clareou mais cedo hoje: sinal de um verão que chega lentamente. Trabalhei o dia todo na escola e, depois de dois turnos repletos de: "teacher, esqueci meu livro", "teacher, posso ir ao banheiro", "teacher, nosso feijão morreu sem água!", o sinal bateu e vim caminhando para casa pensando no terceiro turno: preparar provas.

Sempre achei que provas, no modelo padrão e tradicional, são ridículas. Mais ainda do que as cartas de amor. Mas, dizem por aí que tanto as provas, quanto as cartas de amor são necessárias, então sigo o fluxo, faço o que tenho que fazer e foco no que considero essencialmente primordial.

Minha cabeça de escritora fervilha de novas ideias para o livro que estou escrevendo. Entretanto, tudo o que mais quero é um bom banho e um lugar confortável para descansar a mente lendo um livro. 
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