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terça-feira, 30 de agosto de 2016

{Vou por aí} 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

terça-feira, agosto 30, 2016 10
Encontre a autora ♥ (Foto por Aline Caxieta)



















Histórias em todos os sentidos. Esta é a promessa da 24ª bienal internacional do livro de São Paulo. Estive por lá na sexta de abertura, 26 de agosto, e no sábado, 27, para conferir se a expectativa sairia do papel.

De modo geral, comparando com a estrutura das bienais anteriores esta edição está melhor organizada: as arenas estão em pontos mais estratégicos e a praça de alimentação foi dividia em duas partes, o que ajuda na distribuição dos visitantes. Algumas editoras (como a Universo dos Livros e a Madras) mantiveram a mesma estrutura; outras editoras menores também ganharam espaço. Além disso, há algumas novidades, como a presença do Spotfy, das Lojas Americanas e de um stand só para marcadores de livros.


August Pullman, personagem principal do livro Extraordinário sobre o stand da Intrínseca - 24ª Bienal do Livro de São Paulo.

Na sexta, visitei as principais editoras. Estranhei não ver alguns títulos interessantes na Intrínseca (onde está a Jennifer Egan, meu Deus?), mas continuei babando no August pendurado no teto e nos livros-luminárias do caixa. De um modo geral, não vi muita diferença nos preços desse stand com as livrarias, exceto pela estante de promoção, em que você pode encontrar títulos por 5 e 10 reais.

Luminárias de livros, no caixa da Intrínseca - 24ª Bienal do Livro de São Paulo.

O grupo da Companhia das Letras trouxe um box com os livros da série Bridgte Jones, o livro de youtubers, como a Jout Jout e os nomes de peso da literatura contemporânea, como Mia Couto e Karl Ove.

Companhia das Letras na 24ª Bienal do Livro de São Paulo.
Kit com O diário de Bridget Jones, Bridget Jones no limite da Razão e O bebê de Bridget Jones. Stand da Companhia das Letras na 24ª Bienal do Livro de São Paulo.

Lá também há uma bancada de promoção, com títulos variados. Os clientes que fazem uma compra acima de R$150,00, ganham uma bolsa (muito linda!). Professores têm direito a desconto. Abaixo, seguem os valores dos livros que comprei - sem o desconto que obtive por ser professora.

Minhas compras na Companhia das Letras.

Outra página de cada vez - R$29,90
Desonra - R$44,90
O Gato e o Escuro - R$24,90
Minha Luta (A morte do Pai) - R$52,90
Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra - R$ 49,90

Dois stands disputam o título de mais bonitos da Bienal: o da Mauricio de Sousa, com tudo da Turma da Mônica, e o da Rocco, com tudo de Harry Potter e da Clarice Lispector. Como não se encantar com um espaço tão lindo, eu não sei. Só posso dizer que queria trazer tudo para casa!

Minha amiga Mônica e eu, no stand da Mauricio de Sousa produções.

Vista de fora do stand da Rocco.
Todas as versões possíveis de Harry Potter.
Todos os detalhes. Dá vontade de ficar lá para sempre! 
Espaço dedicado aos livros da Clarice. ♥

Foi indo até a Rocco que comecei a comparar todos os preços da versão ilustrada de A Pedra Filosofal na versão ilustrada e de The cursed child. 

Começando por The Cursed Child, quando resolvi comprar, decidi que queria a versão britânica. Procurei fora da Bienal, mas não tinha encontrado, então, posso dizer que dei sorte. De todos os stands, apenas um tinha a versão inglesa, a da Saraiva. Por coincidência, lá era o lugar mais barato. Enquanto nos outros (dentre eles as Americanas e o Submarino), o valor da versão americana era de R$99,00, paguei R$69,90 na britânica. Além do livro, ganhei uma sacola com a capa da versão brasileira que sairá no final de outubro.

Livro, sacola e pôster  ♥  

Já a versão ilustrada de Harry Potter e a Pedra Filosofal teve o seu preço mais barato no Submarino, R$79,90. Junto com ele, veio uma bolsinha do Submarino e o pôster de A criança amaldiçoada, da foto acima.

Aline e eu na troca de presente de aniversários adiantados. ♥ Vem, setembro!

Na saraiva também encontrei dois livros em inglês: Homemade cooking (por R$9,90) e Arabian Nights (por R$19,10). Este último é da coleção Classic Starts (que dá vontade de ter inteira!). Além disso, devo dizer que este stand tem dois PokeStops nele, um trono de Game of Thrones e um lugar para fazer fotos para o instagram! 

Sentiu o poder? hahaha (Fotos por Aline Caxieta)

Quem compra na Saraiva ganha um vale-desconto para lojas físicas, válido até 30 de setembro.

Na Gutenberg, comprei dois livros da série Guias do Escritor, por R$20,00 cada. São eles: Como escrever diálogos e Escrever para Crianças. De brinde, ganhei Um jardim de cores.

Para quem que escrever, essa série da Gutemberg pode dar um norte. Ela é muito básica, mas gosto dela.
Para comer, recomendo o Tropical Pasteis. É o mais barato (um pastel da promoção e uma lata de guaraná, por R$12,00) e também é gostoso. 

Provei o pastel de bauru e o de banana com queijo. Maravilhosos os dois!

Acho que é isso. Depois, escreverei um outro post para contar sobre o lançamento do livro da Soraya Abuchaim. Talvez ainda volte lá, então, se comprar mais livros, atualizo vocês.

Para quem ainda quer visitar a Bienal, fica a dica:

Datas: de 26 de agosto a 07 de setembro
Horários: Segunda à Sexta: 9h às 22h; Sábado e Domingo: 10h às 22h;  Dia 04/09 das 10h às 21h
Local: Pavilhão do Anhembi (há ônibus gratuitos saindo das estações Portuguesa-Tietê e Palmeiras Barra-Funda do metrô).
Ingressos: Segunda a Quinta: R$20,00, Sexta a Domingo: R$25,00
Meia-entrada: Estudante e matriculados Sesc credencial plena. Menores de 12 anos e maiores de 60 não pagam ingresso.

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Vamos bienalizar?

sexta-feira, agosto 19, 2016 8
Imagem: Bienal do Livro SP

Bienalizar. (v.) 1. frequentar uma bienal. 2. Ir à Bienal Internacional do Livro, sucumbindo às tentações de enfrentar longas filas, as de pagar micos na frente dos autores, as de gastar todo o dinheiro que tem e que não tem, as de sair carregado de sacolas e, claro, as de ter que criar uma explicação convincente sobre aonde colocar mais livros para ser dada com quem mora com você. 3. Usufruir da oportunidade de conhecer os seus autores preferidos, se divertir em meio aos amigos e/ou familiares e registrar tudo para postar no próprio blog e redes sociais.
Exemplos: Eu bienalizo sempre em São Paulo. / Passei o dia todo bienalizando hoje! / Vou bienalizar na companhia das minhas melhores amigas. / Não vejo a hora de bienalizar em 2016.
Fonte: Dicionário de Algumas Observações dos Leitores Anônimos
Organização: Fernanda Rodrigues

Sou uma bienalizadora de carteirinha desde que comecei a andar por aí com as próprias pernas e a pagar meus gastos com o meu próprio dinheiro. Primeiro, pelo amor incondicional que sinto por livros novos. Segundo, porque escrevi por anos em um blog literário. Terceiro, pela minha veia de escritora (que, até então, estava com vergonha de se assumir). Bienalizo com carteirinha e uma vontade tão contagiante, que faço as pessoas ao meu redor quererem enfrentar toda a maratona de filas e autógrafos junto comigo.

É claro que não tenho mais os mesmos 20 anos (hello, 30!) e o pique já não é mais o mesmo. E é claro que o evento mudou muito nas últimas edições. Há quem critique a edição que está chegando por ter como principais atrações youtubers que publicaram mais por moda do que por vocação literária. Eu vou deixar para opinar quando o evento começar, na semana que vem, em 26 de agosto. Por hora, voltei-me para dentro, pensando nos marcos que todos estes eventos me trouxeram.

2008. Eu estava cursando o primeiro ano do curso de Letras, o grande sonho da minha vida. Descobria a grande discussão entre gramáticos e linguistas e, por que não dizer, dos gramáticos entre si. Tentava tirar alguma conclusão sobre a forma como os países de língua portuguesa conduziam o tão polêmico acordo ortográfico. Me esforçava ainda mais para tentar compreender todas as mudanças, principalmente as sobre o hífen, que foram infernais. Neste contexto, saí correndo do trabalho, rumo à palestra no Salão das Ideias. Lá, encontrei pela primeira vez um imortal da Academia Brasileira de Letras, o professor, gramático e filólogo Evanildo Bechara (e descobri que ele não era tão ferrenho quanto pintavam). Na mesma mesa, também debatendo um professor português renomado, cujo o nome não me lembro, e Ataliba de Castilho, um dos maiores linguistas brasileiro. Depois da palestra, corri atrás de Bechara, que gentilmente, autografou um livro meu.

Daquela Bienal, entretanto, ficou-me o gosto feliz de conhecer o Ziraldo. Como não amar aquele menino de cabelo de algodão? Não tinha como ser melhor! Ele também autografou o meu exemplar de O menino da Lua e, ao meu ouvir dizendo o quanto sou sua fã, apertou a minha bochecha. Mais fofo, impossível.

2010 foi corrido. Dessa vez, voltei ao estande da Melhoramentos, para ver o Ziraldo novamente. Mais uma vez, ele apertou a minha bochecha ao me cumprimentar. Vê-lo já começava a se tornar uma tradição para mim. Foi neste ano que eu pude trabalhar pela primeira vez como correspondente para o blog literário em que escrevia na época. 

2012 foi a minha bienalização mais difícil. Estava de coração partido, sofrendo por um dos caras que mais amei na vida. Não tive ânimo para muita coisa, mas não poderia deixar de ter o meu apertão de bochechas do menino de cabelo de algodão. Não sei exatamente o porquê de o Ziraldo gostar tanto de fazer isso comigo, mas aceito feliz. Ele é um querido!

2014 foi a primeira bienal que fui sozinha, sem amigos ou rolos. Ainda não estava feliz por completo, mas estava contente por conseguir voltar a caminhar com as minhas próprias pernas, sem depender de alguém. Lá conheci a Virgínia e tive a chance de me abrir para os autores nacionais. Esta experiência de dar chances ao autores não muito conhecidos me rendeu boas descobertas, como o livro Cartas à Amélia, do Pedro Costi. Peguei muitas filas - fui uma das primeiras para ver o Ziraldo, de novo! - e consegui comprar algumas encomendas para as amigas que moram longe. 

Ainda tenho alguns destes livros na minha lista de leitura, mas a gente sempre dá um jeito, porque a biblioteca aqui é como coração de mãe: sempre cabe mais um.

2016 chegou cheio de expectativas. Até o ano passado, tinha muitos planos felizes, que hoje me fazem rir, porque não irão se concretizar (pelo menos, não comigo!), mas creio que voltei ao espírito sonhador de 2008 e isso é muito bom. É claro que hoje, mais madura e consciente do processo literário, não vou aceitar qualquer bombardeio de marketing sem critérios. Sei que não é qualquer obra que passa pelo meu crivo de leitora, mas bienalizar tem um espírito muito bom, que sempre deve ser vivido. Em um país de não-leitores, é incrível poder estar em um espaço tão lotado e tão diverso culturalmente, em que todos estão ali, apaixonado por este objeto mágico, cheio de palavras, que nos transporta para outras fronteiras, sejam elas geográficas ou psicológicas.

Que venha a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo! Que ela ajude a formar novos leitores e que marque a vida de todos eles, como as edições anteriores marcaram a minha. Afinal, bienalizar é incrível!

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sexta-feira, 8 de julho de 2022

{Vou por aí} Visitando a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

sexta-feira, julho 08, 2022 12
Vem que eu te conto tudo sobre a Bienal do Livro de São Paulo.


Estive por dois dias na Bienal Internacional do Livro de São Paulo e escrevo para contar tudo o que você precisa saber, caso queira visitar o evento.

Réplica da estátua do Drummond,
no estande do Grupo Editorial Record (E 87)


Começando por dicas práticas

É possível segurar uma réplica do Prêmio Jabuti no estande dedicado à premiação (E 76).


1. É possível chegar lá de carro e de transporte público. No meu caso, fui de metrô até a estação Portuguesa-Tietê (linha 1-Azul) e lá peguei o transfer gratuito para o evento. Apesar da longa fila, o processo foi mais rápido do que nas bienais anteriores. Acredito que seja porque o evento está acontecendo em um novo local que é mais próximo da estação.

2. Se for possível, compre o ingresso antecipadamente via internet. No sábado havia uma fila a perder de vista só para entrar no espaço. Na terça, a fila estava bem menor. 

3. Vista um sapato confortável e leve água e comida (para ter uma ideia de preço, paguei 10 reais numa garrafa de água. Com esse dinheiro daria para comprar um livro).

Prêmio Jabuti de pertinho.
(Eu pensava que ele fosse maior!)


4. Tenha muita paciência! Durante a semana há muitas excursões de escolas. No final de semana, pessoas com malas de viagem (que chegam lá vazias e voltam para casa cheias de leituras). Há fila para tudo: desde para tirar fotos nos espaços mais descolados, até para entrar nos estandes das grandes editoras. (No sábado, por exemplo, só consegui entrar na Companhia das Letras depois das 19h.)

5. Garimpe! Há estandes em que é possível comprar 3, 4 livros por 50 reais. Entretanto, eles são meio bagunçados e é preciso ter paciência para encontrar o seu título preferido. Se possível, faça uma lista do que quer comprar antes de ir (como tem muitos livros, estandes e informações, é fácil perder o foco e esquecer do que queria).

Lizandra de Almeida, Camilla Dias e Djamila Ribeiro falando sobre a coleção Feminismos Plurais no estande da Amazon (G 111)


6. Se você quiser ver alguma palestra, chegue cedo (lembre-se da fila para entrar!). É bom conferir a programação com antecedência para garantir que você vai conseguir ver quem quer. A mesma coisa serve para quem quiser autógrafos.

Com o meu ex-aluno, amigo querido e,
agora, autor, Abner Almeida, no estande da Cartola Editora (Travessa 07)


7. Marque um ponto de encontro ANTES de entrar no local da Bienal. Como tem sempre muita gente, o sinal do celular não dá conta. O máximo que eu consegui usar lá dentro foi o SMS e, ainda assim, com muita dificuldade, porque em alguns momentos a mensagem não conseguia ser enviada.

Eu vejo os Backstreet Boys em todos os lugares, incluindo na Bienal. 💚

8. Apesar de não ser obrigatório, use máscara e leve algumas extras para poder trocar ao longo do dia. Como o espaço tem muita gente e é fechado, é melhor prevenir do que remediar. 😉

Com o xará mais ilustre de Portugal: Fernando Pessoa,
no estande do convidado de honra Portugal (E 62).

9. O mapa dobradinho cabe dentro do porta-crachá. ;)

Como foi a minha visita

Aline e eu recriando a capa do Torto Arado, no estande da Todavia (H97).


No sábado fui com a Boo. Na terça, fui com a Aline e o Lucas. Foi muito bacana, porque além de estar no meio dos livros, estive com amigos queridos. 💚

Autografei um exemplar do meu livro para a Carol Daixum,
a Pequena Jornalista.


Nas duas visitas eu também pude conhecer pessoalmente a Carol Daixum, do Pequena Jornalista, e reencontrar um ex-aluno meu de quando lecionava inglês na universidade, o Abner Almeida, que além de ter se tornado um amigo querido, estava lançando seu primeiro livro, Cartas a Juliano (Cartola Editora). Também reencontrei a Yasmin, uma ex-aluna minha que está trabalhando como livreira na Rocco. 

Fazendo parte da capa da nova edição de Entrevista com o Vampiro, da Anne Rice
(com tradução da Clarice Lispector), no estande da Rocco.
Lestat, é nóis! hehehe 


No sábado não deu para ver muitas coisas por conta da lotação, mas consegui comprar 4 livros. Além do que foi escrito pelo Abner, comprei as cartas do Sabino para a Clarice (que estava na minha lista há tempos), um de poesias da Marina Colasanti e um da Brené Brown.

Comprinhas 💚


Grupo Editorial Pensamento

Claro que eu iria visitar a parceira do blog!
Grupo Editorial Pensamento fica na rua A 76.

Tem resenha de boa parte desses livros aqui no blog! 😉


Aproveitei ainda para prestigiar a parceira do blog, a Editora Pensamento. Que delícia foi poder ver todos os selos (Pensamento, Jangada, Cultrix e Seoman) juntos. Uma verdadeira festa dos livros para mim. 😍

Com a Carol Bessa, 
coordenadora do Marketing do Grupo Editorial Pensamento.


Foi ótimo reencontrar a Carol Bessa (que é do marketing da editora) e, claro, recomendar vários títulos para os meus amigos. Quer ver como o estande está lindão? Então aperte o play no vlog:


Com exemplares dos livros que eu amo lá do Grupo Editorial Pensamento.

Me conte nos comentários se você foi à bienal e o que achou. Se você não é ou não teve a chance de vir a São Paulo, me diz se tem algum evento literário bacana na sua cidade. 😉

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sábado, 18 de agosto de 2018

BEDA agosto/2018 #18 — {Vamos falar sobre escrita?} 4 Editoras para autopublicação e publicação independente

sábado, agosto 18, 2018 0
Imagem: Sophkins.
Olá, pessoal!
Uma dúvida frequente que as pessoas sempre me fazem diz respeito a como se publicar, já que encontrar uma editora tradicional é a cada dia mais complicado. Minha experiência de autopublicação para venda é com o site Clube de Autores, que publica sob demanda — foi por ele que publicamos a antologia Amor e Resiliência. Na Bienal, conheci mais algumas pequenas editoras que também fazem este trabalho. Abaixo, segue um compilado das informações que consegui.

Clube de Autores

Página inicial do site Clube de Autores.


  • É a maior plataforma de autopublicação da América Latina;
  • É responsável por 10% dos livros editados no Brasil;
  • Publica livro impresso e e-book;
  • Não precisa de tiragem mínima (impressão sob demanda);
  • O autor tem autonomia para escolher o tipo de papel, de acabamento, de valor referente aos direitos autorais que receberá;
  • Tem parcerias com outras lojas (como Google Play e AgBook);
  • Caso o autor não saiba editar, revisar, diagramar, criar a capa e registrar a obra, o site tem a disposição a página profissionais do livro. Nela, o escritor pode contratar pessoas para fazerem esses serviços;
  • E-mail de contato que realmente funciona (falo por experiência própria);
  • Site: https://www.clubedeautores.com.br/

Lura Editorial

Stand da Lura Editorial na 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
  • Oferece o que chamam de autopublicação profissional;
  • Publica livro físico e e-book;
  • Precisa de uma tiragem mínima;
  • O contrato inclui o serviço dos profissionais da área (registro, revisão, edição, capa, marketing etc.);
  • Promove evento de lançamento do livro;
  • Participa de eventos grandes como a Bienal Internacional do Livro de SP.;
  • Site: http://luraeditorial.com.br/

Autografia

Jujuba e eu no estande da Autografia, durante a 25ª Bienal internacional do Livro.
(Foto: Patricia Rodrigues)
  • Publica impresso e e-book;
  • Contrato conta com equipe profissional;
  • Realiza evento de lançamento (no Rio de Janeiro);
  • Oferece pacote de serviços de revisão, e-book entre outros;
  • Site: http://www.autografia.com.br/ 

E aí, ficou animado para publicar? Se fizer isso, não deixe de me avisar! Será um prazer comprar o seu livro. 😉

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

{Vou por aí} Vlog da 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

quarta-feira, setembro 07, 2016 6
24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Oi, pessoal!

A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acabou no último domingo e já me deixou com aquele gostinho de quero mais. Como prometi no final do post que relatou a minha primeira visita, acabei voltando lá mais três vezes vezes, para garimpar os stands e conhecer alguns autores. ♥ Quantos momentos felizes! ♥

Aproveitei o último dia para gravar um vlog para vocês. Nele, mostrei os encontros dos autores Fabricio Carpinejar, Thais Godinho e Babi Dewet com os seus leitores e o stand da Mauricio de Sousa Produções, que era lindo, lindo!



Esse é o meu primeiro vlog e o meu editor de vídeos não é lá dos melhores (aceito o pacote adobe de presente de aniversário!), mas gostei do resultado final, mesmo assim. Foi bem divertido poder compartilhar esta experiência com vocês. ♥

Fabrício Carpinejar, eu e os quatro livros que ele autografou para mim! ♥

Selfie com a Thaís Godinho, autora do blog Vida Organizada e dos livros Vida Organizada e Casa Organizada.

Selfie com a sis, Carol Vayda, blogueira no carolvayda.com.br.

E vocês, o que acharam da bienal? Me digam aí nos comentários e se inscrevam no canal, para continuar acompanhando os próximos vídeos. ♥
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

O dia em que conheci a Soraya Abuchaim

quinta-feira, setembro 08, 2016 2
Soraya e eu. (Foto por Carol Vayda)

Que a Bienal foi incrível, isso vocês já sabem porque eu já contei aqui e já mostrei aqui também. O que não falei antes é que esta vai ficar na história por ter desvirtualizado uma amizade que é muito importante para mim. foi na Bienal que eu conheci a escritora, blogueira e amiga, Soraya Abuchaim.

Minha amizade com a Sô começou justamente aqui no blog. Ela comentou no meu; eu, no dela. Durante essas idas e vindas, o vínculo se fortificou e passamos a ser amigas em todas as redes sociais. Li textos dela em primeira mão, vi a filha dela nascer, vi o livro dela nascer. Tive a oportunidade de entrevistá-la. Tudo isso virtualmente.

E claro que eu ganhei autógrafo com dedicatória! ♥

Até que chegou a Bienal e mudou tudo. Lá estava a autora Soraya Abuchaim, lançando o seu primeiro livro, Até eu te possuir. Lá estava eu: fã louca da blogueira e escritora. 

Sô conversando com os leitores.
Nos encontramos por acaso em um dos corredores, quando ouvi aquele "Fê!" exclamativo. :) Depois voltei no stand da editora Ella, e pudemos conversar mais sobre o livro e sobre a vida. Foi muito bom trazer esta amizade para fora das telas dos computadores em um dia tão especial! Ela foi tão querida presencialmente quanto é virtualmente. :D

Felicidade é saber que o meu blog me deu amigos. Felicidade é ver os amigos realizando sonhos. ♥

E você? Você já trouxe algum amigo do mundo virtual para o real? Me conte nos comentários!

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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

BEDA agosto/2018 #23 — {Resenha} Céu sem Estrelas, de Iris Figueiredo

quinta-feira, agosto 23, 2018 2
A arte da capa do livro foi feita por Alceu Chiesorin Nunes.
"Você tem que ler Céu sem Estrelas, há tempos não lia um young adult tão bem feito". Acho que esta tem sido a frase que mais tenho dito quando alguém me pede uma indicação de livros. A obra conta a história da Cecília, uma carioca que acabou de entrar na faculdade e que vê a sua vida saindo de vez dos trilhos após uma briga com sua mãe, e de Bernardo, irmão da melhor amiga de Cecília e alguém que esconde os próprios tormentos.

O que me chama a atenção na narrativa é o modo como a Iris escreve sobre temas delicados. A gravidez indesejada, o cabelo cacheado que sempre chamou a atenção, a desestrutura familiar, o ser gorda numa sociedade tão opressora, a depressão que tudo isso pode causar. Esses assuntos estão presentes de forma doce, delicada e, ao mesmo tempo, tão contundentes que não há como não querer um abraço ao fechar o livro pela última vez.

Iris e eu na Flipop. ♥

Outro ponto que eu considero forte na narrativa é o fato de ela ser composta por uma variedade mulheres. Cada uma delas com uma voz e com uma força característica da multiplicidade do que é ser mulher hoje. Desde a matriarca da família, que resolve todos os problemas à amiga que parece desmiolada (e que, no fundo, tem bom coração), o retrato feminino no livro é potente e mostra toda a força que a mulher (seja ela como for) tem.

Em termos de estrutura, o livro é dividido em duas partes. Na primeira conhecemos os personagens e suas dores. Na segunda, vemos como cada um deles busca resolver seus problemas de forma digna. No fundo, vejo Céu sem Estrelas como a busca pela dignidade de poder encontrar a própria paz, mesmo tendo um caos dentro de si mesmo. Vendo por este viés é impossível não se identificar nem que seja um pouquinho, mesmo que a gente viva problemas distintos das personagens.

Iris e eu na Bienal. ♥

O manejo que a Iris tem da linguagem torna o livro terno. Talvez por isso eu tenha enrolado tanto para terminar de lê-lo. Vi-me apegada a cada um dos personagens, a cada instante que se desenrolava diante dos meus olhos. Saí da Flipop com o meu exemplar autografado e cheguei à Bienal dizendo um "Iris, pelo amor de Deus, como lidar com esse medo do seu livro terminar?". Terminei a leitura e voltei lá para dizer a ela o quanto eu gostaria que Céu sem Estrelas virasse um filme (Alô, Netflix, viabilize esse sonho!).

Antes de terminar, não posso deixar de mencionar o projeto gráfico. Que livro de capa e diagramação mais maravilhosa! Dá gosto de ler um livro assim!

Nem preciso dizer o quanto recomendo, preciso? Se isso conta, todo mundo que comprou porque eu indiquei veio me contar o quanto amou esse livro. Te convenci? Ainda não? Então termino dizendo que foi o livro mais vendido durante a Flipop e o mais vendido da Bienal no estande da Companhia das Letras.  😉

Livro: Céu sem Estrelas
Autora: Iris Figueiredo
Páginas: 360
Editora: Seguinte
Sinopse: Cecília acabou de completar dezoito anos, mas sua vida está longe de entrar nos trilhos. Depois de perder seu primeiro emprego e de ter uma briga terrível com a mãe, a garota decide ir passar uns tempos na casa da melhor amiga, Iasmin. Lá, se aproxima de Bernardo, o irmão mais velho de Iasmin, e logo os dois começam um relacionamento.
Apesar de estar encantado por Cecília, Bernardo esconde seus próprios traumas e ressentimentos, e terá de descobrir se finalmente está pronto para se comprometer. Cecília, por sua vez, precisará lidar com uma série de inseguranças em relação ao corpo — e com a instabilidade de sua própria mente.
Leia trecho disponibilizado pela editora. | Livro no Skoob.

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quarta-feira, 15 de agosto de 2018

BEDA agosto/2018 #15 — Livros que comprei na Bienal Internacional do Livro de SP

quarta-feira, agosto 15, 2018 2
Na foto, os 8 livros que comprei na Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Oi, pessoal!
A Bienal Internacional do Livro de São Paulo foi intensa para mim. Participei de seis palestras nas quatro vezes em que fui. Conversei com autores, peguei autógrafos (Lázaro Ramos, TE AMO!), revi amigos e até autografei a Amor e Resiliência! Tudo isso será assunto nos próximos dias. Mas hoje eu vim responder a uma pergunta que me fizeram no Twitter: 



Eu fui disposta a comprar apenas os títulos que queria muito mesmo. Também tomei a decisão de comprar livros nacionais. Acabei me dando conta de que comprei apenas um estrangeiro. Veja só:

As seis próximas leituras. ♥
Abaixo seguem as sinopses de cada um deles:

Companhia das Letras:


Livro: Na minha Pele
Autor: Lázaro Ramos
Páginas: 152
Sinopse: Movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. Ainda que não seja uma biografia, em Na minha pele Lázaro compartilha episódios íntimos e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. Não se pode abraçar a diferença pela diferença, mas lutar pela sua aceitação num mundo ainda tão cheio de preconceitos. Um livro sincero e revelador, que propõe uma mudança de conduta e nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.

Livro: Quem tem medo do feminismo negro?
Autora: Djamila Ribeiro
Páginas: 152
Sinopse:  Quem tem medo do feminismo negro? reúne um longo ensaio autobiográfico inédito e uma seleção de artigos publicados por Djamila Ribeiro no blog da revista CartaCapital, entre 2014 e 2017. No texto de abertura, a filósofa e militante recupera memórias de seus anos de infância e adolescência para discutir o que chama de “silenciamento”, processo de apagamento da personalidade por que passou e que é um dos muitos resultados perniciosos da discriminação. Foi apenas no final da adolescência, ao trabalhar na Casa de Cultura da Mulher Negra, que Djamila entrou em contato com autoras que a fizeram ter orgulho de suas raízes e não mais querer se manter invisível. Desde então, o diálogo com autoras como Chimamanda Ngozi Adichie, bell hooks, Sueli Carneiro, Alice Walker, Toni Morrison e Conceição Evaristo é uma constante.

Muitos textos reagem a situações do cotidiano — o aumento da intolerância às religiões de matriz africana; os ataques a celebridades como Maju ou Serena Williams – a partir das quais Djamila destrincha conceitos como empoderamento feminino ou interseccionalidade. Ela também aborda temas como os limites da mobilização nas redes sociais, as políticas de cotas raciais e as origens do feminismo negro nos Estados Unidos e no Brasil, além de discutir a obra de autoras de referência para o feminismo, como Simone de Beauvoir.

Sesi Editora:

Autor: Machado de Assis
Páginas: 56
Sinopse: Os minilivros desta coleção dão ao leitor a oportunidade de a qualquer momento e em qualquer parte distrair-se com poucos minutos de boa literatura. Seu tamanho permite levá-los no bolsinho da camisa, por exemplo, e serem abertos com facilidade mesmo tendo uma das mãos segurando, quem sabe, a barra de arrimo do vagão do metrô ou a xícara de cafezinho. Nesse meio tempo você terá conhecido ou relembrado um pedacinho da arte de Eça de Queirós, Jack London, Voltaire, Lima Barreto, Machado de Assis, Juan Valera, Guillaume Apollinaire, Olavo Bilac... Experimente.

Autor: Jorge Miguel Marinho
Ilustrações: Raquel Matshshita
Páginas: 152 
Sinopse: Os poemas de Jorge Miguel Marinho revelam uma viagem interior, de descobertas e desencantos, concebidos com a clareza e precisão de um “design da linguagem”, de acordo com a definição de Décio Pignatari sobre a poesia concreta. Mas diferente desta, Jorge Miguel consegue abrandar o experimentalismo e completar com uma poética jovial. Fiel aos mestres do gênero, o poeta reverencia seus inspiradores com citações ou alusões, particularmente a Leminski, mas também a Quintana, Drummond e Pessoa. Neste voo blue e de outras cores, o autor traça uma linha afirmativa da poesia que utiliza recursos gráficos como exercício de autoconhecimento mesmo aos não iniciados nesse delicado e vigoroso gênero literário.

Autor: Jorge Miguel Marinho
Páginas: 208
Sinopse: Decodificar miudezas. Reverberar sensações. Expor sentimentos. Até emergir o significado de temas universais – amor, solidão, melancolia, silêncio, amizade. Nada escapa à lupa de Jorge Miguel Marinho, cujo olhar reflete a grandeza necessária do que aparenta uma pequenez inata. No papel de cronistacontista (ou vice-versa), o autor investiga as imediações para descobrir recônditos da existência guardados em joias do cotidiano, oferecendo, neste percurso, um inventário de referências filosóficas, cinematográficas, literárias e musicais. Em A gravidade das coisas miúdas, notas de pé de página, registros prosaicos, reflexões pessoais e personagens ficcionais se misturam em uma babel literária marcada pela narrativa sanguínea, cujo fluxo se dá linha após linha, em meio a uma rota exploratória aberta, viva e rítmica. Ao celebrar a gravidade possível do detalhe, redimensiona a infinita beleza do viver.

Autografia:

Autor: Guilherme Salviati
Páginas: 68
Sinopse: “Feitos no Papel” vem ao mundo para nos lembrar do significado de cada pequena palavra perdida nas pautas do caderno. Elas estão todas ali, adormecidas e ansiosas pela chegada daquele (a) que segura a caneta entre os dedos e se permite experimentar – amor, dor, saudade, tristeza e medo. Seja com poucas ou muitas palavras, Guilherme Salviati, ao se libertar sobre o papel, também nos liberta e faz com que sintamos um pouco mais de tudo. A despedida entre páginas, tampouco, é definitiva. O sabor residual de “Castelos de areia” atravessa os meses “Sobre o calendário” e continua existindo até muito tempo depois, quando “A noiva do vento” finalmente toma uma decisão. Por trás da escrita simples e fluida, grandes ideias que prometem relembrar como é viver apaixonado.

Não vejo a hora de compartilhar as minhas leituras com você! Alguém aí já leu algum desses livros? Me conte aí nos comentários! ♥
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