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sexta-feira, 17 de novembro de 2017

{Vou por aí} John Mayer e a The Search for Everything Tour em BH

sexta-feira, novembro 17, 2017 24
Teve show, teve amigas, teve viagem. John, te amo, migo! Volte mais vezes, sim?! 
Quando o John Mayer anunciou a sua vinda ao Brasil, minha vida se viu de pernas para o ar. Primeiro, porque esta era a chance que eu tinha de ver o show com as minhas duas amigas, Mari e Karlinha (também conhecidas como as melhores fãs do John que a gente respeita) — coisa que a gente sonhava há, pelo menos, dez anos. Segundo, porque tive que fazer contas, afinal todos os shows mais legais (incluindo o do Hanson e o do U2) estavam com vendas de ingressos na mesma época.

Como o show daqui de São Paulo era numa quarta-feira, resolvemos ir até Belo Horizonte, ver o show da sexta (não daria para as meninas virem de Vitória e Fortaleza e perder uma semana de trabalho). Assim, fizemos a nossa primeira viagem juntas (teremos posts sobre isso mais pra frente), vimos o John e conhecemos uma cidade nova. Tem coisa melhor?

Três divas prontas para o show. Mari e Kah, sem palavras para o que vocês representam na minha vida 💚

O nível de expectativa das meninas estava altíssimo, porque o John Mayer não tem um set list fixo. Cada show ele toca o que lhe dá vontade e ouvir a sua música preferida é quase como ganhar na loteria. Tem que dar sorte. 

Chegamos no Mineirão quase às 19h (os portões foram abertos às 17h). O trajeto do hotel até lá foi divertido demais, porque pegamos um motorista da uber que era uma simpatia de pessoa. A infraestrutura do local é maravilhosa também — só achei o estádio meio longe do restante da cidade.
Entramos, fomos na lojinha, compramos algo para beber e, inacreditavelmente, nos vimos na 2ª fila, logo atrás da grade. Um sonho, sim ou com certeza?

Rodrigo y Gabriela.

A abertura ficou por conta de uma dupla de instrumentistas mexicanos, Rodrigo y Gabriela. Eu achei o show deles sensacional (mas os fãs do John Mayer ao meu redor, que estavam mega ansiosos, não viam a hora de acabar! uahahaha). O que eles fazem com o violão é inacreditável.

Entre o show deles e o do John, ficamos conversando com os mineiros e cariocas que estavam ao nosso redor. Foi assim que a gente pegou algumas dicas de lugares para visitar no dia seguinte. Tudo caminhou até que, finalmente, John Fucking Mayer subiu ao palco.




Eu, que fui ao show sabendo só as letras das minhas músicas preferidas, estava na expectativa de ver o instrumentista John Mayer, aquele que pega a guitarra e leva todo mundo nas nuvens. Confesso que terminei o show maravilhada com o que esse homem é capaz de fazer com uma guitarra nas mãos.



O melhor momento do show, para mim, foi a minha música preferida: Slow Dancing in a Burning Room. Obrigada, Maicon, por ter gravado para mim 😍💚



Tirando Slow dancing, fiquei dividida entre filmar as músicas preferidas das meninas (elas só sabiam chorar!), tirar algumas fotos e babar nesse homem tocando guitarra. Mas até que consegui fazer bastante coisa. O resultado está na playlist e no álbum abaixo:



John Mayer — The Search for Everything Tour

O que dizer de um dia tão especial, quando o próprio John Mayer ainda não superou o Brasil?  💚💛 Semana passada ele fez esta publicação no Instagram:


O que dizer depois de tudo isso?
John, come back to Brazil (again!)!

Felicidade define! ♥
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domingo, 28 de dezembro de 2025

Retrospectiva notável: 2025

domingo, dezembro 28, 2025 12
2025 não só foi complexo, mas também foi lindo!

Uma das coisas mais legais de se ter um blog é poder revisitar o passado. Evolução, aprendizado, dramas, recomeços. Tudo registrado. 

Antes de começar este post, fui reler a retrospectiva incrível de um ano notável. Dez anos passam num piscar e, olha, é legal fechar 2025 com uma sensação parecida com a de 10 anos atrás: um ano artístico, cheio de encontros, feliz. Também li a retrospectiva notável de 2020 e é doido que também continuo com a sensação de que a linha do tempo se embolou. Em um dia era janeiro, noutro setembro, noutro dezembro. 2025 continuou com o tempo não linear, mesmo eu usando todos os tipos de lembretes e agendas. Das venturas escondidas no pó do tempo vejo que ser artista é essência e que essência se honra. Fico feliz que o mundo tenha controlado vírus e que agora eu possa viver uma vida artística de forma plena.

2025 foi o ano em que eu dancei!
Acima um pouco das minhas 2 apresentações de dança.

Falando sobre 2025,"altos e baixos: a sorte vai e vem", já diria a música. O fato é a minha sensação é que: 1. isso é viver; 2. no fim das contas, foram mais altos do que baixos. 

Na lista dos altos, temos: fiz novas amigas (minhas companheiras de bailado!), comecei a aprender a dançar, passei o meu aniversário no meu lugar favorito, abracei Júnior (depois de 18 anos de blog), conheci a Polly, passei a encontrar duas amigas (a Boo e a Si) uma vez por mês, comemorei 10 anos de Projeto Escrita Criativa, realizei o meu sonho de ver o Sting (isso estava na minha bucket list!), a Shakira e o Oasis (milagre!!!!). Fora ter revisto os meus boys. No trabalho, diversifiquei as minhas aulas: além das mentorias de escrita, passei a lecionar língua portuguesa e voltei à língua inglesa. Além disso, continuei com os trabalhos textuais de leitura crítica, preparação e revisão de texto. Rascunhei 2 livros novos. Também iniciei a pós em revisão de textos e fiz outros estudos literários. Já na dos baixos, fiquei doente por quase 3 meses, mas não reclamo (agora estou bem), a Poesia andou adoentada (agora ela também está bem) e isso me fez gastar um pouco de dinheiro que não queria. Nada fora do controle. 

Como disse acima, queria (e quero) viver uma vida cada vez mais artística. Então, 2025 foi um ano de experimentar leituras, conhecer novos autores, ver espetáculos (de dança, de música, de stand up). Isso me fez feliz demais!  Abaixo, seguem algumas listas do que rolou:

Livros lidos (e relidos):

Uma das minhas leituras preferidas deste ano.

  1. Canção para ninar menino grande, de Conceição Evaristo 
  2. Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus 
  3. Um paraíso portátil, de Roger Robinson 
  4. Crônicas de Travesseiro, de Pedro Tavares 
  5. Demerara, de Wagner G. Barreira
  6. Como encontrar o seu estilo de escrever, de Francisco Castro 
  7. Escrever sobre escrever poesia, de Eduardo Milán 
  8. Também eu danço, de Hannah Arendt 
  9. Depois dos quinze, de Bruna Vieira 
  10. Esta história está diferente, org. Ronaldo Bressane 
  11. Ano Passado, de Júlia de Carvalho Hansen 
  12. Devoção, de Patti Smith 
  13. Na ponta da língua, de Caetano W. Galindo
  14. Teoria do Conto, de Nadia Battella Gotlib
  15. Mamãe & eu & mamãe, de Maya Angelou
  16. Cartas perto do coração, de Fernando Sabino e Clarice Lispector
  17. Diario de la dispersión, de Rosario Bléfari
  18. Octavio Paz 1914-1998, de Octavio Paz 
  19. Escrever ficção, de Luiz Antonio de Assis Brasil 
  20. Mudança, de Verónica Gerber Bicecci 

Shows, dança e teatro:
Alguns dos shows que assisti em 2025.
Neste ano fui a muitos, mas quase não fiz fotos.
Quis mesmo curtir o momento. :)
  1. Show: Shakira (Las mujeres ya no lloran World Tour)
  2. Show: Sting (Sting 3.0 World Tour)
  3. Show: Leoni
  4. Show de abertura: Dado Villa-Lobos
  5. Show: Os Paralamas do Sucesso (Os Paralamas do Sucesso  Turnê 4.0)
  6. Concerto: Orquestra no teatro municipal
  7. Teatro/dança: Começaria tudo outra vez
  8. Dança: Carvão, cia Sansacroma  (SESC)
  9. Show: Nando Reis
  10. Stand up: Victor Camejo
  11. Show: Ceelo Green (The Town)
  12. Show: Pedro Sampaio (The Town)
  13. Show: Jason Derulo (The Town)
  14. Show: Backstreet Boys (The Town)
  15. Teatro/dança: Tango no Café Tortoni
  16. Teatro/musical: Norma Bengell, o Brasil em revista
  17. Teatro/dança: Carvão (CCSP)
  18. Show de abertura: Richard Ashcroft
  19. Show: Oasis
Alguns dos espetáculos que vi.
O Carvão ainda está rodando o país (você pode ter informações sobre a agenda no Instagram da @cia_sansacroma). Já o Tango e o Em pé na rede são permanentes (o tango, no Café Tortoni e o stand up, todo domingo no Clube Barbixas).


Além disso, este foi o ano em que mais gravei pro YouTube, falando de rotina, de literatura, dos meus hobbies. Também terminei a manta do clima e outros projetos. Escrevi aqui. Enfim, vivi uma vida artística que se espalha por todo o lugar por onde passa e que eu gostaria que inspirasse as pessoas ao meu redor. 

E você, como foi o seu ano?
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quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

{Vou por aí} Lenine e a turnê Rizoma em São Paulo

quarta-feira, janeiro 25, 2023 18
Que show mais lindo!


Virei o ano dizendo para a minha melhor amiga o quanto eu queria ver um show do Lenine. Quem me conhece mais de perto sabe que ele é um dos artistas brasileiros que eu mais admiro. Além de ser uma pessoa incrível, Lenine é um poeta de mão cheia, que tem apreço genuíno pela língua portuguesa e que tem umas sacadas maravilhosas nas letras que compõe. Sendo assim, eu fiquei radiante quando soube que ele faria 3 shows da turnê Rizoma no SESC Pompeia.

Estava tão ansiosa que abri o site para comprar os ingressos cedo. Na hora em que as vendas foram abertas, aquele sofrimento de fã de saber que tudo estava acabando rápido. Não consegui um ingresso na beira do palco como gosto, mas o teatro do SESC não é tão grande, então a visibilidade foi boa. E é aquilo: não importa o lugar, ver o Lenine sempre vale a pena.

Esse foi o primeiro show que fui com a minha irmã e a gente curtiu bastante. Foi bem diferente do primeiro que vi dele, porque foi no teatro e todo mundo tinha que ficar sentado. Recomendo ver o Lenine com espaço pra dançar, porque o show dele é cheio de músicas que faz com que a gente queira mexer o esqueleto. hehehe


Turnê Rizoma, SESC Pompeia, 21 de janeiro de 2023.


A Rizoma é uma turnê muito bonita. No palco, Lenine e o músico Bruno Giorgi (que também é filho dele e tão talentoso quanto o pai) passam pelos maiores sucesso da carreira do cantor — o que, no meu caso, evocou muitas memórias afetivas. Aliás, por falar em memórias, Lenine fez questão de dizer o quanto o espaço do SESC Pompeia é especial para ele e o quanto ele estava feliz por estar ali naquele palco. Ele também relembrou sobre como se sentiu só durante a pandemia e agradeceu a todos que assistiram às lives que ele fez. É uma pena que eu não tenha podido responder, mas o fato é que as tais lives foram parte importante da minha saúde mental durante 2020 e 2021. Cada uma delas me ajudou a não perder as esperanças de vê-lo de novo nos palcos, de estar de novo em uma plateia, de sentir a arte sendo absorvida por cada um dos meus poros, de ter a vida acontecendo.


Que honra é dividir o mesmo espaço-tempo com alguém como Lenine! QUE HONRA!


Estava ansiosa por ouvir uma das minhas músicas preferidas da vida, e ela foi a terceira de um setlist de mais de 20 canções. "Castanho" tem uma letra com muito do que eu acredito na vida, porque ninguém chega aonde chega sozinho. No caso de Lenine, isso não está só nos versos da música, mas também na vida: ele fez questão de agradecer a cada uma das pessoas envolvidas na turnê, desde as pessoas que cuidam dos instrumentos, do som e da iluminação, até os parceiros nas composições das letras das canções. 

Canções da minha dor
Canções do meu pesar
Canções do meu amor
Canções do meu amar
Quem agora é distante
Para não dizer
O que eu sou
Eu sou em par
Não cheguei
Não cheguei sozinho, não não
(Castanho, de Lenine)

 

Bruno e Lenine.


Pai e filho ainda nos brindaram com uma música nova. Assim, do nada, no meio do show. Preciso dizer o quanto amei? Já estou doida pelo próximo trabalho dele (que eu não faço ideia quando vem, porque ele não mencionou). 

Setlist do show que fui.


A única coisa ruim é que ao meu lado tinha uma mulher que não parava de gritar "Paciência" (o que é uma ironia, já que a única coisa que ela não tinha era justamente a tal da paciência). Ela passou 90% do show no WhatsApp e gritando "Paciência" (incluindo quando ele disse que iria cantar a música nova). Eu já estava me estressando (com a luz do celular dela e com a chatice também). Ela pagou pra ver um show, não para escolher o setlist personalizado. Lenine canta o que ele quiser, oras! Eu sei que eu já estava com vergonha alheia da criatura, ainda mais porque eu já meio que imaginava que ele deixaria "Paciência" por último (ele fez isso no outro show que eu fui e nas lives durante a pandemia), então me segurei pra não pedir para mulher deixar de ser chata. Sério, não seja essa pessoa que atrapalha o show alheio.

Bruno Giorgi e Lenine


De qualquer forma, nada estraga uma noite vendo um dos melhores cantores, compositores, músicos, ativistas, pessoas que este país tem. Nada! Agora, não vejo a hora de poder vê-lo de novo. 😉

Para saber mais:


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domingo, 8 de março de 2009

Now I'm climbing the walls 'cause I miss you...

domingo, março 08, 2009 5
Close your eyes, make a wish
This could last forever
If only you could stay with me now...
(Climbing the Walls - Backstreet Boys)

Ok, na última vez que eu vim aqui, estava ansiosa, com medo, feliz, empolgada... Hoje eu estou exatamente acabada e dolorida, mas tinha que vir aqui contar...

Embora eu não saiba exatamente por onde começar e saiba que detalhes faltarão, vim aqui, porque desde 6ª feira as pessoas me perguntam a mesma coisa, então resolvi "me pronunciar publicamente" (rsrsrsrs). A pergunta que me fazem é: "Como foi o show?"


A resposta é: "foi PERFEITO"
Sei lá, não consigo pensar em outra palavra que possa descrever melhor do que a palavra PERFEIÇÃO (e seus derivados), então, para desespero da minha professora de redação, repeti-lá-ei muitas vezes ao longo deste post.

Durante a semana, fique ligada na internet, do olho para ver o que eles mesmo diziam sobre a vinda para cá. No sábado quase tive um treco, quando vi que eles haviam passado por aqui, fazendo escala em um voo para a Venezuela (acho que o voo foi pra lá, mas como o meu cérebro se deteve na parte da mensagem sobre eles AQUI, pode ser que eles tenham ido pra outro lugar). Fique deprimida, porque tava na Paulista e nem sonhava que eles passariam por aqui, mas sabia que a semana ia ser longa e estava apenas começando. Não saí do twitter nem por um mísero segundo, louca por quaisquer citações com as palavras "São Paulo" e/ou "Brazil".


Meu primeiro susto/baque/ataque teeny/siricutico (ou como vocês preferirem chamar) foi quando abri o twitter e li: "Guess where we are going again??? Anyone?? THE AIRPORT. Here we come Brazil!!12:43 PM Mar 4th .

Foi aí eu eu pensei: "Caramba, eles tão vindo pra cáááaá"

Na 4ª feira a tarde, estava no skype, quando a minha amiga me disse: "Fê, eles pousaram" Sim, meu povo, por volta de 17h09 eles chegaram de um voo vindo da Argentina. [na foto aí em cima, o voo do Nick dormindo e do Howie comendo]

Na 5ª de manhã acordei cedo (só os BSB pra fazer este milagre!), estava elétrica. Graças a Deus, peguei folga no trabalho, então ia ter tempo pra curtir os caras com calma. Tomei banho. Entrei na internet. Abri o twitter. Lá vi o recado dos meninos: "New video up- http://tinyurl.com/ddnx982:19 AM Mar 5th Corri pra ver o que era, e não era os meninos jantando aqui em Sampa?!




Abri o orkut e vi que tinha fotos dos meninos no hotel (Hilton =/) e depois fui pro msn. Conversei um pouco com a Karlinha, com Jess e com a Ny.

A Karlinha tava tentando me acalmar (ela os viu nos EUA) e a Ny estava me ajudando a não esquecer nada (ela os viu no Japão). Arrumei a bolsa (máquina, pilha, cartão de memória, ingresso, carteira com um dinheirinho pra qualquer emergência e documento). Depois fiz a foto pré-show e saí.


Peguei um ônibus (não estava a fim de andar, tinha que guardar minhas energia), desci no Jabaquara. Comprei crédito pro celular (tinha que ligar pra Jess na hora do show - ela mora na Bahia e não pode vir... infelizmente!), peguei o metrô. Desci na Armênia, encontrei a Ge e a Mila. Fomos pro Credicard Hall (Ge, tks pela carona).

Chegando lá, vi a placa pessoalmente e quase tive um pire-paque:


Lá conheci muitos dos meus amigos que até então eram virtuais (A Line, a Mirela, a Aninha *.*) e revi muuuuuuuuuuita gente de longe (Mari, Lari, Ludi, a outra Line, a Carol, a Nessa, a Lô, a Karine) e muita gente de pertinho (a Ká, o Lipe, o Elton, a Laís, a Rê, a Gabi e a galera do FC...). Depois, encontramos a (Tia) Maria, que guardou um lugarzinho pra gente na fila. Deixamos as coisas lá e fomos ver o povo... depois voltamos e aí foi só esperar:




E esperaaaaaaaaaaaaaaaaaar... e esperaaaaaaaaaaaaaaaar...

Depois que a Mayla chegou, a gente ficou tranquila (a gente tava com medo de dar algum problema e ela não conseguir chegar a tempo. Ela estava trabalhando). Depois os portões abriram (por volta de 18h30) e a gente entrou.


Cara, tinha muita gente. Muuuuuuuuuuuuuuuita gente mesmo. Essa foto é do pessoal que estava atrás de mim. E cara, eu fiquei muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito na frente! E lá... bem, muito calor e muito aperto. Digamos que era a estação da Sé as 18h. E digamos que eu fiquei nesse calor humano das 18h30 até as 23h25.

Logo quando a gente entrou, vi a Fê no telão!!! Como ela foi no soundcheck, ela estava na grade!!!! Cara, é muito bom ver nossas amigas realizando sonho!!!!
Foi lindo ver a Fê lá!!! Eu gritei horrores quando ela apareceu no telão!!!!

Aos poucos, fui me perdendo das meninas. Ge, Gabi e May ficaram para trás. Mila e eu sendo jogadas - literalmente falando - pra frente. De longe avistei o Elton. Depois de uma hora mais ou menos, estava ao lado dele e do Fucho. Mila e eu decidimos que assitiríamos juntas.
Aí foi me dando fome. Uma menina tinha entrado com bolacha de água e sal e deu pra mim e pra Mila. Foi a nossa sorte, porque a nossa pressão já tinha despencado, a esta altura.

Depois de muuuuuuuuuuuito tempo (foi uma eternidade) o show começou! E foi mto empurra, empurra... mas foi o melhor dia da minha vida (depois do show de 2001, claro!).


E eu tirei algumas fotenhas, depois filmei quase tudo... e a Mila tava do meu lado.

Por sorte deixei o celular no bolso, então consegui ligar pra Jess durante o show (se tivesse na bolsa, não tinha conseguido pegar, de tão apertado que tava). O show foi lindo!!!!
Eu gritei pra caramba!!!!
Os solos foram d+!!!! Todos estavam perfeitos e felizes e... aaaaaaaaaaaaaah todo mundo se divertiu e chorou (inclusive o Nick! ele se emocionou pra caramba conosco!).

Nós arrasamos! Eles botaram pra quebrar!!!!! E o AJ disse que eles estão gravando álbum novo, que significa turnê nova, que significa que a gente vai se ver de novo!!!!!!! Nem precisa dizer como eu fiquei quando ele disse isso, né?!

O show todo foi prefeito! Um espetáculo. Os caras estão mais maduros. Eles cresceram muito musicamente falando!!!! Todos eles foram super simpáticos!!!! E no final do show, ainda abriram a faixa que a gente fez pra eles (sim, tinha um pouco de mim na faixa!). Foi super!!!!


Depois do show, a gente encontrou a San e a Kika, que voltaram conosco (a gente saiu encontrando a galera!!! Um barato! Tive a sensação de que já tinha visto quase todo mundo, porque o que a gente parou pra cumprimentar...Vi a Gigi, a Nancy, a outra Mila...). O pai da May deixou nós três na São Judas e a gente pegou un taxi. Cheguei em casa, já era uma da manhã. Estava podre (suei tanto que já tava cheirando azedo, eca!), mas estava tão feliz!!!!!! Deus é o único que sabe como eu tava feliz, porque não há palavras que consigam explicar.


(Mila e eu assim que acabou o show)

Dia seguinte, fui pro msn. Na hora que a Jess disse: "Fê, obrigada" desabei. Juro, nunca chorei tanto. Queria muito que ela estivesse aqui comigo, porque ela é minha amiga de fato. Porque eles me deram essa amizade e eu qria celebrá-la assim como eu pude fazer com a Mila. Cara, como eu chorei. Queria mesmo que ela estivesse aqui. (Mas não tem problema Jess, eu vou ganhar o concurso, vou ficar rica e te levar pra ver os Boys! Você vai ver!!!)

Enfim, foi isso. Passei a 6ª feira anestesiada. Sentia dor, cansaço, sono e ainda não acreditava que estive lá.

E foi isso!
Agora eu estou aqui, vivendo a famosa "DPS" (Depressão Pós-Show)...

"No I can't let you go
You're a part of me now
Caught by the taste of your kiss
And I don't wanna know the reason why I can't stay forever like this
Now I'm climbing the walls 'cause I miss you"
(Climbing the Walls - Backstreet Boys)


________
PS: Ge, obrigada pela carona. Mila, obrigada por estar comigo. May, obrigada pela ajuda da sua família. Amiga da bolacha, só te vi naquele dia, mas obrigada de novo. Povo da fila, queria ter conversado mais com vocês, mas não deu. Amo vocês, e que venha mais um encontro nacional! (assim a gente conversa melhor!). Jess, eu sei que foi dificil para você não estar aqui. Mas eu tinha que te levar no show de alguma forma...

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Ed Sheeran e a Divide Tour em São Paulo

quarta-feira, junho 07, 2017 8
Como faz para ter mais do Edinho, ruivo magia, no Brasil?

Começo este post dizendo que eu saí da Divide Tour, mas que ela não saiu de mim. Que domingo, Brasil! Que domingo!

Dia 28 de maio vai entrar para a história como o dia em que vi um dos melhores shows da minha vida. Então, só posso recomendar esta experiência: se você nunca foi a um show do Ed Sheeran, vale a pena conferir tudo o que ele é capaz de fazer. Cada centavo vale!

Chegar no Allianz Parque é uma delícia. Perto do metrô, é só descer na Barra Funda e ir caminhando. Encontrei a Boo e a Simone lá na porta do estádio mesmo. A entrada foi bem tranquila e organizada. Tudo como esperávamos.

A abertura ficou por conta de um cantor inglês chamado Antonio Lulic (que já virou "Toninho", nas redes sociais, graças aos comentários dos fãs brasileiros). Eu gostei muito da voz dele e achei uma simpatia ele disponibilizar algumas músicas gratuitas para os fãs brasileiros (para baixar, clique aqui).

Uma publicação compartilhada por Antonio Lulic (@antoniolulic) em

Eu fiquei um pouco chateada porque perdi duas músicas do show dele. Desci uns 15 minutos antes para comprar algo para comer e a organização da alimentação estava bagunçada. De qualquer forma, reitero o que disse acima, porque amei o que vi! Gatinho, vozeirão... Toninho, pode voltar mais vezes. :)

Dá pra ver a felicidade estampada no meu rosto?

O show do Ed começou no horário previsto, com Castle on the Hill. O que dizer do ruivo mais fofo da galáxia? Ele fez questão de ser simpático ao extremo (o contrário do que aconteceu com o Justin Bieber) e, a cada música, a gente tinha um momento maior de arrebatamento!

Eu tinha algumas músicas que queria muito ouvir, mas me surpreendi com a beleza que foi Give me Love. Ele fez uma versão de quase dez minutos, dividiu a plateia em duas partes e orquestrou um coral harmonizando as vozes do público, que me deixou com um nó na garganta. Pode uma música tão bonita ficar mais bonita ainda? Só o Ed é capaz dessa proeza!



Galway girl passou num piscar - queria uma versão de 15 minutos! uahaha - Fiz um vídeo dela, porque queria mandar para uma amiga. Não ficou a melhor coisa do universo, mas está aí (juro que me segurei pra não ficar cantando, mas é impossível não fazer isso em algum momento):


Posso com esse "São Paulo, sing aloud!"?

Don't, Sing, Eraser, Bloodstream, Nancy Mulligan e Shape of You foram sensacionais! :D Não tem como ouvir a todas elas e ficar indiferente. Não tem. Se elas já são maravilhosas no álbum, imagine com o homem ali na sua frente! Sério, não tem como não virar a fã louca-desesperada-apaixonada.

O jogo de luzes do palco era animal! 

Sim, ele estava fazendo o pianinho de Shape of You.
🎵 tan tan tan tan tan tan oah oah oah oaaaah 🎵
Me diz: como não se derreter com esse sorriso?

Agora, eu devo dizer que o que eu mais queria mesmo nesta vida - e que estava morrendo de medo de ele não cantar - era ver You need me, I don't need you. Se você acompanha o blog há algum tempo, sabe que eu amo esta música a ponto de tê-la incluído na minha primeira lista de 101 coisas em 1001 dias e tê-la aprendido de cor. Acho que ouvir essa música foi a realização de um sonho para mim! 💚

U need me, man, I don't need you!

O set list do show foi:

  • Castle on the hill
  • Eraser
  • The A team
  • Don't / New Man
  • Dive
  • Bloodstream
  • Happier
  • Galway Girl
  • Feeling Good / I see fire
  • Give me love
  • Photograph
  • Perfect
  • Nancy Mulligan
  • Think out loud
  • Sing
  • Shape of you
  • You need me, I don't need you

Por fim, a última história legal desse dia: 
O show foi num domingo, na véspera, a Carla (do Faltou Açúcar) postou no instagram dizendo que estaria lá. Comentei que iria também, e ela me solta um: "se me ver, me grita". Pois bem. Domingo, cheguei no Allianz com as meninas, demos a volta no estádio e nos sentamos. Quando eu olho, no final da minha fileira, vejo um cabelo cacheado, azul, maravilhoso! Sim, era a Carla. E sim, a gente não acreditou nessa coincidência louca! (Porque ela também havia entrado pelo mesmo portão e dado a mesma volta no estádio!). Quando algo é para ser, é para ser. 😍

Vejam só o momento: sem voz-bate-cabelo no pós-show:



Bonus time!

Voltei do trabalho na segunda pós-show e fui procurar o que tinha de bom no youtube. Acabei encontrando uma playlist com todos os vídeos do show, feita pelo Dedy Linhares. Para acessar, clique aqui.
Para ver todas as minhas fotos do show, acesse o Flickr.

Beijos e queijos :*
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domingo, 9 de abril de 2017

Justin Bieber e a Purpose Tour no Brasil

domingo, abril 09, 2017 7
♫ I'd like to be everything you want... Hey girl, let me talk to you ♪ 
Oi, meu povo!
Quem me acompanha nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Snapchat), sabe que o último dia 02 foi dia de show do Justin Bieber! 😍

Vocês conhecem a minha loucura por música pop, então, quando o Justin anunciou a turnê aqui, resolvi ir mesmo sem saber uma música dele inteira. Afinal, era a minha chance de ouvir Boyfriend, What do you mean?, As long as you love me e Sorry e Love yourself ao vivo (queria muito Never Say Never também, mas nem rolou).

Comprei o ingresso mais barato, porque gosto da música, mas não sou doida por ele. Fui de cadeira superior, lá na última fileira, do lado esquerdo (de quem estava de frente ao palco). Esta também foi a minha estreia no Allianz Parque. Devo dizer que fiquei impressionada com a estrutura e conforto do lugar. Já me deu aquele faniquito louco de ir ver uma partida de futebol ali. Espero matar esta vontade em breve.



Voltando ao Justin, fui na companhia da Boo e da Simone. Nós três nos divertimos muito! Desde o show de abertura até o último Soooorry! Aliás, precisamos falar sobre o carinha que fez o show de abertura. Como ando trabalhando mais do que tudo nessa vida, não tenho visto muito dos novos nomes da música, então, conheci o Rudy Mancuso ali, na hora, mesmo. Sobre ele, tudo o que posso dizer é: pelamordedeus, vá ouvir esse menino! O cara toca muito (piano, guitarra, percussão, bateria e tudo mais que você der na mão dele!), canta muito e ainda é uma simpatia. O show dele faz a galera cantar, dançar e rebolar. Adoro!

Uma publicação compartilhada por Rudy Mancuso (@rudymancuso) em

Foi lá que eu tentei fazer a minha primeira live no Instagram. Parece que eu consegui, mas não vou afirmar com certeza, porque o sinal dentro do estádio era uma porcaria. uahahaha Aliás, teve um outro fator complicador para isso foi a minha preguiça para levar a câmera. Acabei indo só de celular - pensando toda feliz em fazer um vlog - mas, a imagem ficou péssima. Quem viu os vídeos e as fotos teve a impressão de que eu estava cinco vezes mais longe do que eu realmente estava. Complicado isso. #chateada

Todo mundo me perguntou o que eu achei do show. De um modo geral, acho que ver uma apresentação do Justin Bieber é algo extremamente válido para quem gosta de música pop. O cara canta muito, toca muito e dança em momentos estratégicos. A banda é incrível, os dançarinos impecáveis, o cenário cheio de tecnologia (palco que sobe e desce, hologramas, fumaça e fogos de artifício), uma parafernália que faz você pensar que valeu o preço do ingresso. Entretanto, não se pode esperar muito no quesito simpatia. Nesse ponto, se a gente for pesar, o Rudy falou mais com a plateia que o Justin (que nem Good evening, disse!). Foi nítido que tudo o que o Bieber falou é aquilo que está programado no script para todas as apresentações dele. Mesmo assim, isso não apagou o nosso divertimento.


As minhas expectativas foram atendidas e eu repetiria a dose sem pensar duas vezes (talvez até de um lugar mais próximo do palco). Aliás, eu estava achando que ouvir Baby seria um porre e fiquei muito surpresa como, no show, essa música se torna muito divertida. Pode-se dizer, sem nenhum peso na consciência, que ele é um exemplo de discípulo do Michael Jackson: aquele que quer fazer música de qualidade e um show que entretenha o seu espectador.

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domingo, 30 de dezembro de 2018

Greg Holden em São Paulo

domingo, dezembro 30, 2018 2
Greg Holden *_*
Sabe quando você é fã de alguém há tempos e, descobre do nada, que essa pessoa resolveu vir ao Brasil? Pois é, poderia resumir esse post no êxtase daquela tarde de agosto, quando saí do trabalho e, já no metrô, vi a marcação que a minha amiga fez no post em que o Greg Holden dizia que viria até aqui. Comprei ingresso para os dois dias de shows porque ouvir música ao vivo nunca é demais.

Esses são os CDs do Greg. Você pode comprar pelo site dele ou ouvir no Spotify.

A vinda do Greg propiciou que a eu conhecesse a Lucila, amiga querida que conheci por conta dos nossos blogs. Ela veio lá de Minas para assistir o show que aconteceu no sábado, dia 15. Nele, pretendíamos estar com Leidi, que não pôde vir porque teve um problema de saúde.

Lucila e eu antes do show! Foi maravilhoso te conhecer, amiga! <3

O show foi incrível! Antes de começar, fomos falar com ele, para entregar o presente que a Leidi mandou e o que eu comprei. Explicamos como ele uniu a nossa amizade tantos anos antes, o quanto estávamos felizes com a vinda dele. Ele foi simplesmente a melhor pessoa! Pensem em alguém simpático, carinhoso e gentil. A conversa foi tão bacana que simplesmente esquecemos de fazer uma foto. Acabamos fazendo isso depois do show, quando fomos comprar os CDs e pegar um autógrafo.

Greg e eu. Fim de noite, calor dos infernos, mas estávamos plenos.

O show foi curtinho, porque ele veio abrir para o Joshua Radin (outro cara simplesmente maravilhoso, que também vale a pena conhecer). Mas, apesar de curto, valeu a pena. O Greg levou uma colinha e se comunicou com todo mundo em português. Além disso, arriscou um trecho de Vai vadiar, do Zeca Pagodinho, que não tem muito a ver com que ele canta, entretanto tornou o momento ainda mais especial. O setlist contou com os sucessos I don't believe you, Boys in the Street e The Lost Boy. Foi difícil segurar as lágrimas que insistiam em querer cair em Boys in the Street... ô música linda!

Greg falando em Português (tem vídeo na playlist abaixo).



Como a Leidi não pôde vir, gravei o show do Greg para ela. Na próxima, estaremos juntas!

Fui ao show de domingo, 16, com a Bia e nos divertimos da mesma forma (tanto com o Greg, quanto com o Joshua). No fim da apresentação do Joshua, o Greg se sentou perto de nós e fez uma carinha feliz quando percebeu que eu estava ali de novo. Findadas as apresentações, fomos pegar um CD/autógrafo para a Bia, e eu aproveitei para dizer que era aniversário da Leidi (a amiga que mencionei no começo do post, que não veio porque estava doente). Greg então, pegou o meu celular e gravou um "Feliz aniversário". Juro que se eu pudesse entregar o prêmio de pessoa mais legal de 2018 a ele, teria feito naquela hora.

No primeiro plano temos o Joshua Radin. Ao fundo, Brandon Walters (músico que acompanhou o Joshua e que é gente boníssima também. Ele faz parte de uma banda chamada My name is you).

Eu (toda torta!Oh Gosh!), Bia e Greg, no final dessa minimaratona de fangirl.

Além desse carinho todo, algo que eu amei nas apresentações tão do Greg quanto do Joshua foi conhecer mais o processo de criação das músicas. Greg é um compositor que olha para fora, para o que observa das ruas, das amizades. Já o Joshua olha para dentro, para o silêncio, para o que quer e precisa entender do mundo. Tive vários insights ouvindo os dois contarem como as vivências de cada um -- tão distintas umas das outras -- resultaram em músicas tão belas.

Mal posso esperar para a volta deles no ano que vem! :)

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Quer conhecer mais dos meninos?
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