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domingo, 22 de março de 2020

Espalhe coisas boas!

domingo, março 22, 2020 6
Imagem de Monoar Rahman Rony por Pixabay
Oi, pessoal!
Sei que falei que não voltaria no coronavírus, mas resolvi criar algo bom para o período de quarentena. Depois do homeoffice, fiquei pensando no que poderia fazer para matar o tédio. Post passado eu dei algumas dicas e, agora, resolvi colocar uma delas em prática: aprender algo novo é sempre útil, portanto, cá estou eu explorando as ferramentas do Adobe Spark novamente.

Fiz o meu login no site. Escrevi "quotation" na área de busca e resolvi produzir algo inspirador para os dias de confinamento. 

Fique em casa. Lave as mãos. Cuidar é amar.



Aquele lembrete que a gente está cansado de ouvir, mas também está vendo um monte de gente ignorando. Fiquem em casa! (Se vocês tivessem algum profissional da saúde em casa, como eu tenho, não colocariam o rosto na janela, quanto mais na rua!)

Para este, peguei um modelo inicial, mudei a mensagem de texto. Inseri um filtro e uma forma no fundo, acrescentei um pequeno sombreado às letras. As alterações nem foram tantas, mas já deu diferença, como vocês podem ver abaixo:



Respire


Respirar é um lembrete que eu sempre carrego comigo. Na raiva, no medo, na insegurança, na ansiedade ou até mesmo na empolgação, respirar me ajuda a trazer o equilíbrio para o corpo e para a mente. Sendo assim, fazer a imagem acima me serviu como um lembrete de algo que dá certo e que pode ser feito repetidamente durante a quarentena.

Para fazer o "Respire", eu acabei mudando tudo: fonte, filtro, imagem de fundo. O modelo só serviu mesmo como inspiração, conforme vocês podem ver abaixo: 



Espalhe coisas boas


Em tempos de fake news e notícias tristes, temos que espalhar (ou ao menos tentar espalhar) coisas boas. Por isso, vídeos de gatinhos, memes divertidinhos, frases de livros inspiradoras, as ações de solidariedade. Coisas boas atraem coisas boas. Vamos fazer uma corrente do bem. :)

Para esse, usei o recurso de "Aprimorar foto" (está em "filtros"). Também recorri ao filtro contraste. Mudei a mensagem e a fonte. Mais uma vezes, esses ajustes trouxeram diferenças.


Por hoje é isso. Vocês também gostam de editar imagens? Me contem nos comentários!


Este post parte de uma experiência pessoal em parceria com a Adobe Spark. Para saber sobre os outros recursos, clique aqui.
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domingo, 16 de fevereiro de 2020

{Vamos falar sobre escrita?} Como criar a capa do seu livro usando o Adobe Spark

domingo, fevereiro 16, 2020 4
Foto por Robert Anasch via Unsplash.

Olá, pessoal!
Sei que a meta de muita gente que acompanha o blog é ingressar de vez no universo da escrita. Sei também que as diversas etapas de produção de um livro podem ser bem caras. Então, se você estiver  com o orçamento apertado, mas quer lançar o seu projeto no Wattpad ou na Amazon, segue o post de como criar uma capa bonita usando recursos gratuitos.

Sobre o Adobe Spark


O Adobe Spark é uma ferramenta de design que auxilia pessoas comuns na produção de conteúdos criativos e inovadores. Com o Adobe Spark é possível criar não só a capa do livro, mas também todas as peças de divulgação da sua obra. Como o plano inicial é gratuito*, fica fácil de nós, pessoas comuns, criarmos toda a identidade visual do nosso livro sem muitos problemas. 😉


Como começar?

Como criar a capa do seu livro usando o Adobe Spark
Foto por freddie marriage via Unsplash.

1. Colete ideias

Como não somos designers, o ideal é dar uma boa pesquisada em capas já existentes. Olhe na sua estante, dê um pulo em uma livraria, vasculhe a biblioteca do seu bairro ou da sua escola/universidade. Como são as capas dos livros do gênero literário que você escreveu? O que está em alta no mercado? Como é a tipografia? Quais são as cores mais frequentes? Elas têm fotografia ou ilustração ou nenhum dos dois? 

2. Observe o seu projeto

Quais são as palavras ou ideias chaves do seu livro? Quais elementos não podem deixar de aparecer na capa? Tem alguma informação extra (nome do ilustrador, por exemplo) que é importante estar visível?

3. Monte a sua capa

1. Abra o site do Adobe Spark. No canto superior da tela, à direita, escolha a opção Comece Agora. Crie a sua conta/faça o seu login;

2. Na barra de busca, escreva "bookcover";



3. Escolha um modelo dentre os pré-existentes;


4. Edite este modelo. Modifique as fontes, as cores e as imagens conforme o seu gosto. Se necessário, use as sincronizadas com o Lightroom;

5. Salve a sua capa (você pode escolher dentre os formatos .png, .jpeg ou .PDF).

Como criar a capa do seu livro usando o Adobe Spark

Minha capa

Fiz uma capa simples para exemplificar aqui no post. Modifiquei as cores e as informações. Veja como ficou: 

Como criar a capa do seu livro usando o Adobe Spark

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*No plano gratuito, a imagem fica com a marca d'água "Sp Adobe Spark".

Este post parte de uma experiência pessoal em parceria com a Adobe Spark. Para saber sobre os outros recursos, clique aqui.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Como catalogo os meus livros mais 5 dicas práticas para você catalogar os seus também

quinta-feira, fevereiro 28, 2019 50
Imagem por Marisa_ Sias.
Oi, pessoal!
Um problema constante de quem tem muito livros é como organizá-los. Por isso, no post de hoje, eu venho contar um pouco de como tenho controlado cada volume da minha coleção (principalmente quando empresto para alguém).

Escolhendo um método

A princípio, pensei em baixar algum software específico de catalogação, mas todos o que encontrei são muito caros. Os poucos gratuitos não permitiam a personalização para as minhas necessidades. Pensei em criar um banco de dados no Access, contudo não entendo muito desse programa, o que tornaria o processo mais trabalhoso do que o de coletar todas as informações. Sendo assim, resolvi partir para o recurso que eu domino e tenho à mão: a boa e velha planilha de Excel.

As vantagens

A primeira vantagem de se catalogar os livros é ter um controle do que se tem ou não em montante e por categorias (gêneros literários, autores etc.). A segunda, relaciona-se ao fato de fazer leituras conscientes. Com uma planilha de Excel, é possível filtrar o que estou lendo (mais homens, mais mulheres, mais literatura estrangeira, mais brasileira, mais prosa ou mais poesia? As possibilidades são infinitas!) e, sobretudo, pensar se estou lendo o que quero ler. Eu, por exemplo, estou numa sede de ler autores brasileiros, de preferência, mulheres. Ainda não terminei de catalogar tudo, mas sei que minha biblioteca foi por um bom tempo – e talvez ainda seja – predominantemente masculina. Quando a planilha estiver pronta, será possível visualizar os dados, sair desse campo do achismo e direcionar as minhas compras para o caminho que quero seguir.

A terceira vantagem é a personalização. Dando um exemplo prático: eu gosto de ter um controle se o livro está comigo ou emprestado. Se emprestado, com quem está. Também gosto de saber se o livro do meu acervo tem algo de especial (é autografado ou tem alguma dedicatória?) e se ele foi resenhado ou não aqui no blog. Tenho amigas que estão investigando se elas leem mais autores vivos ou mortos. Essa seria uma informação importante para entrar na planilha delas, por exemplo.

Já salve esta imagem no seu Pinterest, para consultar este post com frequência. ;)


Quais informações colocar na planilha

Informações gerais:
Se você for mais técnico, pode seguir a ficha catalográfica e colocar em cada coluna:
• Nome do Livro; nome do autor; título original; nome do tradutor; ISBN; Edição; Número de páginas; Editora.

Informações extras
Aqui você pode inserir o que for pertinente à sua realidade e à sua curiosidade enquanto leitor. Eu inclui na minha lista os seguintes itens:
• Ano de publicação; Faz parte de série? (se sim, qual é o nº do livro dentro dessa série?); País do livro/autor (acho que isso ajuda a perceber se as leituras estão muito eurocêntricas); Foi resenhado no blog?; Tem alguma dedicatória/autógrafo; Está no acervo ou não? Se emprestado, com quem está?; Sinopse/apresentação; Citações.
• Como eu tenho dois espaços distintos para guardar os meus livros, criei uma última coluna dizendo onde eles estão. Assim, economizo tempo procurando-os.

Status de leitura:
Eu adotei quatro status que são práticos para mim, baseados na minha experiência de usuária do Skoob: lido, não lido, lendo, leitura abandonada. Além disso, quem quiser pode colocar prazos para início e término da leitura, como forma de acompanhar o próprio ritmo e perceber quantas leituras você dá conta de fazer simultaneamente.

Como usar e o que facilita na prática

Cada informação que eu queria virou uma coluna na planilha do Excel. Depois de nomeá-las, congelei a primeira linha, de modo a conseguir caminhar por todo o conteúdo sem perder os títulos das colunas. Para fazer isso, basta procurar na sua Dashboard a opção Exibir e ir em Congelar Painéis

Outra forma de facilitar a consulta é o uso das ferramentas Localizar e dos Filtros. Por meio dos filtros é possível encontrar informações baseando-se em apenas um dos padrões de resposta (por exemplo: só os volumes que são de contos, só os livros lidos, só os da editora X etc.).

Em resumo

1. Selecione os dados que você quer ter catalogado. Crie a planilha com tudo o que você julga importante saber;
2. Colha os dados. Tire os seus livros da estante para a coleta de informações. Lembre-se que muitas delas estão ou na ficha catalográfica ou nos sites da editora e do próprio autor. Aproveite para limpá-los, folheá-los e fazer com que as páginas respirem;
3. Congele a primeira linha e use os filtros para entender a sua biblioteca;
4. Analise os dados coletados para saber se você precisa de todos os livros que tem e quais serão as suas próximas leituras;
5. Guarde os livros conforme os dados da planilha. Se você quiser organizá-los por ordem alfabética, por exemplo, basta colocar a planilha em ordem alfabética e tcharán! Terá economizado todo o trabalho de pensar na disposição dos livros. O mesmo vale se você quiser organizar os volumes por sessão, por exemplo. Use um filtro e você logo saberá quais são os romances que devem ir para tais prateleiras e quais são os poemas que devem ficar nas outras prateleiras.

Infográfico com um resumão de tudo? Claro que eu faria isso para você!
No computador: clique com o botão direito do mouse e escolha a opção "salvar imagem como...";
No celular: pressione a imagem até aparecer a opção "fazer o download da imagem".

Espero que estas dicas sejam úteis e que funcionem na organização das suas obras. Se você tiver mais dicas, por favor, deixe nos comentários. Se tentar construir esta planilha, não deixe de me contar como foi a experiência de catalogação. 😉

Beijos e queijos!

Este post parte de uma experiência pessoal em parceria com a Udemy. Para saber sobre os cursos, clique aqui.
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segunda-feira, 9 de julho de 2018

{Receita} Quibe assado na fritadeira elétrica*

segunda-feira, julho 09, 2018 6

Oi, pessoal!
A receita de hoje é saudável, prática e excelente para aquele dia em que você precisa fazer algo gostoso. Entretanto, já aviso aos árabes e seus descendentes que eu não me prendi às tradições. A verdade é que eu resolvi fazer de cor o que me lembrava das várias receitas de quibe que os diversos amigos que sabem cozinhá-lo me passaram. Sendo assim, o meu quibe nasceu de uma mistura doida e do meu toque especial (um tanto exagerado) para alguns dos temperos.

Ingredientes:
250 gramas de carne moída
250 gramas de trigo para quibe
550 ml de água fervente
1 cebola grande picada
3 dentes de alho
1 colher de sopa de farinha de trigo
1 e 1/2 colher de sopa de azeite de oliva
Hortelã, cebolinha, sal, orégano e azeitonas (eu usei a preta) a gosto

Quibe pronto para ser modelado.

Modo de preparo:
Em um recipiente grande, coloque o trigo para quibe e a água fervente. Deixe descansar por meia hora. Depois, acrescente todos os outros ingredientes: a carne, a cebola, a farinha, o alho, o orégano, a hortelã, a cebolinha, o sal, a azeitona e o azeite. Unte a fritadeira com azeite. Modele o quibe e coloque para assar por 20 minutos, a 200ºC, na fritadeira elétrica ou no forno (se você ainda não tem uma fritadeira elétrica Air Fryer, aqui tem algumas dicas muito legais para te ajudar a escolher uma).

Como vocês podem ver, eu preciso treinar mais como modelar. Uahahaha Apesar do formato, ficaram bem saborosos!

Algumas observações:
1. A maioria das receitas de quibe pede para tirar o excesso de água do trigo, passando-o por uma peneira ou pelo pano de prato antes de misturar os demais ingredientes. Eu não fiz isso, porque acho que esse processo deixa o quibe ressecado depois que ele assa. Fica aí uma opção para quem gosta do quibe mais sequinho.
2. Eu corto a cebola em pedaços, mas há quem prefira colocá-la ralada ou triturada. Então, você escolhe como será a sua cebola.
3. Por fim, há quem queira acrescentar mais temperos (como salsinha e pimenta) ou deixar com menos temperos (tirar a cebolinha e o orégano). Nesse quesito, sou do seguinte pensamento: seu quibe, suas regras. Portanto, você decide como temperar. O que eu não mudaria é a quantidade de farinha, de trigo, de água e de carne.
*4. Se você não tiver uma fritadeira elétrica, pode assar no forno. Recomendo que unte a forma com azeite, para não grudar. Deixe assar até dourar.

Rendimento: se você modelar quibes em tamanho médio, fará cerca de 30 quibes. (Eu assei metade da receita e guardei a outra metade na geladeira para modelar no dia seguinte.)

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domingo, 25 de fevereiro de 2018

{TAG} Falando um pouco sobre livros

domingo, fevereiro 25, 2018 8
Imagem por TemplateMonster.
Oi, gente! 
Tudo bem?

O post de hoje traz uma conversa sobre uma das minhas maiores paixões, os livros! A Ane Venâncio, escritora no blog Profano Feminino, me convidou lá no Instagram dela para responder à tag Falando um pouco sobre livros. Bem, aqui estou eu.

Livros, my precious! 

📝Último livro que comprou:
Semana passada fui a uma aula magna com o professor Evanildo Bechara e saí de lá carregada de livros técnicos: 

  • Nova Gramática do Português Brasileiro, de Ataliba T. de Castilho;
  • Gramática Fácil, de Evanildo Bechara;
  • Como Corrigir Redações na Escola, de Eliana Donario Ruiz;
  • Guia de Acentuação e Pontuação em Português Brasileiro, de Celso Ferrarezi Junior.

O último livro de literatura que eu comprei, foi o Perambule, do Fabrício Corsaletti.

📝Coisas mais estranhas que já usou como marcador de páginas: 
A lista vai desde régua, tesoura e cola (bem fechada, claro!), passando por meu próprio cotovelo e chegando a brincos e prendedores de cabelo.

📝Livro usado, sim ou não? 
Prefiro os novos por motivo de rinite.

📝Três gêneros literários favoritos? 
Poesia, Crônica e Romance.

📝Comprar ou pegar emprestado? 
Já fui uma frequentadora assídua da biblioteca municipal. Agora ando mais em livrarias. Embora compre mais do que pegue emprestado, tenho tentado conter o comprar, porque me falta espaço para guardar.

📝Personagens ou Trama? 
Trama. Um bom livro é aquele que tem uma história bem contada. Um bom autor transforma até um "Parabéns pra você" em um bom livro.

📝Livros para rir ou chorar? 
Para rir. Minha vida já anda dramática o suficiente! hehehe

📝Capítulos curtos ou longos? 
De curtos a médios. Os muito longos têm que ser muito bons para não me dar preguiça.

📝3 livros que vierem a sua cabeça: 

📝Mundo real ou fictício? 
Gosto do mundo real e ainda mais quando a ficção o retrata.

📝Audiobook, sim ou não?
Morro de vontade de tentar. 

📝Julga o livro pela capa? 
Julgo mais pelo o que está escrito na primeira página. Normalmente é assim que escolho um livro: lendo a primeira página.

📝Adaptação de livros para filmes ou séries? 
Normalmente, quando os autores ajudam na adaptação sim. Caso o contrário, vai depender do meu humor...

Conte nos comentários o que você pensa sobre estas perguntas e se concorda com as minhas respostas. 😉
Se você responder à tag no seu blog, não deixe de me avisar! Ficarei feliz em conhecer mais sobre os seus hábitos de leitura.

Você pode comprar os livros que citei no post e 
tantos outros usando cupons de desconto 
da Amazon (cupom de 10%), da Saraiva (desconto de até 20%), 
da Livraria Cultura (até 20% off) e/ou da Livraria da Travessa (10% de desconto).

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