{Reflexões sobre o amor} O que é o tal do amor próprio?

Quando sabemos o que sentimos, podemos alçar longos voos.


A melhor coisa é receber um elogio que reconhece o quanto você está bem consigo mesmo. Por trás de um "você está mais bonita, mais feliz" sincero há zilhões de significados. O fato é que o principal - ou o mais importante dele - relaciona-se ao amor próprio, que, diga-se de passagem, é o mais puro que existe.

Não sei exatamente se todo mundo é capaz de reconhecer e, sobretudo sentir, este tipo de amor. O amor próprio só ganha cargo de importância quando há auto-reflexão, quando quem o sente tenta ser uma pessoa melhor. Por sua vez, este processo - de crescimento e amadurecimento - às vezes é doloroso e introspectivo. Olhar para dentro não é fácil, ainda mais em um mundo em que quase tudo está disponível no google. Como ser? Como se reconhecer?

O amor próprio é o reconhecimento da mudança, do esforço por novos hábitos, do sorriso que luta para acontecer em meio à luta do dia a dia egoísta e estressado que temos ao nosso redor. Ele é semeado por nós, nascendo timidamente até que ganha força e floresce.

Ah! E quando floresce, o faz com vigor! Ele é vibrante e vicia: quanto mais nos amamos, mais queremos espalhar o amor ao nosso redor... Talvez seja daí que vem aquela famosa ideia bíblica de "amai uns aos outros como a si mesmo". Se nos amamos, multiplicamos o amor e, consequentemente, somos amados de volta.

Que tenhamos todos a preocupação de nos amar independentemente das nossas conquistas ou dos nossos fracassos. Que consigamos ser aquilo que sempre sonhamos, sem medo e sem ficarmos comparando a nossa grama com a do vizinho (na foto ela até pode ser mais verde, mas você não sabe se a cor é fruto de algum photoshop da vida). Que não tenhamos vergonha das nossas imperfeições. Que o amor por nós mesmos reine, pois assim sorriremos. A vida é um espelho, então fica o convite: vamos refletir o que há de mais belo em nós? 

O tema da blogagem de hoje foi proposto pelo Rotaroots. "O Rotaroots tem o objetivo de resgatar a época de ouro dos blogs pessoais, incentivando a produção de conteúdo criativo e autoral, sem ser clichê e principalmente, sem regras, blogando pela diversão e pelo amor".
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4 comentários

  1. Muito bom teu texto, o jeito como escreveu sobre o amor próprio e como ele é importante na nossa vida. Gostei muito do segundo parágrafo onde tu diz que o amor próprio acontece conforme tentamos melhorar a nós mesmos e que esse processo de amadurecimento muitas vezes é doloroso.

    Beijo!
    www.paroledijuliana.com

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    Respostas
    1. Amadurecer é doloroso, mas faz parte! :D
      Beijos

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  2. Ah eu me adoro, sou bem feliz comigo mesma :) Ótimo post !
    Vem ver o post novo do BL
    http://bhulago.blogspot.com.br/

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