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domingo, 23 de novembro de 2025

{Fotografia} Pausa para respirar #8

domingo, novembro 23, 2025 14


Este pausa para respirar segue na linha portenha, porque se tive momentos de pausa e de respiro nesta viagem, muitos deles foram para comer. E quem não ama estar em uma cidade repleta de bons restaurantes com quitutes maravilhosos? Pois é, posso dizer que fui bem feliz.

Não fiquei anotando em qual restaurante comi o quê (deixo anotado o que souber), mas deixo no fim do post alguns lugares por onde passei, assim vocês podem inclui-los nos seus roteiros de viagem, caso queiram.

Ah! E mais um pequeno adendo — porque eu só notei isso enquanto escrevia este post —, eu comi churrasco argentino (las parrillas), mas estava tudo tão saboroso, que eu me esqueci de fazer as fotos. Hehehe 



Bolinhas que ganhei do chico que trabalha no quiosco ao lado do hotel em que me hospedei.

Bolo que o hotel me deu de aniversário. 
(Já tinha comido metade, quando me lembrei de fazer a foto.)

Nhoque no London City.

Metade foi meu jantar de aniversário, outra metade, meu almoço no dia seguinte. 
Este é do Paulin.


Este é do Café Paulin.





Menu La Parolaccia.

Menu La Parolaccia.

Menu La Parolaccia.

Menu La Parolaccia.






La panera rosa.






Restaurantes

  • La panera rosa — Avenida Corrientes, 699 e Avenida Callao, 692
  • La Parolaccia Puerto Madero — pedir o menu Parolaccia (vem com entrada, prato principal, sobremesa e bebida, por um preço mais barato) — Av. Alicia Moreau de Justo, 1052
  • La Instancia Girll (La instancia de Palermo) — Em frente à entrada do Jardín Botánico — Avenida Santa Fé, 3954
  • Buenos Aires Grill — Avenida Corrientes
  • Pizzaria Guerrín — Avenida Corrientes
  • Alma Café — Calle Cerrito, 304 (perto do Obelisco e da casa de câmbio)
  • Confitería la ideal — Calle Suipacha, 384
  • Paulin y Café Paulin — Calle Sarmiento, 635
  • London City — Avenida de Mayo, 599
  • Il gatto — Obelisco — Avenida Corrientes, 959
  • Biutiful louge & restaurant — Galerías Pacífico (uma das entradas é na Calle Florida)
  • Kentucky — Obelisco — Avenida Corrientes, 961
  • Café y libros — Quiosque de café ao lado da Casa Rosada — Av. Hipólito Yrigoyen

Veja também: outras edições do Pausa para Respirar:
01 ⏯️ 02 ⏯️ 03 ⏯️ 04 ⏯️ 05 ⏯️06 ⏯️ 07 ⏯️
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domingo, 26 de janeiro de 2025

{Fotografia} Pausa para respirar #7

domingo, janeiro 26, 2025 10


Uma das coisas mais legais de 2024 foi poder ter ido à praia. Este passeio abriu as comemorações do meu aniversário, em setembro. Foi bacana, porque fui com os meus pais, e a gente se divertiu muito, apesar de ter sido um bate e volta.

A princípio, iríamos a Santos, mas no meio do caminho mudamos de ideia e fomos parar na Riviera de São Lourenço. Como descemos a serra num dia de semana, a praia estava MUITO tranquila. Além disso, embora na capital o sol estivesse reinando, no litoral estava nublado. Viajamos naquela semana em que o interior estava sofrendo com as queimadas, então até a fumaça tinha descido a serra. 

Apesar dessas adversidades, não deixei de me divertir. Eu AMO ir à praia, mas quase nunca tenho a oportunidade de fazer isso. Sendo assim, agarrei com unhas e dentes e me joguei no mar, mesmo com a água estando fria. Parecia uma criança e, se esse papo de criança interior for verdadeiro, a minha foi bem feliz!

Abaixo alguns dos registros feitos com a boa e velha cybershot. 😉

Uma conchinha fofinha 😍



Já diria Diogo Nogueira: 🎶Pé na areia, a caipirinha, água de coco, a cervejinha
Pé na areia, água de coco, beira do mar🎵


Pessoas ao longe. 


Uma ilha. ⛵

Nós respeitamos o mar, e o mar nos respeita. 😉


Por fim, a famigerada selfie — esta, feita com o celular:

Solar, salgar. 



Veja também: outras edições do Pausa para Respirar:
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quarta-feira, 8 de novembro de 2023

{Fotografia} Pausa para respirar #6

quarta-feira, novembro 08, 2023 18
Pausando as andanças para registrar o que há de bonito por aí. 


A pausa para respirar de hoje é com fotos de uma das minhas muitas idas à Avenida Paulista. Cartão postal da cidade, conhecida como "praia de paulista", a avenida é um dos meus pontos preferidos da cidade.

Caminhar, entrar em livrarias, parar para tomar um café, visitar os diversos museus e galerias de arte, assistir a peças de teatro e stand up, ir ao cinema. Ir a Paulista não tem erro, porque sempre tem algo acessível para todos que possa ser feito.

Caminhos. A vida está nos trilhos?


Desde que me entendo por gente, gosto de andar de metrô. Os motivos são vários: a velocidade, a praticidade, a limpeza, o poder ler enquanto vou, o observar as pessoas, o conversar com desconhecidos... Eu adoro, e acima há um registro disso.

Um poema da Stephanie Borges colado no poste. 


Adoro o fato de que as pessoas espalham poemas por aí. (Será que algum dia verei algum meu colado em algum lugar?) Este é um da escritora e tradutora Stephanie Borges. Vale a pena acompanhar o trabalho dela. Abaixo, o texto em detalhe:

Bonito, não? a @ está clarinha, mas quem fez foi a @pontoemverso.

Nesse dia, fui à Casa das Rosas para fazer algumas polaroids no jardim (tinha uma tarefa do curso de fotografia). Aproveitei e fiz a foto que segue:


A Casa estava em processo de restauração. Agora reabriu! YAY! Estou doida pra voltar lá e fazer mais fotos do espaço interno e dessa varandinha que ela tem e é uma graça. 😍 Do jardim, registrei uma rosa branca lindíssima: 

A natureza é tão bonita que sempre me espanta de um jeito bom.


Depois de ter feito a tarefa, segui andando:



Todos os caminhos nos levam para casa. 💚

Essas são algumas das minhas fotos. Mais para frente, trago mais cliques de lá.

Agora me conta, você também gosta de fotografar os seus caminhos?

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quarta-feira, 2 de agosto de 2023

{Fotografia} Pausa para respirar #5

quarta-feira, agosto 02, 2023 8
Pausa para fazer uma foto no caminho.


Lá em janeiro de 2019, eu criei uma coluna aqui no blog chamada Pausa para respirar, cuja ideia era retomar a minha relação com a fotografia e documentar um pouco do que vejo por aí. Ela teve quatro edições, duas em 2019 e duas em 2020, e depois ficou parada. Sabe como é: o mundo acabou e recomeçou. Eu estava focada em sobreviver e em lançar um livro. Agora, quero dar mais uma chance a esse desejo de apresentar para vocês o mundo através das minhas lentes.

Sobre o processo e as escolhas de câmera

Neste meio tempo, os xóvens redescobriram as câmeras analógicas e as digitais do início dos anos 2000. Eu, que tenho as 2, resolvi comprar um filme, recarregar as baterias, formatar o cartão de memória. Resolvi entrar na tendência não só para resgatar a nostalgia de fotografar com uma câmera que não tem tantos recursos nem tanta parafernália, como a minha velha Nikon ou como o meu celular, mas também aproveitar esse tempo diferente. 

Sempre achei que é diferente fotografar com câmera, pensar na imagem (principalmente quando se tem um cartão com pouca memória ou um filme com apenas 10 ou de 36 possibilidades). Na câmera, não há notificações e distrações. Normalmente não há filtros. É preciso pensar na luz, na sombra, na composição. E pensar, leva mais tempo do que só sair apertando botões e compartilhando.

Outro ponto que me fez querer seguir a tendência de tirar as minhas câmeras nada tecnológicas do armário é a vantagem que vejo em termos de segurança. Quem vai querer roubar uma câmera que está longe de ser ultratecnológica? Quem vai se interessar por um aparelho que não se conecta à internet (e muito menos não tem acesso pix ou qualquer outra transação bancária)? Ninguém. De certa forma, fico menos preocupada em andar com a câmera velha na mão do que com o celular — ainda mais porque eu fiz a maior parte das fotos andando sozinha por aí.

Como dito, a minha câmera mais profissional é uma velha Nikon, que tem mais de 10 anos e é grande e pesada. Apesar da falta de recursos, tanto a cyber-shot, quanto a canon saboneteira são pequenas, leves e bem mais discretas. De novo, isso facilita no uso delas na rua.

Sobre as pausas e os respiros de hoje

As fotos que vou compartilhar com vocês hoje foram feitas ao longo do primeiro semestre, com a já citada Sony Cyber-shot, segunda máquina fotográfica digital que tive na vida (a primeira era uma a pilhas que usei até não sobrar nada. hehehe). Diz o Google que ela é de 2012, ou seja, tem 11 anos de existência. Ela funciona bem, mas notei que se coloco um cartão de memória que tenha mais de 4GB, ela trava — será que existia cartão maior que isso naquela época? 

Para o post de hoje, escolhi imagens em preto e branco. A edição foi simples, feita no editor de fotos do Windows, nada que exigisse muito conhecimento técnico. Espero que gostem (fotógrafos de plantão, lembrem-se: eu não sou fotógrafa. hehehe).

Poesia em um dia de preguiça.

De uma manhã no CCSP.

"We still find no aubergines, no aubergines, no aubergines!"


Avião sobre o inverno seco.


Vida.

Um domingo lendo o Só Garotos, da Patti Smith.

Ao sol e à sombra.

Poesia na aula de Pilates comigo.

Casa das Rosas.


Fotografar é uma pausa para respirar e encontrar beleza ao meu redor. 
Vocês vêm comigo nessa?

Veja também: outras edições do Pausa para Respirar:
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domingo, 1 de março de 2020

{Fotografia} Pausa para respirar #4

domingo, março 01, 2020 4
Algumas Observações | {Fotografia} Pausa para respirar #4
Livros que estou lendo.
Fevereiro, mesmo sendo mais longo, voou!
Trabalhei bastante, bastante MESMO, dei uma choradinha, li muito (mas não tanto quanto gostaria), sobrevivi às tretas todas do dia a dia, encontrei algumas amigas e fiquei doente. Ou seja, teve de tudo! hehehe

Algumas Observações | Flores brancas sobre a mesa do restaurante
Momentos de paz.

Depois de uma manhã dura, fui almoçar em um lugar que tinha essas flores na mesa. São os pequenos detalhes que fazem diferença.

Algumas Observações | Árvore com flores roxas em dia nublado
Postei essa foto no meu Instagram. Na legenda, há um poema. Clique aqui para lê-lo.

Esta árvore fica em frente do estúdio em que faço Pilates. Acho linda quando ela fica inteira florida. Já o céu cinza é reflexo desse tempo doido que está rolando aqui em São Paulo. Fevereiro foi bem mais frio do que de costume. Chuva, garoa e nuvem foi o que tivemos. Já estou mofando. Saudades, sol.

Algumas Observações | Gatas Notáveis: Camomila e Poesia brincando em caixa de papelão
Camomila (dentro da caixa) e Poesia (fora da caixa) brincando.

Post passado eu contei 10 formas de autorregulação que funcionam para mim. Se quisesse, poderia incluir uma 11ª: passar mais tempo mais tempo com as gatas. Estar com a Camomila e com a Poesia me enche de amor e de calma. De novo (porque acho que já falei isso): eu não consigo nem me lembrar de como era a minha a vida sem as gatas. 💚

Algumas Observações | Encontro de escritoras: Elizza Barreto e Fernanda Rodrigues
Elizza Barreto e eu.
Encontrei a minha amiga Elizza para um jantar. Falamos de literatura (ela vai lançar um livro chamado Afetos em Ruínas. Para quem for de São Paulo, apareça para nos ver! Mais aqui.) e sobre a vida. É sempre bom poder sentar com as amigas e fazer muitos nadas. 

Algumas Observações | Livro A Intermitência das Coisas no catálogo Biblioteca Viva, das bibliotecas municipais de São Paulo
Para quem for de São Paulo. :)
Algumas Observações | Livro A Intermitência das Coisas no catálogo Biblioteca Viva, das bibliotecas municipais de São Paulo
Você, que já pegou o livro emprestado: te amo! 💙

Eu estou muito feliz, porque agora há três exemplares do meu livro, A Intermitência das Coisas: sobre o que há entre o vazio e o caos, em duas bibliotecas públicas aqui de São Paulo: a Mário de Andrade e a Sérgio Milliet (do Centro Cultural São Paulo). Vocês podem consultar o catálogo das duas bibliotecas clicando aqui.

Algumas Observações | Livro A Intermitência das Coisas no clube de leitura Coletivo Escreviver
Coletivo EscreViver.
Eu já havia colocado na agenda aqui do blog, mas fica o aviso de novo. Recebi no finzinho de fevereiro a arte de divulgação do encontro do Coletivo Escreviver. Agora em março o lido livro será o A Intermitência das coisas. O encontro será no início de abril, na biblioteca do Parque Villa-Lobos, em São Paulo. VEM, GENTE! Quero ver todo mundo lá! 💙

Acho que é isso! 
Que março seja um mês em que a gente se sinta completo, saudável e feliz. 😉
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