
Para ler sobre a primeira aparição de Fátima e Álvaro aqui no blog, clique aqui.
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Sobre Fernanda Rodrigues
Fernanda Rodrigues é uma paulistana apaixonada por gatos e café. Atualmente é professora de escrita literária, escritora, revisora, preparadora de textos, leitora crítica, assistente literária, palestrante, psicopedagoga e cofundadora do Projeto Escrita Criativa. É autora de A Intermitência das Coisas: sobre o que há entre o vazio e o caos (2019), de Rasgos dentro da minha própria pele (2022), de La intermitencia de las cosas: sobre lo que hay entre el vacío y el caos (2024) e do didático Narrativas Digitais: narro, logo existo! Registrar o meu mundo e construir histórias (2021). É 3º lugar no Prêmio SESC Crônicas Rubem Braga (2017) e tem textos em diversas antologias. Também escreve no site Algumas Observações, no ar desde junho de 2006.
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Por mais que em sentido literal essas quebras (ano novo, segunda feira, "depois do Carnaval") sejam apenas o dia seguinte, é incrível como de alguma forma eles impulsionamento alguns movimentos desejados e/ou necessários.
ResponderExcluirE na história de Fátima, que com o fim do Carnaval, ela possa dar fim às dores que atravessam seu coração!
Um beijo!
Rituais são sempre necessários, né? É incrível o efeito que eles têm em nós!
ExcluirUm beijo, amiga!
Oi Fê, tudo bem?
ResponderExcluirAmei conhecer a sua escrita e adorei o conto.
Conseguiu transmitir muito bem o sentimento de fim de Carnaval, daquela sensação da pós-euforia. Ansiosa pra ler os próximos!
Beijos,
Priih
https://infinitasvidas.wordpress.com
Oi, Priih!
ExcluirFeliz demais porque você gostou!
Um beijo
Fê, adorei o tema da vez. ♥ E achei bem interessante esse trecho "ainda que vivo, ele seria um de seus mortos?". Para refletir, sem dúvida!
ResponderExcluirBom Carnaval!
Beijos, Carol
www.pequenajornalista.com
Algumas pessoas morrem pra gente, mesmo vivas, não?
ExcluirUm beijo :*
Oi, Fê! Como vai? Adorei o conto, aliás você como sempre arrasando na escrita, não é mesmo? Um abraço!
ResponderExcluirOi, Lu!
ExcluirObrigada pelo elogio! Fico feliz que você tenha gostado. :)
Um beijo!
Bela reflexão sobre o carnaval. Gostei de ver.
ResponderExcluirBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está em Hiatus de verão entre 03 de fevereiro à 09 de março, mas comentaremos nos blogs amigos. Mesmo em Hiatus, o JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
Jovem Jornalista
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Até mais, Emerson Garcia
Obrigada!
ExcluirAdorei o texto. Amo essa música do Ney rs
ResponderExcluirFico feliz!
ExcluirEssa música é maravilhosa mesmo! <3
Fátima é uma mistura de fragilidade e força. A forma como ela fala de Álvaro traduz, com delicadeza, essa dor de perder alguém que continua existindo no mundo, mas não na nossa vida. E a maneira como ela segue, mesmo em meio à dor, por caminhos tortos, mostra que, no fundo, ela sabe que vai chegar em casa.
ResponderExcluirÉ isso que nos faz terminar a leitura com a sensação de que, apesar de tudo, ela vai seguir. E isso é bonito demais.
Blog Profano Feminino
Seguir, apesar de tudo. Isso é importante demais! :)
ExcluirObrigada pelo comentário, Ane! :)
Adorei o texto. Ele passa muito bem essa sensação de ressaca emocional depois do carnaval, quando o barulho acaba e a gente fica só com o que está sentindo por dentro.
ResponderExcluirGosto especialmente da forma como você liga a Quarta Feira de Cinzas a um recomeço pessoal. O corte de cabelo funciona como um símbolo simples e muito real de mudança.
www.saidaminhalente.com
Os pequenos rituais de recomeço são sempre muito importantes, não é mesmo?
ExcluirObrigada pela leitura tão atenta!
Um beijo