A rua



Na rua,
a chuva que inunda os boeiros públicos
leva as mágoas de tanta gente:
passantes, com seu pesar doente
de quem sente o que não se vê.

Na rua,
as pessoas vem e vão sem destino certo:
a maior parte deslocada e descontente,
sem o seu "felizes para sempre"...

Na rua,
a (des)esperança.
Apenas sua audácia:
Água, temor, falácia.

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4 comentários

  1. Hey, Fernanda, aqui em Campinas, cidade onde eu moro, tem uma avenida muito movimentada. Eu adoro ficar observando o vai e vem das pessoas. Adoro observar seres humanos rsrsrsrs

    www.blogdahida.com

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    Respostas
    1. É uma delícia mesmo! :D
      Também gosto do movimento, da diversidade das pessoas!

      Beijos

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  2. Adoro seus poemas, Fê!
    Bj e fk c Deus
    Nana
    http://nanaeosamigosvirtuais.blogspot.com

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    Respostas
    1. Yay! Fico muito feliz com isso, Nana!
      Muito obrigada! :D

      Beijos

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