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| Imagem por Markus Spiske, via Pexels. |
não temos fotos.
o duende levou consigo o registro mágico do Natal.
não há memórias.
as doçuras foram levadas pela tempestade de verão.
não há amor.
como explicar a ilusão do que aconteceu,
quando o sentimento não era recíproco?
não há saudade.
como entender o que está acontecendo agora,
com uma comunicação inexistente?
em um tempo em suspenso,
o relicário segue pendurado no pescoço:
nele há dois lados que seguem vazios.
provavelmente nunca mais serão preenchidos.



Que lindo!
ResponderExcluirBela poesia! Gostei bastante.
ResponderExcluirBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia