quarta-feira, 25 de agosto de 2021

{Vamos falar sobre escrita?} Entrevista com a escritora Anna Carolina Ribeiro

Vamos falar sobre escrita e conhecer mais do Lua em Escorpião?

Estou muito feliz por trazer mais uma entrevista aqui para o blog. Primeiro, porque a Anna Carolina Ribeiro é uma escritora de mão cheia (só por isso a entrevista valeria a pena!). Segundo, porque ela foi minha aluna na Mentoria de Escrita e Mercado Editorial e, atualmente, faz parte do Grupo de Estudos de Escrita e Crítica Literária* de que sou professora — por isso, tive a honra e o privilégio de ter visto o livro dela, Lua em Escorpião, nascer. Terceiro, porque eu amo quando a minha história de vida se cruza com a de outras pessoas por causa da literatura e vai além. A Anna acabou se tornando minha amiga e minha professora de Yoga e isso tem sido um verdadeiro presente para mim! 😉

Então, sem mais delongas, vamos ver mais deste bate-papo e conhecer melhor a Anna Carolina e o seu Lua em Escorpião?

Anna Carolina Ribeiro, escritora, poeta e professora de Yoga.

Algumas Observações: Olhando para a sua trajetória, eu queria que você falasse um pouco do nascimento do Lua em Escorpião. Como foi a construção do livro, quanto tempo durou esse processo?!
Anna Carolina Ribeiro: Apesar de ter me formado em Letras, a faculdade e depois o trabalho como professora de inglês acabaram me afastando da escrita. Depois de algum tempo trabalhando em uma escola de inglês, resolvi dar aulas de Yoga, justamente porque teria mais tempo para me dedicar a algumas coisas que eu desejava, entre elas, a escrita. Então já fazia algum tempo que eu vinha retomando minha proximidade com outras formas de escrita, mas eu ainda estava distante da poesia desde a adolescência. Uma das minhas metas pro ano de 2020 foi começar a escrever poemas regularmente. Depois de algum tempo, com a chegada da pandemia, em que a minha produção aumentou muito, busquei também uma mentoria de escrita com você, Fernanda! E aí, pra minha surpresa, ao mostrar os poemas produzidos pra cumprir essa resolução pessoal, você disse que eles poderiam compor um livro. A partir daí começou um novo processo, de selecionar quais poemas iriam para o livro, de acrescentar mais alguns pra que houvesse uma coerência entre eles e de editar o que já estava escrito pra trabalhar a forma um pouco mais.

Lua em Escorpião, de Anna Carolina Ribeiro (Editora Penalux).


AO: Tanto no subtítulo quanto na abertura, você fala o livro ser um reflexo dos desejos e de quem você é. Queria que você comentasse um pouco disso. Como você acha que vai ser o encontro dos seus desejos com o dos leitores?
ACR: Acredito que os meus desejos são muito universais. Ter tudo que precisamos pra sobreviver, conexão com as pessoas, encontrar pares, encontrar um lugar nosso, autodescoberta, ser feliz, entender a vida: Tudo isso é muito humano e acho que alguns desses temas ou todos, podem ser compreendidos e sentidos por todas as pessoas. Isso tudo aparece nos poemas, acredito eu, é o que acaba nos conectando enquanto espécie humana. Eu espero que a poesia seja uma boa ponte entre isso que há de humano manifestado em poesia sobre os desejos e as pessoas que vão ler as poesias.

AO: Aproveitando, seu livro, desde o nome, se relaciona com a astrologia. Você tem um poema "Lua em Escorpião", outro "Vênus em Leão" e outro "Vênus em Libra", um outro chamado "Marte", "Pontos de luz", e por aí vai. Queria que você comentasse isso pensando tanto nos leitores que são superligados aos temas celestes, quanto aos leitores que são céticos ou não entendem nada.
ACR: Mais do que astrologia, um tema presente no livro é esse olhar humano pras estrelas, pro infinito, pros outros mundos. Como somos seres que gostam de criar narrativas, olhamos pro desconhecido e criamos histórias pra que as coisas façam sentido. Mesmo que a pessoa que lê não tenha conhecimento sobre astrologia ou não creia que ela faça sentido, a experiência que os poemas podem oferecer a elas é de experimentar olhar pra essas histórias que criamos e deixar que as palavras e essas ficções reverberem nelas. Quando a pessoa ler, vai completar as lacunas que não entende ou não crê com os próprios conhecimentos e entendimentos que tem da vida e vai criar novos entendimentos. Independentemente da astrologia, espero que o que quer que a pessoa que lê e assimile seja mágico. Porque a magia da escrita é justamente essa: o que eu escrevo não importa tanto, mas como e o quê o outro lê dessas palavras que pus no papel. Pra quem conhece alguma coisa de astrologia, o processo pode ser o mesmo, afinal estou só compartilhando um pouco do que entendo desses mitos que os humanos criam pra dar sentido à vida. Pode ser um ponto de vista novo… ou não. Mas espero que todos se transformem e se entendam um pouquinho mais com a leitura.

AO: Quero saber como foi esse processo de dar nomes aos seus desejos?
ACR: Como boa virginiana, gosto de organizar o mundo e etiquetar e categorizar cada coisa (mesmo que em alguns momentos a gente descubra que muitas coisas podem receber muitas etiquetas ao mesmo tempo — ou nenhuma). Então, alguns poemas que não tinham nome ganharam nome porque, pra mim, dar título é um modo de organizar e, a partir daí, entender sobre o que estou escrevendo. O título do livro, Lua em Escorpião, veio inclusive a partir dessa conclusão de que a maioria dos poemas, escritos anteriormente, tinham a ver com as minhas emoções, que segundo a astrologia, são regidas pelo signo de escorpião. E aí, surgiu também o subtítulo: minhas emoções passam pelo que desejo ou já deixei de desejar. E alguns desses desejos estavam soterrados beeem profundamente. Outros estavam mais à superfície. E foi interessante nomear cada um desses desejos e ver que existia um fio invisível que ligava todos eles.

AO: Você acha que esses títulos servem como um mapa de leitura da relação do seu eu-lírico com o mundo?
ACR: Totalmente. Meu eu-lírico é totalmente movido a desejos e vontades (mas acho que, no fundo, todo mundo também é, não é?). Se os títulos formam um mapa pra minha relação com o mundo, então a poesia é um território a ser explorado. Espero que os leitores façam uma boa navegação!

AO: No poema que intitula o livro, você fala muito sobre a profundidade e o mistério. Como está sendo essa experiência de se escancarar para o mundo?!
ACR: Bem desafiadora! Tem tanto desejo que ficava escondido (até de mim mesma!) e agora eles estão aí, escancarados num livro! Como as coisas que eu acabei escondendo nunca foram feitas conscientemente, acho que o livro é até uma boa oportunidade pra mostrar tudo isso pro mundo, com coragem. E essa coragem vem também porque a palavra é minha amiga, e sinto que tem um trabalho pra fazer essa revelação ao mundo, o que me tranquiliza. O nervosinho existe, mas talvez seja simplesmente parte do processo de escrever, que sempre é uma forma de mostrar pra todo mundo algum pedacinho tão particular da gente.

Além de ser escritora, Anna Carolina Ribeiro é professora de Yoga no Espaço Samadhi (@omsamadhiyoga)

AO: No segundo poema do livro, "Lavra palavra", há uma estrofe que fala que escrever perpassa também pelo desapego. Queria saber como ser professora de Yoga influencia na sua escrita e se escrever pode influenciar, de algum modo, o seu trabalho como professora de Yoga.
ACR: Pra mim, escrever é entregar o que passa por mim. Não vejo muito as palavras que escrevo como minhas, mas sim como ideias que usou meu corpo pra existir, mas nunca foram de fato totalmente pertencentes a mim. Me desidentificar um pouco da minha produção é o que me permite me abrir pra ser publicada e lida, por exemplo. E esse desapego é algo que aprendo diariamente com Yoga. E Yoga é uma forma de perceber o mundo e estar presente nele, coisas que também faço através da escrita. Acho que, de certa forma, as duas coisas são inseparáveis na própria essência. Mas de forma mais prática, tenho tentado tornar minhas aulas de Yoga, sempre que possível, mais poéticas. E minha poesia vem muito do corpo (e da mente, que é parte do corpo!), que é um dos objetos diretos de trabalho da prática de Yoga, mesmo que Yoga vá muito além dos exercícios pro corpo.

AO: Já no primeiro poema do livro, você mostra aos leitores que o aprofundamento da natureza humana perpassa também pela sexualidade e pela sensualidade e que isso será presença marcante nos seus textos. Eu queria que você comentasse o mergulho no que é instinto, ainda mais numa sociedade que, ainda hoje, evita esses assuntos. (Eu, particularmente, gosto da visão de conexão que seus poemas trazem pra esse tema, como acontece em "Desejo" e "Com ciência").
ACR: Como eu disse anteriormente, minha poesia vem muito da minha percepção do mundo e dessa relação com o corpo. Os sentidos são um meio pra essa percepção do mundo acontecer, e essa conexão passa pelo corpo. O nosso corpo está aqui no universo, entre outras coisas, perfeitamente equipado para sentir. E uma das coisas mais legais de se sentir com todos os sentidos, na minha opinião de pessoa que tem não só a lua mas também o ascendente em escorpião, é o sexo. E não falo só do ato sexual em si, mas tudo que envolve a conexão com o outro, com o mundo e com a própria individualidade. No meu entendimento, sentir o mundo e ignorar esse tema, a sexualidade, não é sentir todas as coisas plenamente. Quando a gente ignora esse lado, perdemos muita potência que existe ali. Acho que é isso que o poema “Com Ciência” expressa. A sociedade quer limitar nossos corpos há muito tempo, justamente porque existe um poder enorme aí. Essa limitação acaba caindo especificamente sobre alguns corpos. A experiência de ser categorizada como mulher acaba limitando os nossos desejos e instintos, e muito da nossa potência e até da nossa identidade se perde aí. Colocar poemas assim no mundo acaba sendo uma forma pessoal de resistência e libertação de todos essas delimitações, mas eu espero que isso também inspire outras pessoas a fazer o mesmo. Não é fácil, estamos sempre em processo de libertação e entendimento crescentes, mas é bom demais. Recomendo muito!

AO: Ainda sobre isso, você também aproveita esse mergulho em si mesma para discutir o papel da mulher na sociedade e, sobretudo, como ela é vista (como em"Ninfomaníaca"). Queria que você comentasse o papel das artes em geral, e da sua poesia em particular, nessa discussão.
ACR: Banksy diz que a arte deve perturbar os confortáveis e confortar os perturbados, e eu concordo muito com isso. Tento fazer esses movimentos o máximo que consigo, e às vezes sei que não consigo muito, mas pelo menos busco esse objetivo. Não sei se sou boa em perturbar os que estão confortáveis ou em confortar os que são perturbados pelo sistema, mas tento seguir essa ideia em alguns poemas. "Ninfomaníaca" é um deles. Como um desses corpos muitas vezes importunado por tanto controle, me expressei no espaço que o livro me abriu. Essa expressão pode pelo menos conversar com outras pessoas que vivem essas limitações e é principalmente um desafio a tudo que dizem que uma mulher não poderia fazer ou ser. Se não incomodar a quem nos limita, pelo menos com essa poesia temos esse conforto de sabermos que não estamos passando por tudo isso sozinhas. Isso fortalece a luta de todas que buscam mais liberdade, principalmente na sexualidade. E, bem, o sistema também não quer que a gente perceba que não somos os únicos passando por uma situação, então, de certa forma, continuamos perturbando os confortáveis com essa expressão artística.

AO: Ao mesmo tempo, há também no livro espaço pra discussão das ausências e como isso é visto por meio da observação do mundo. Conta para nós como é escrever sobre o impacto das ausências. Acho bonito como você mostra um ponto de vista diferente para isso no poema "Novelos".
ACR: Como praticante de Yoga, aprendi que todo espaço é lugar pra criação, pra surgir a vida. Esse livro é sobre desejos, mas não necessariamente sobre a realização deles. O próprio desejo tem essa dualidade de buscar algo, mas só existir porque há, antes desse algo buscado, a ausência, a falta. Também acho que os desejos nos movem. E a vida é movimento. Às vezes a solidão, a ausência, os nãos são espaços onde se pode construir algo grande e novo. “Novelo” é um poema com essa visão que bebe das águas da filosofia do Yoga e fala sobre como no vazio tem um infinito de descobertas e possibilidades também. Claro que tem ausências que doem, e a gente não precisa aceitar todas. Mas algumas podem ser um universo todo a ser descoberto, se a gente puder enxergar o que tem ali.

Capa de Lua em Escorpião, publicado pela Editora Penalux.

AO: Falando do projeto gráfico, como foi o processo de feitura da capa?
ACR: Foi bem simples! Conversei com o pessoal da editora sobre o que queria: algo minimalista, misterioso, simples mas marcante. A capa ficou linda e muito parecida com o que eu tinha imaginado, mesmo que eu não tenha falado muito claramente sobre o que queria quando descrevi o que tinha pensado. Eu queria deixar espaço pra surpresa, mas a minha supresa foi que, na verdade, ficou muito parecida com o que eu queria. A Penalux fui muito cuidadosa de deixar o projeto gráfico nas mãos da Talita Almeida, que fez um trabalho que amei! A capa ficou linda e estou apaixonada por ela!

AO: Falando da escrita em geral: como é o seu processo?! Escrever na pandemia muda alguma coisa?
ACR: Tenho processos diferentes: alguns poemas e contos vêm de uma ideia que quer ir pro papel. Outros textos surgem do simples fato de eu me sentar pra escrever. Esses dois métodos são os principais e não costumo ter dificuldade pra escrever. Editar pra deixar as ideias mais claras, mais coesas ou ainda trabalhar a forma é um segundo processo que se segue a um desses dois passos iniciais. Na pandemia eu tive mais tempo pra sentar e escrever porque outros movimentos acabaram reduzidos na minha vida. Isso trouxe mais textos. Também sinto que os temas se tornaram um pouco mais tristes, pessimistas e pesados, já que, principalmente na poesia, acabo falando sobre coisas bem pessoais e estou pessoalmente abalada pela situação da pandemia e do Brasil. E, talvez, como o momento é de muitas ausências, os desejos se tornaram mais evidentes, porque muitos deles não têm muito como se realizar no momento.

AO: Quais conselhos você daria para uma escritora em começo de carreira?
ACR: Não sei se já estou capacitada pra dar algum conselho, até porque talvez o que funcionou e funciona pra mim não funcione pra todas as pessoas. Mas eu diria que escrever é o principal. Parece óbvio, mas é esse o primeiro e mais importante passo. Vejo muita gente que quer seguir na carreira mas não escreve tanto quanto seria preciso. Entendo que tem várias questões que causem esses bloqueios, mas acho difícil tentar uma carreira sem já ter alguma coisa produzida, pelo menos pra começar. Segundo, conhecer o processo de publicação ou formas de mostrar sua escrita são coisas importantes pra que o texto não fique só na gaveta. Claro que cada pessoa que escreve pode ter objetivos diferentes, mas acho cada escrita um pedacinho tão bonito pras pessoas mostrarem que acho que ninguém devia deixar textos na gaveta! Seja em blog, instagram, antologias, livro próprio, compartilhar o que é escrito é importante pra carreira mas funciona melhor quando a gente conhece e experimenta esses métodos. Inclusive, sua mentoria é um bom caminho pra conhecer essas possibilidades, Fernanda! Em terceiro lugar, recomendo coragem, persistência cuidadosa, dentro dos nossos limites, e trabalhar a consciência de que cada escrito é importante e deve vir à luz.

Anna Carolina Ribeiro.

AO: Você publica vários textos seus no Instagram, no seu blog e na sua newsletter. Então, gostaria de saber qual é a sua visão sobre o papel das redes sociais para a carreira do escritor. Além disso quero aproveitar para perguntar por onde/como as pessoas podem entrar em contato com você? Como elas podem adquirir o seu livro?
ACR: As redes sociais têm me conectado e me levado pra longe. Como sou de uma cidade do interior de Minas, consigo expandir as pessoas que leem e se identificam comigo pra além desse cenário. Essa comunidade cresce e, pelo menos até agora, leva os livros pra muito longe, e me apresenta a outros escritores e leitores. Ser lida também é bom principalmente porque vira e mexe tem alguém que se identifica comigo. E isso é pessoalmente maravilhoso também. Me sinto menos só! A única coisa que tomo muito cuidado é pra manter a mente sempre ligada à ideia e que não preciso viver em função dos algoritmos e à essa exposição e propaganda. Acredito muito na ideia e que as redes é que devem servir pra me conectar às pessoas, e não o contrário. Ninguém deve servir às redes e à essa vida online que trás muitas coisas boas, mas não é real. O virtual é uma ponte, que a gente pode tornar em ponte suspensa pra limitar o que vai e vem pra vida real.

Pra quem quer acompanhar o que eu escrevo, minha newsletter resume tudo e ainda manda algum texto inédito mensalmente. Ela se chama Serviço de Escritas da Anna e pode ser assinada gratuitamente em tinyletter.com/servicodeescritasdaanna. Meu blog é o Escrevi pra tirar da cabeça (escrevipratirardacabeca.blogspot.com) e eu também sou bem ativa no Instagram (instagram.com/annacaribee), que é um bom lugar pra entrar em contato direto comigo. E por último, mas não menos importante, colaboro mensalmente pro The Valkirias e falo sobre minhas outras paixões: filmes, séries e dramas.

Meu livro pode ser adquirido no site da Editora Penalux ou diretamente comigo (pode pedir pelo instagram).

AO: Quais são os seus planos futuros? Já pensa em um próximo projeto?
ACR: Eu tenho material que já quero organizar pra um novo livro de poesia, mas ainda estou sentindo como é o lançamento e o processo de ser publicada pra decidir um rumo mais preciso pro próximo projeto poético. Em paralelo, estou escrevendo um romance. Vamos ver se ele vem à luz em breve!

AO: Deixe o seu recado para os leitores do Algumas Observações.
ACR: Eu agradeço primeiro a você pelo espaço que você me cedeu com essa entrevista. E também por estar comigo durante todo o processo de criação do livro, Fernanda. Espero que seus leitores gostem da entrevista e caso se interessem por Lua em Escorpião, o convite pra leitura está aberto. Pra quem lê o que você escreve, que é sempre tão profundo, a profundidade dos meus versos não vai ser novidade, mas espero que meu olhar sobre o mundo possa trazer novos pontos de vista. Espero que os desejos dos leitores do Algumas Observações possam conversar com os versos de Lua em Escorpião ou com o que expressei aqui nessa entrevista.

Para ver como foi o lançamento de Lua em Escorpião, aperte o play:


____________
*Para saber mais sobre a Mentoria de Escrita e/ou sobre o Grupo de Estudos e Crítica Literária, clique aqui.
_____________________________________________________________

4 comentários:

  1. Fe, obrigada pelo presente de aniversário! Acho muito chique ganhar um espacinho pra falar do meu livro no dia de hoje! Bom demais ter você na minha vida ❤️

    ResponderExcluir
  2. Oi, Fernanda. Tudo bem? Uau que entrevista linda! Adorei saber um pouco mais sobre a escritora. Parabéns a entrevistada e a entrevistadora. Avraço!


    http://lucianootacianopensamentosolto.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  3. Amei a entrevista, amei as fotos e a Anna é incrível!

    ResponderExcluir
  4. Que entrevista linda! E que livro lindo! Muito sucesso!

    ResponderExcluir

Olá!

♥ Quer comentar, mas não tem uma conta no Google? Basta alterar para a melhor opção no menu "Comentar como:". Se você não tiver uma conta para vincular, escolha a opção Nome/URL e deixe a URL em branco, comentando somente com seu nome.

♥ É muito bom poder ouvir o que você pensa sobre este post. Por favor, se possível, deixe o link do seu site/blog. Ficarei feliz por poder retribuir a sua visita.

♥ Quer saber mais sobre o Algumas Observações? Então, inscreva-se para receber a newsletter: bit.ly/newsletteralgumasobservacoes

♥ Volte sempre! ;)

Algumas Observações | Ano 14 | Textos por Fernanda Rodrigues. Tecnologia do Blogger.