What time is it in the world...? - Parte II

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Maybe you could educate my mind
Explain all these controls
I Can't sing but I've got soul.

(Elavation - U2)

O caminho da minha casa até a casa da Jennifer – minha amiga que me deu o ingresso – foi naquela alegria misturada com um frio gostoso na barriga. Como sempre, estava um trânsito só, e como sempre meu pai sabia um caminho alternativo para nos livrarmos do engarrafamento. =] Ouvíamos a rádio sulamerica trânsito que fazia um especial direto das imediações e entre um repórter e outro tocava uma música da banda – como sempre, quase morro com Stay (Faraway, so close!). Quando finalmente chegamos à casa dela, já não me cabia de tanta ansiedade. O rádio estava ligado, no som, U2, óbvio! E isso aumentou o grau da minha felicidade – se é que isso é possível! Àquela altura, já não sabia mais quem era – até tentei gastar o meu inglês (já que a Jennifer e sua família são americanos), mas confesso que esqueci até o português (acho que naquele momento não sabia mais nem o meu nome! \o/).

Logo após a minha chegada, foi a vez de chegar uma outra amiga da Jennifer, que também se chama Fernanda (nome lindo, não?). Neste momento, o Blair (marido da Jennifer) pegou os ingressos e nos entregou. Juro que não sabia se ria ou se chorava! O pedaço de papel que mudou a minha vida para todo o sempre (amém!) estava ali, diante dos meus olhos! – mas não bastava ser o ingresso, era o ingresso no camarote da placar! (comida e bebida for free! + show no conforto #adoro)

Nós duas – Fernanda e eu – parecíamos duas crianças diante de uma montanha de brinquedos. Acho que nunca eu estive tão feliz. Se havia alguma dúvida sobre a existência de milagres divinos, definitivamente, ela acabou ali, diante dos ingressos.

Minutos depois, partimos para o estádio Cicero Pompeu de Toledo. Chegamos por volta das 19h45 e... O que foi passar por aquele leitor de código de barras e me ver dentro do estádio do meu time (emoção por isso também. Nunca havia entrado no Morumbi)? A minha ficha ainda não havia caído. Eu, euzinha, diante daquele palco enoooooooooooorme, a poucos minutos da 360º tour! Era demais para mim! Hehehe

Vista do camarote. Estádio cheio, palco esplendoroso. Frio na barriga.

Faltavam 5 minutos para às 20h – no meu relógio – quando as luzes se apagaram e o Muse subiu no palco. Não pude deixar de pensar na Mila – que é a pessoa responsável por eu ouvir Muse – e gritei Uprising por nós duas! Nas outras, dancei, gritei... Achei muito fofo todas as vezes que o Matthew Bellamy (vocalista da banda) disse “São Paulo” e mais fofo ainda quando ele disse “Obrigado” (gringos em geral falando português é lindo! *_*). Aproveitei a boa vibe para curtir e tentar não ficar imaginando que Bono, The Edge, Larry e Adam deveriam estar ali, no mesmo lugar que eu...

Durante o show do Muse.
Continua...

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1 comentários

  1. Feeeeer, que da hora cara!!!! Deve ter sido muito emocionante, eu mesmo não consigo imaginar tudo isso. kkkkkkk. U2, morumbi, lugares maravilhosos, pessoas lindas. Vc é uma celebridade, quero um autógrafo. ahuauhau. Ei, mas uma reclamação, como assim ainda vai ter terceira parte? auhuhauh. vc é foda, mto boooom auhauhau.

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